Navegam ao meu lado...

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

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...POR TODOS OS QUE AMOROSAMENTE SEGUEM ESTE BLOG!
"O ser integral conhece sem ir,
vê sem olhar e realiza sem fazer."

Lao Tzu

♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

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"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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domingo, 14 de setembro de 2008

Uma linda idéia...

É possível mensurar o quanto gostamos de alguém?
Há como dizer em que grau o som de sua voz e o calor de sua pele nos fazem falta ou com que intensidade queremos seu bem?
O curioso é que, mesmo quando temos certeza da imensidão do sentimento que nos invade, muitas vezes surge o desejo - e o desafio - de oferecer ao outro as dimensões desse afeto. Surgem daí os diálogos entre apaixonados que, depois de um beijo e antes de um carinho, se divertem contabilizando o querer. E também as conversas de pais e filhos pequenos que calculam o amor de formas às vezes curiosas – por meio de braços abertos, de gigantes enfileirados ou estrelas que nem existem mais (das quais só restaram o brilho que ainda vislumbramos no céu negro).
É com essa idéia de quantificar o amor que brinca o livro Adivinha o quanto eu te amo, de Sam McBratney, delicadamente ilustrado por Anita Jeram.
Publicado originalmente em Londres e lançado no Brasil pela Martins Fontes, o livro tem como personagem um coelhinho empenhado em dizer ao seu pai o quanto gosta dele: ‘“Eu te amo a altura do meu pulo!’, riu o Coelhinho saltando para lá e para cá. ‘E eu te amo a altura do meu pulo’, riu também o Coelho Pai, e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos da árvore”. O diálogo prossegue nessa linha e, para felicidade do filhote, resta-lhe uma certeza antes de fechar os olhinhos cheios de sono e adormecer em sua cama de folhas: ele é ouvido e querido.
O livro, ilustrado em tons de aquarela, pode ajudar crianças e adultos a falar sobre sentimentos – uma tarefa nem sempre fácil.
Afinal, talvez não seja por acaso que nos consultórios psicológicos os profissionais ouçam com tanta freqüência o desabafo de pacientes adultos que, de alguma forma, se ressentem por jamais ter escutado um “eu te amo” de seus pais. Não raro, na vida adulta muitos se debatem diante do desejo de pronunciar essas palavrinhas com aura mágica a seus companheiros, amigos queridos, pais e até aos próprios filhos, mas se sentem incapazes de dizê-las, temendo parecer exagerados – ou até mesmo ridículos.
Ao longo da terapia a maioria dessas pessoas reconhece o que foi impossível aos adultos que os criaram: expressar em palavras o que sentiam. Eles, sem dúvida, demonstraram dedicação e desvelo de outras maneiras, embora às vezes inadequadas ou insuficientes por pura impossibilidade de fazer algo melhor. Para algumas dessas pessoas, superar a barreira do que não lhes foi dito e encontrar as próprias palavras para contornar afetos são uma verdadeira libertação.
Era hora de ir para a cama, e o coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do coelho pai.
Depois de ter certeza de que o papai coelho estava ouvindo, o coelhinho disse: “adivinha o quanto eu te amo!”.
“Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar” – respondeu o coelho pai.
“Tudo isto” – disse o coelhinho, esticando os braços o mais que podia.
Só que o coelho pai tinha os braços mais compridos, e disse: “e eu te amo tudo isto!”
“Hum,isso é um bocado” pensou o coelhinho.
“Eu te amo toda a minha a altura” – disse o coelhinho.
“E eu te amo toda a minha altura” – disse o coelho pai.
“Puxa,isso é bem alto, pensou o coelhinho. Eu queria ter braços compridos assim”.
Então o coelhinho teve uma boa idéia. Ele se virou de ponta-cabeça apoiando as patinhas na árvore, e gritou: “eu te amo até as pontas dos dedos dos meus pés, papai!”
“E eu te amo até as pontas dos dedos dos teus pés” – disse o coelho pai balançando o filho no ar.
“Eu te amo toda a altura do meu pulo!”, riu o coelhinho saltando de um lado para outro.
“E eu te amo toda a altura do meu pulo” – riu também o coelho pai, e saltou tão alto que suas orelhas tocaram os galhos da árvore.
“Isso é que é saltar; pensou o coelhinho. Bem que eu gostaria de pular assim.”
“Eu te amo toda a estradinha daqui até o rio” – gritou o coelhinho.
“Eu te amo até depois do rio, até as colinas.” – disse o coelho pai.
“É uma bela distância pensou o coelhinho.” Mas, àquela altura já estava sonolento demais para continuar pensando.
Então, ele olhou para além das copas das árvores, para a imensa escuridão da noite e concluiu: nada podia ser maior que o céu.
“Eu te amo até a Lua!” – disse ele, e fechou os olhos.
“Puxa, isso é longe” – falou o papai coelho – “longe mesmo!”
O coelho pai deitou o coelhinho na sua caminha de folhas, inclinou-se e lhe deu um beijo de boa-noite.
Depois, deitou-se ao lado do filho e sussurrou sorrindo: “eu te amo até a Lua... ida e volta!”


"E você, já disputou alguma vez com seu filho quem gosta mais um do outro?
Geralmente as disputas são em torno de questões como quem joga futebol melhor, quem corre mais, quem vence mais etapas no vídeo game, quem coleciona mais troféus, etc.
A vida atarefada, o corre-corre, os inúmeros compromissos, por vezes nos afastam das coisas simples como sentar na cama ao lado do filho e lhe contar uma história, enquanto o sono não vem.
Acariciar-lhe os cabelos, segurar suas mãozinhas pequenas, fazer-lhe companhia para que se sinta seguro.
Deitar-se, sem pressa, ao seu lado quando ele vai para a cama, falar-lhe das coisas boas, ouvir com ele uma melodia suave para espantar os medos que tantas vezes ele não confessa.
Falar-lhe do afeto que sentimos por ele, do quanto ele é importante em nossa vida. Dizer-lhe que um anjo bom vela seu sono e que Deus cuida de todos nós.
E se você pensa que isso não é importante, talvez tenha esquecido das muitas vezes que arranjou uma boa desculpa para se aconchegar ao lado do pai ou da mãe, nas noites de temporal...
Se, às vezes, é difícil se aproximar de um filho rebelde, considere que a sua rebeldia pode ser, simplesmente, um apelo desajeitado de alguém que precisa apenas de um colo seguro e um abraço de ternura. "

Jeitos de medir o amor_ Glaucia Leal _ Revista Viver Mente e Cérebro_ http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/jeitos_de_medir_o_amor.html


4 comentários:

Samsara disse...

Olá Astrid
Gostei muito deste bocadinho que nos proporcionou, as crianças são mesmo o melhor do mundo.
Beijinhos

Astrid Annabelle disse...

Olá Sam,
que bom você por aqui. Entendo que dessa mesma maneira também devemos amar a nossa própria criança interior...
Um beijo grande e agradecido,
Astrid

Hanah disse...

Olá Astrid,


ainda ando em Stand By ...
lembra daquele marte ? rs, deixei ele me atacar novamente...rs
por aqui vou andando...sentindo essa luz linda que exalas.

bjão

Hanah

Astrid Annabelle disse...

Hanah!
Então está bem! Sinto sua energia me rodeando viu?
Quando voltar me avisa...apesar que fico sabendo de qualquer jeito...rs,rs,rs.
Um beijão e se cuida menina!
Astrid

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