Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry
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"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)
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2012…Bem vindo, Seja breve, Seja divertido, Seja cheio de surpresas, Seja cheio de vida, Seja confortável, Seja feliz para todos, Seja repleto de novas amizades, Novos amores…Enfim…Que seja doce!
"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov
"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido
SOMOS UM EM PAZ
A roda do arco-íris (Jamie Sams) A Roda do Arco-Íris representa a promessa de Paz entre todas as Nações e entre todo o Povo. A Raça do Arco-Íris vem reforçar a igualdade entre as nações e se opõe a idéia de uma raça superior que controlaria ou conquistaria outras raças. A Raça do Arco-Íris vem para trazer a Paz, através da consciência de que todas as raças constituem na verdade uma raça só. O Arco-Íris encarna a idéia da Unidade de todas as cores e a idéia de que todos os credos devem trabalhar juntos, visando o bem comum. Quando todos os Caminhos que conduzem a Totalidade forem respeitados por todos os povos, a profecia do Arco-Íris estará sendo cumprida.
quarta-feira, 23 de maio de 2012
O que nos encanta se torna inesquecível
Quero aqui deixar registrado a minha saudade da terra portuguesa,
com sua gente incrível que me recebeu de braços abertos, gente que me encheu de mimos, sabores doces e salgados, abraços, beijos e muito carinho mesmo. Como me esquecer do primeiro dia em que pisei em seu chão???...
Hoje completa um ano que por aí cheguei...
Envolvo a todos em um abraço repleto de Amor Divino e beijo cada um no seu coração.
Sintam-se amados meus portugueses queridos!
*
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
*
PHOTOGRAFIA DE MARIA PAULA RIBEIRO
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sábado, 12 de maio de 2012
Seu colo de mãe
De vez em quando eu sinto falta de mãe. E vejo que com a maioria dos adultos que conheço não é diferente. Se boa parte das crianças tem, de fato, a figura materna por perto e os adolescentes, em sua busca desenfreada por identidade, aparentemente, querem se ver livres dela, nós, adultos, nos sentimos meio órfãos. Vez ou outra, bate aquela vontade de ter um colo aconchegante, um afago no cabelo, um olhar atento, um conselho, uma alegria verdadeira por cada conquista nossa, um abraço forte e um sorriso manso que dizem, em silêncio, que tudo vai terminar bem.
Muitos de nós já não podem ter isso da própria mãe – porque ela se foi, porque mora longe, ou mesmo porque ela não sabe como fazê-lo (muito provavelmente, por também nunca ter recebido nada disso de ninguém). No entanto, a maioria de nós não se dá conta de que, como adultos, temos a capacidade de exercer essa função materna para nós mesmos. “O impulso para maternar independe da maternidade biológica, como bem o demonstram mulheres e homens que dedicam sua vida a cuidar de outros, independentemente de serem crianças ou seus filhos biológicos. Em condições normais, o amor materno é uma emoção resistente e teimosa, que pode ser expressa por todo ser humano“, escreve a terapeuta Mokika von Koss, em seu artigo “Matriz, mãe, maternidade“.
Em um outro texto, “A criança como ponto de partida“, ela diz que nossa criança interior ferida precisa de uma mãe para crescer, mas, “depois que nos tornamos adultos, nenhuma pessoa poderá preencher esta função, porque ninguém terá acesso à nossa criança, a não ser nós mesmos”.
A solução está em encontrar nossa “mãe interna”, algo dentro de nós que se disponha a nos amar por inteiro.
“Quando começamos a nos amar incondicionalmente, a nos aceitar como somos, sem restrições, a escolher situações que reforçam nosso valor como pessoa, então ativamos nossa mãe interna e podemos começar a recuperar nossa confiança na vida. Começamos a perceber as coisas belas e alegres, as possibilidades que se descortinam diante de nós a cada dia. Começamos a mobilizar os recursos que ficaram guardados, enriquecendo nossa vida em todos os sentidos. Começamos a nos relacionar de forma mais saudável, mais amadurecida, mais satisfatória, respeitando não apenas os nossos próprios limites, mas igualmente os limites das outras pessoas”, afirma Monika.
Nesse exercício constante de amor, ela recomenda que nossa mãe interna acolha todas as nossas partes, especialmente as que não gostamos e costumamos deixar de lado, esquecidas. “Enquanto você materna a si mesma, você estará maternando a humanidade”, diz.
Por isso, neste domingo,(e em todos os dias) honremos nossas mães pelo que puderam nos oferecer, seja isso, em nosso julgamento, muito, médio, pouco ou bem diferente do que esperávamos. E botemos nossa criança interior no colo.
Um feliz dia para todas as mães internas deste planeta! ...........
*
*autora desse texto:Thais Prado*
*AMOR PARA TODAS AS MÃES...DO CÉU E DA TERRA*
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
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terça-feira, 17 de abril de 2012
Terra do Âmbar
Âmbares com 50 milhões de anos de Palminiken, região de
Kaliningrado, Rússia. Repare, à direita, na aranha que ficou aprisionada nessa
resina fóssil (foto: Ismar de Souza Carvalho).
*
Os organismos preservados no âmbar são como uma janela
aberta para o passado, em que podemos observar a vida imóvel em seus momentos
finais de existência, como se o tempo houvesse parado.
Algo semelhante às
nossas memórias de criança.
TEXTO DAQUI
TEXTO DAQUI
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Esta pesquisa que estou fazendo começou pela vontade que tive
de descobrir meus caminhos ancestrais.
As pistas que segui foram:
- o fato de ser neta de dois avôs [materno e paterno] nascidos no norte da Alemanha na região do Mar Báltico
- um colar de âmbar recebido por herança
*
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No post anterior falei sobre a Rota do Âmbar.
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Hoje vamos conhecer um pouco sobre a região dessa rota na Europa Central.
Suas cidades, os costumes, as tradições, a arquitetura...
[me identifiquei com muita coisa]
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IMAGEM DE TALLINN, NA ESTONIA
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Hoje vamos conhecer um pouco sobre a região dessa rota na Europa Central.
Suas cidades, os costumes, as tradições, a arquitetura...
[me identifiquei com muita coisa]
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IMAGEM DE TALLINN, NA ESTONIA
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Essa rota começa justamente no litoral das Repúblicas Bálticas.
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Veja um vídeo clicando AQUI*
Um vídeo MUITO ESPECIAL sobre Riga, na Letonia, AQUI
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CLICAR NA IMAGEM
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Sobre o Rio Morava usado como canal da Rota de Âmbar
"As mais curtas (e provavelmente as mais antigas) estradas evitavam as áreas alpinas e iam das costas do Mar Báltico (Estland) através da Polônia, passando pelo Portão Moraviano na República Tcheca, seguindo o rio March (Morava, para os tchecos e eslovacos) até a Baixa Áustria, cruzando o Danúbio em Carnuntum, aproximadamente 50 km a leste de Viena."
TEXTO DAQUI
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TEXTO DAQUI
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Terra do Âmbar
A Polônia também é conhecida pelo título de "Terra do
Âmbar", já que sua costa no Mar Báltico é a mais rica em
"Bursztyn" (pronuncia-se burchtien) de todo o mundo. A palavra em
polaco deriva da alemã "bernstein", que por sua vez significa pedra
que queima.
Durante o século 13, os Cruzados Teutônicos (ancestrais dos atuais alemães que invadiram e dizimaram toda a população polaca da região da Pomerânia) controlaram a produção do âmbar na Europa, proibindo sua coleta desautorizada das praias na costa do Báltico, sob seu controle, punindo infratores desta ordem com a morte.
Já em português a palavra âmbar vem do arábico anbar, porém esta palavra referia-se originalmente a ambargris, que é uma substância animal completamente distinta do âmbar amarelo.
Durante o século 13, os Cruzados Teutônicos (ancestrais dos atuais alemães que invadiram e dizimaram toda a população polaca da região da Pomerânia) controlaram a produção do âmbar na Europa, proibindo sua coleta desautorizada das praias na costa do Báltico, sob seu controle, punindo infratores desta ordem com a morte.
Já em português a palavra âmbar vem do arábico anbar, porém esta palavra referia-se originalmente a ambargris, que é uma substância animal completamente distinta do âmbar amarelo.
O âmbar verdadeiro tem sido chamado às vezes de karabe, uma
palavra da derivação oriental significando "o que atrai a palha", em
alusão ao poder que o âmbar possui de adquirir uma carga elétrica pela fricção.
Do ponto de vista geológico o âmbar é um mineralóide de origem orgânica, consistindo de diversos corpos resinosos, associado a uma substância betuminosa, derivada de resinas de árvores coníferas e plantas leguminosas que, enterradas durante milhões de anos, sofreram um processo de polimerização (Uma das formas de fossilização). É encontrado na forma de nódulos irregulares de coloração amarelo-parda, às vezes turva devido à inclusão de minúsculas bolhas de ar. Sua composição média é C10H16O.
Acredita-se, que esta rezina tem origem no período terciário e com depósitos do Eocene. Muitas peças encontradas contém além de espécimes vegetais em seu interior belamente preservados, também numerosos insetos, aranhas, anelídeos, crustáceos e outros organismos minúsculos que foram envoltos quando a exudação era fluídica.
Do ponto de vista geológico o âmbar é um mineralóide de origem orgânica, consistindo de diversos corpos resinosos, associado a uma substância betuminosa, derivada de resinas de árvores coníferas e plantas leguminosas que, enterradas durante milhões de anos, sofreram um processo de polimerização (Uma das formas de fossilização). É encontrado na forma de nódulos irregulares de coloração amarelo-parda, às vezes turva devido à inclusão de minúsculas bolhas de ar. Sua composição média é C10H16O.
Acredita-se, que esta rezina tem origem no período terciário e com depósitos do Eocene. Muitas peças encontradas contém além de espécimes vegetais em seu interior belamente preservados, também numerosos insetos, aranhas, anelídeos, crustáceos e outros organismos minúsculos que foram envoltos quando a exudação era fluídica.
Em toda a Polônia é possível encontrar joias com âmbar,
desde Gdańsk, até Bielsko Biały no Sul. Aliás é mais barato comprar em Cracóvia
e Bielsko Biały do que nas cidades balneárias do Norte como Gdańsk e Sopot. Em
Cracóvia são muitas as lojas na Sukiennice do Rynek que vendem colares, anéis,
broches, lustres e abajures com âmbar.
TEXTO DAQUI
TEXTO DAQUI
Um LINDO vídeo sobre a Polonia, e que fala sobre o âmbar AQUI
*
*
Reparem no colar de âmbar dessas polonesas fazendo arte. Me identifiquei muito com o que vi no vídeo!!!
Com a terra, arte, costumes desse povo.
Foram muitos "reconhecimentos!
Então vamos continuar com a pesquisa que já tem sete páginas do Word preenchidas com textos, anotações e links.
Aos poucos irei publicando mais....
Boa viagem e inté breve
*
*
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
*
IMAGENS GOOGLE IMAGENS
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
*
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domingo, 15 de abril de 2012
A Rota do Âmbar
A Rota do Âmbar é uma antiga rota de comércio que ligava o
Mar do Norte e o Mar Báltico à Itália, Grécia, o Mar Negro e o Egito antes
mesmo do nascimento de Jesus e durante um grande período após isto. Um
componente vital aos objetos ornamentais, o âmbar era transportado por esta
rota.
Os principais trechos fluviais eram feitos pelo Vístula e Dniepre.
*
Durante milênios, um grande mistério tomou conta da
imaginação dos seres humanos. Curiosos, místicos e apaixonados pela beleza da
natureza, o homem se deixa fascinar pelas curiosas qualidades do âmbar. Talvez
uma de suas mais misteriosas qualidades seja o fato do âmbar ser sempre morno
ao toque.
*
Nos dias de hoje já não o valorizamos como deveríamos.
Provavelmente por sabermos que o âmbar não é uma pedra, mas sim uma resina
vegetal criada em épocas pré-históricas. Preocupados em usar jóias que
apresentem os mais valiosos e caros exemplos do mundo mineral, esquecemos que o
âmbar, tão frágil e ao mesmo tempo extremamente resistente representa a própria
história do ser humano. Cada pedra carrega consigo as emoções da própria Terra
e é a essência da natureza que abrigou o homem desde o seu começo.
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Possuindo centenas de tonalidades foi usado primeiramente
para afastar espíritos maléficos e atrair os benéficos. Era tão valorizado seu
uso em rosários que no século 13 e 14 muitas ordens proibiram seu uso por ser
uma demonstração de opulência, contrária aos seus preceitos de humildade.
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O uso do âmbar floresceu durante a era neolítica quando as
mulheres que coletavam madeira às margens do mar Báltico descobriram que as
pedras do mar, que flutuavam nas águas e eram atiradas à praia, queimavam mais
facilmente que a lenha e possuíam um suave aroma.
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O âmbar sempre foi visto como sobrenatural. Entre os povos
do Báltico, acreditava-se que um colar feito de âmbar estrangularia a quem
mentisse ao usá-lo. Amuletos e Talismãs feitos de âmbar esculpidos em
diferentes formatos eram usados para evitar acidentes, doenças ou mau olhado. O
mais poderoso destes talismãs possuía o formato fálico e acreditava-se possuir
o poder de afastar poderosas forças de feitiçaria maléfica.
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Ginteras, antiga palavra lituana que significa defensor ou
protetor, era o nome dado aos talismãs feitos de âmbar que eram usados ao redor
do pescoço. Já os antigos chineses acreditavam que o âmbar era a alma de um
tigre morto. Possui grande poder de proteção especialmente para as crianças.
Permite ao corpo que se cure a si mesmo, elimina a doença das partes afetadas e
purifica o coração e o espírito.
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A crença nos poderes do âmbar foi tecida como raios de luz
na escuridão das antigas culturas bálticas.
O uso do âmbar era infinito: talismãs para a cura de doenças, proteção física na guerra, para que o espírito encontrasse seu caminho de forma rápida e segura durante a última jornada.
O uso do âmbar era infinito: talismãs para a cura de doenças, proteção física na guerra, para que o espírito encontrasse seu caminho de forma rápida e segura durante a última jornada.
Acreditava-se que o âmbar dava imortalidade a quem o
possuísse. Sociedades de caçadores neolíticos enterravam seus mortos junto com
peças funerárias feitas de âmbar. Machados feitos de âmbar eram peças altamente
valorizadas pelos mortos. É considerada uma pedra de assentamento e harmonia
devido à sua forte ligação com as energias da Terra. Principalmente na sua
tonalidade amarela assegura a boa sorte e limpa as vibrações negativas.
Preserva e resgata a sabedoria e o conhecimento ancestral.
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O âmbar é o símbolo Celta do deus do sol. É a pedra sagrada
da deusa mãe. É o resíduo das lágrimas da deusa Jurate, a senhora do Mar, que
vivia em um castelo de âmbar nas profundezas do Mar Báltico. Ao se apaixonar
por um mortal, condenou-o à morte, provocando eterno sofrimento a si própria.
Por ser regido pelo sol e devido a suas propriedades elétricas, o âmbar protege
contra a má sorte e contra despachos agourentos, inveja e inimigos de todos os
tipos.
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Para romanos uma pequena figura de âmbar era
consideravelmente mais valiosa do que um escravo.
O caminho que o âmbar seguia
até os territórios romanos ficou conhecido como "A Rota do Âmbar".
E
peças desse precioso material foram encontradas na Grécia, Egito e Assíria. A
tribo lituana dos Kurshes dominava este comércio; milhares de moedas romanas de
prata e cobre foram descobertas em seu território, como também nos territórios
de outras tribos da região do mar Báltico.
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O verdadeiro âmbar flutua ao ser colocado na água salgada. O
âmbar opaco flutua em água salgada de gravidade específica 0.05. Já o âmbar
transparente precisa de água mais salgada com maior gravidade específica. O
âmbar transparente é mais denso que o âmbar opaco ou nebuloso uma vez que essas
"nuvens" são causadas por minúsculas bolhas de ar o que o torna mais
leve.
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Âmbar é a única pedra que é morna ao toque, que pode ser
esculpida com uma simples faca. A única que estala, cheia de eletricidade, como
se estivesse viva quando esfregada contra uma roupa de pele, a única que flutua
nas águas misteriosas do oceano. Âmbar é o divino tornado tangível, a pedra que
queima e acalenta os desejos do homem.
*
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Mesmo o mais simples pedaço de âmbar adquire nova majestade
quando tomamos consciência de que vaga pela Terra a mais de 20 milhões de anos.
Quanta história não viveu! Quantos povos conheceu! Quantas civilizações viu
surgir, florescer e enfim, desaparecer! Assírios, Babilônicos, Egípcios,
Gregos, Romanos... Quantas aventuras até chegar às nossas mãos.
*
TEXTO DE:
*
Com este post eu inicio a publicação de uma pesquisa que ando fazendo sobre as minhas origens, vidas vividas em outros tempos, e por aí a fora.As descobertas que venho fazendo me empolgaram.
Quem sabe, você que está aqui lendo, tem algo a ver com tudo isso.
*
Confira mais estes links para sentir a importância do âmbar:
Cientistas descobrem fósseis de insetos extintos no Peru
Os Vênetos Povo do Âmbar
História do Âmbar
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ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
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