
Quando eu falo em espiritualidade,não estou me referindo a nenhuma igreja,a nenhuma religião particular...embora respeite todas. Refiro-me à espiritualidade como fazia Einstein,apontando para uma vivência cósmica... ou ainda Fritjof Capra, que denominou seu último livro de...“Pertencendo ao Universo”.
Espiritualidade é uma consciência não-dual, uma consciência de participação da parte no Todo...que na essência é o amor...e que na prática é a solidariedade.Uma pessoa que despertou para essa dimensão espiritual...é uma pessoa que não se vê separada do OUTRO, da Comunidade... e do Universo.
Eu pergunto: em sã consciência......você colocaria fogo no seu corpo?
Se você se sente não-separado do outro......você jogaria fogo em alguém que está dormindo num banco?
Nestes últimos séculos temos investido de forma unilateral no mundo da matéria e os frutos são notáveis!; sintetizados na tecnociência maravilhosa que dispomos.
A grande tragédia,entretanto...é que não houve praticamente nenhum investimento significativo no mundo da subjetividade...da alma, da ética, da consciência...da essência.
O resultado encontra-se nos noticiários tristes e apocalípticos de cada dia.Escaladas de violência...guerras infindáveis...A exclusão desumana...de uma maioria que morre de fome...extinção em massa de espécies.Rota da colisão do ser humano com a natureza...e todo tipo de aplicações tecnológicas irresponsáveis.
Antigas e esquecidas lições...
“De que serve o mundo inteiro se você perdeu a sua alma”?
Se você se perdeu de si mesmo?
Se você esqueceu do Ser que lhe faz ser?
Felizmente...crise é também oportunidade de...crescer e evoluir.
Gosto de confiar que o ser humano será a maior descoberta do terceiro milênio.
(Roberto Crema)
2 comentários:
Como podes perceber, estou navegando no teu "mar" infinito.
Lindo texto...
Eu adoro o texto do Einstein foi citado, coloquei-o no meu blog... Diz:
"O ser humano é parte de um todo que chamamos de universo, uma parte limitada no tempo e no espaço. A pessoa experimenta a si mesma, seus pensamentos e sentimentos como algo separado do restante - trata-se de uma espécie de ilusão de ótica de sua consciência. Essa ilusão nos aprisiona, limitando-nos a nossos desejos individuais e a sentirmos afeto apenas pelas pessoas mais próximas. Nossa tarefa deve ser libertar a nós mesmos desta prisão, alargando nosso círculo de compaixão para podermos abarcar todos os seres viventes e a natureza inteira."
Albert Einstein
Beijocas.
Olá Luz de Estrela!
Fique a vontade...navegue quanto quiser!
E eu estou revendo meus posts...rsss
Beijos
Astrid Annabelle
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