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sábado, 13 de junho de 2009

Começam as Festas Juninas

O mês de Junho é caracterizado por danças, comidas típicas, bandeirinhas, além das peculiaridades de cada região. É a festa junina, que se inicia no dia 12 de Junho, véspera do Dia de Santo Antônio e encerra no dia 29, dia de São Pedro. O ponto mais elevado da festa ocorre entre os dias 23 e 24, o Dia de São João. Durante os festejos acontecem as quadrilhas, os forrós, leilões, bingos e os casamentos caipiras. A tradição de comemorar o dia de São João veio de Portugal, onde as festas são conhecidas pelo nome de Santos Populares e correspondem a diversos feriados municipais: Santo Antônio, em Lisboa; São Pedro, no Seixal; São João, no Porto, em Braga e em Almada. O nome “junina” é devido à sua procedência de países europeus cristianizados. Os portugueses foram os responsáveis por trazê-la ao Brasil, e logo foi inserida aos costumes das populações indígenas e afro-brasileiras. A festa de São João brasileira é típica da Região Nordeste. Em Campina Grande, na Paraíba, a festa junina atrai milhares de pessoas. A canjica e a pamonha são comidas tradicionais da festa na região, devido à época ser propícia para a colheita do milho. O lugar onde ocorrem os festejos juninos é chamado de arraial, um espaço ao ar livre cercado ou não, e onde há barracas ou um galpão adaptado para a festa. As festas de São João são ainda comemoradas em alguns países europeus católicos, protestantes e ortodoxos. Em algumas festas européias de São João são realizadas a fogueira de São João e a celebração de casamentos reais ou encenados, semelhantes ao casamento fictício que é um costume no baile da quadrilha nordestina.
Por Patrícia Lopes

Origem da Festa Junina
Na época da colonização do Brasil, após o ano de 1500, os portugueses introduziram em nosso país muitas características da cultura europeia, como as festas juninas.
Mas o surgimento dessas festas foi no período pré-gregoriano, como uma festa pagã em comemoração à grande fertilidade da terra, às boas colheitas, na época em que denominaram de solstício de verão. Essas comemorações também aconteciam no dia 24 de junho, para nós, dia de São João.
Essas festas eram conhecidas como Joaninas e receberam esse nome para homenagear João Batista, primo de Jesus, que, segundo as escrituras bíblicas, gostava de batizar as pessoas, purificando-as para a vinda de Jesus.
Assim, passou a ser uma comemoração da igreja católica, onde homenageiam três santos: no dia 13 a festa é para Santo Antônio; no dia 24, para São João; e no dia 29, para São Pedro.
Os negros e os índios que viviam no Brasil não tiveram dificuldade em se adaptar às festas juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.
Aos poucos, as festas juninas foram sendo difundidas em todo o território do Brasil, mas foi no nordeste que se enraizou, tornando-se forte na nossa cultura. Nessa região as comemorações são bem acirradas - duram um mês, e são realizados vários concursos para eleger os melhores grupos que dançam a quadrilha. Além disso, proporcionam uma grande movimentação de turistas em seus Estados, aumentando as rendas da região.
Com o passar dos anos, as festas juninas ganharam outros símbolos característicos. Como é realizada num mês mais frio, passaram a acender enormes fogueiras para que as pessoas se aquecessem em seu redor. Várias brincadeiras entraram para a festa, como o pau de sebo, o correio elegante, os fogos de artifício, o casamento na roça, dentre outros, com o intuito de animar ainda mais a festividade.
As comidas típicas dessa festa tornaram-se presentes em razão das boas colheitas na safra de milho. Com esse cereal são desenvolvidas várias receitas, como bolos, caldos, pamonhas, bolinhos fritos, curau, pipoca, milho cozido, canjica, dentre outros.
Por Jussara de Barros


Simbolos da Festa Junina
As
festas juninas vieram para o Brasil na época da colonização, trazidas pelos portugueses. São de origem francesa, por isso nas danças aparecem várias palavras nessa língua.
Nos arraiais juninos podemos encontrar vários elementos da cultura popular, que traduzem a crendice da população de cada região. Cada um desses símbolos tem um significado para a festa.
A quadrilha surgiu nos salões da corte francesa, recebendo o nome de “quadrille”, mas é de origem inglesa, uma dança de camponeses chamada “campesine”. Na época da colonização do Brasil, os portugueses trouxeram essa dança, bem como seus principais elementos: os vestidos lindos e rodados (que representavam as riquezas da corte), os passos puxados na língua francesa (anarriê, avancê, tour, etc.) e os agradecimentos aos santos pelas boas safras nas plantações.
O casamento caipira faz uma sátira aos casamentos tradicionais. A
noiva está grávida e o pai da mesma obriga o rapaz a se casar. A apresentação do casamento na roça é muito engraçada, pois o noivo aparece bêbado, tentando fugir do altar por várias vezes, sendo capturado pelo pai da noiva que lhe aponta uma espingarda. Este conta com o apoio do delegado da cidade e do padre para que o casamento seja realizado. Após a cerimônia, os noivos puxam a quadrilha.
A fogueira simboliza a proteção dos maus espíritos, que atrapalhavam a prosperidade das plantações. A festa realizada em volta da fogueira é para agradecer pelas fartas colheitas. Além disso, como a festa é realizada num mês frio, serve para aquecer e unir as pessoas em seu redor. Cada santo tem uma fogueira, sendo a quadrada de santo Antonio, a redonda de são João e a triangular de são Pedro.
Os balões juninos indicam o início da festa, mas foram criados para reverenciar os santos da festa, agradecendo pela realização dos pedidos, normalmente relacionados ao namoro e ao casamento, onde as pessoas encontram seus pares românticos. Os balões não são mais usados, podem ocasionar vários incêndios, caindo em locais perigosos e destruindo a natureza.
Os fogos se originaram na China, também como forma de agradecer aos deuses pelas boas colheitas. São elementos de proteção, pois espantam os maus espíritos, além de servir para acordar são João com o barulho.
A lavagem dos santos é o momento em que as suas bandeiras são mergulhadas em água, para trazer purificação. As bandeirolas representam as bandeiras dos santos, levando purificação a todo o local da festa.
O pau de sebo é uma brincadeira com o objetivo de se ganhar uma quantia em dinheiro, que está afixada em seu topo. Com essa diversão a festa fica mais animada, pois as pessoas têm que subir no mastro, lambuzado de gordura. Muitas vezes, os participantes vão subindo nos ombros uns dos outros, até conseguirem pegar o prêmio, que acaba servindo para pagar parte de suas despesas na festa.
As simpatias proporcionam aos convidados maior sorte no amor. Os santos juninos são conhecidos como santos casamenteiros, mas santo Antônio é o mais influente deles. Nessas práticas, a imagem do santo é castigada, até que a pessoa consiga encontrar um amor.
As comidas típicas também são símbolos juninos, como forma de agradecimento pela fartura nas colheitas, principalmente do milho, a festa se tornou farta em seus deliciosos quitutes como: curau, canjica, pamonha, bolo de milho, milho cozido, pé de moleque, paçoquinha, Mané pelado,
dentre outras.
Por Jussara de Barros

Simpatias na Festa Junina
O período das festas juninas é bem caracterizado pelas brincadeiras e símbolos, mas também pelas simpatias, normalmente feitas para se arrumar um amor.
Todos esses elementos são rituais de origem popular, a que podemos identificar como folclóricos, pois foram inventados pelo povo, variando de acordo com as regiões do país.
Entre as simpatias mais conhecidas temos a de arrumar um namorado, pedindo ao santo casamenteiro um lindo pretendente.
Para isso, na noite do dia doze de junho, escreva os nomes dos seus preferidos, enrole os papeizinhos e mergulhe-os numa bacia com água. O nome que amanhecer aberto será seu futuro esposo. Dica: para saber se o noivo será velho ou moço, coloque um ramo de manjericão ao pé da fogueira. Se o mesmo permanecer verdinho é porque o noivo será moço, mas se murchar é sinal de que o noivo será mais velho.
Outra dica para arrumar marido ou namorado é amarrar uma fita branca e outra vermelha no pescoço de santo Antônio. Os nós devem ser bem apertados para castigar o mesmo, pois dessa forma ele age mais rápido, fazendo com que seu pretendente apareça logo. Quando isso acontecer, o santo deverá receber orações, a fim de recompensá-lo pelo castigo e pelo desejo realizado.
Para conseguir proteção aos maus olhados, afastar pessoas invejosas e as doenças, na noite do dia doze de junho faça um chá com arruda, cravo da índia, canela, alecrim e manjericão. No dia treze, após o banho, jogue esse chá sobre sua cabeça e deixe escorrer por todo o corpo. Colocar um dente de alho no bolso da roupa também serve para dar proteção, pois o cheiro do alho afasta os maus espíritos.
As pimentas também dão proteção contra os maus olhados. Manter um pé de pimenta na sala de sua casa espantará a inveja das pessoas que entrarem no ambiente, pois as pimentas retêm todos os males desejados. Como prova disso, ficam imediatamente murchas.
É comum vermos as pessoas com medo da morte. Para saber quem morre primeiro, pegue dois pedaços de carvão da fogueira de um dos três santos e coloque-os numa bacia cheia d’água. O carvão grande representa o marido e o pequeno a esposa. O carvão que afundar primeiro será o que vai morrer. Se os dois boiarem é sinal que o casal viverá eternamente unido, mas se afundarem no mesmo momento é porque o casal irá falecer junto.
Para não faltar alimento deve-se ir a uma igreja católica no dia treze de junho para receber o pãozinho de santo Antônio. Este deve ser guardado no armário dos mantimentos, para que os alimentos prosperem como o pão de Cristo.
Para ganhar muito dinheiro coloque três moedas no fundo de um pote de sal, mas cuide para que o sal nunca acabe, para que também não acabe o dinheiro. O sal traz sorte, pois espanta as energias ruins.
A certeza de casamento pode vir com a imersão de duas agulhas num prato fundo cheio de água, que deve ser feito na noite do dia doze de junho. Se as agulhas amanhecerem separadas é porque não haverá casamento, se juntas, é casamento na certa.
No dia vinte e quatro de junho, dia de são João, pegue o primeiro ramo verde que encontrar e passe-o sobre as verrugas. Em poucos dias ficará livre delas.

Por Jussara de Barros
Comidas típicas da Festa Junina
Conta a história que as comemorações juninas surgiram na época pré-gregoriana, em comemoração à fartura das colheitas, no solstício de verão, onde faziam-se uma grande festa pagã para agradecer a fertilidade da terra. Essa festa era realizada no dia vinte e quatro de junho.
Aos poucos a festa foi sendo difundida por todo o Brasil, tendo chegado ao nosso país através da colonização dos portugueses.
Nessa data o milho está em evidência em nossas plantações, sendo a base de todos os alimentos consumidos nas festas juninas.
Dentre tantos pratos deliciosos podemos destacar a canjica, o curau, a pipoca, a pamonha, o bolo de milho, o caldo de milho, milho cozido, dentre outros. Porém, não são apenas esses alimentos que compõem a culinária da festa.
Dependendo da região onde for realizada, a festa junina apresenta um caráter peculiar com a cultura da localidade.
Várias são as opções para se fazer uma boa festa junina. O mané-pelado é um bolo feito de mandioca crua, ralada; a paçoquinha é feita de amendoim torrado, bolacha de maisena e leite condensado; a maçã do
amor é uma maçã mergulhada em calda de açúcar, com um cabo de palito de picolé; bolo de coco; cachorro-quente, o delicioso pãozinho com molho e salsicha; pé de moleque, feito com rapadura e amendoim torrado; pinhão cozido, uma castanha característica do sul e o famoso quentão, feito com gengibre, canela e pinga.
As festas juninas são conhecidas como características da igreja católica, por manter adoração a três santos: São João, Santo Antônio e São Pedro.
Dessa cultura religiosa surgiram as quermesse ou festas de barraquinhas, onde são vendidos esses deliciosos alimentos, além de artesanatos, a fim de arrecadar verbas para as benfeitorias da igreja.
Essas festas também são conhecidas como festas de caridade e durante a realização das mesmas acontecem várias brincadeiras, também para se arrecadar fundos. São feitos pequenos leilões de alimentos, onde os lances chegam a valores bem maiores que os das prendas, mas somente para levar animação ao momento, além de fazer a doação para a igreja.
Mas o importante mesmo é se divertir e comer as delícias das festas juninas.

Por Jussara de Barros Bolo de Fubá Caipira... receita da Vovó
Ingredientes
3 copos de fubá
2 copos de açucar
2 copos de leite
100 gramas de manteiga
1 colher de erva doce
3 ovos1 colher de (sopa) de fermento em pó.
Preparo:
Cozinhe em uma panela os 5 primeiros ingredientes, mexendo sempre.Tire do fogo, acrescente os ovos na massa quente, misturando rápido para que eles não cozinhem.Por último, coloque o fermento em pó e mexa bem, com suavidade. Despeje a massa em forma untada com manteiga e polvilhada com fubá, leve para assar até que o bolo esteja corado.

O meu netinho Raphael adora tudo isso e o bolo então...hummm
Aqui o meu netinho João Pedro vestido de caipira,
na festa junina da escola no ano passado, com a sua mãe (minha filha)
Então vamos comemorar?
Textos:
Imagens:
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MA JIVAN PRABHUTA

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24 comentários:

António Rosa (José) disse...

Post absolutamente fabuloso. O que aprendi! Muito obrigado. Bom texto e excelentemente ilustrado.

Estas festas são muito especiais.

Beijo

Adelaide Figueiredo disse...

Astrid,

Este post é mesmo uma autentica reportagem, com todos os pontos e virgulas como eu costumo dizer :)
Aquele bolo de fubá deve ser uma delícia!
Seus netinhos são um encanto e já gostam da tradição. Para as crianças é uma festa.
Quando era jovem adorava estas coisas. Aqui em Portugal os nossos Santos Populares também se festejam.

Beijos

Astrid Annabelle disse...

Olá António!
Depois de doze horas sem internet...(só para variar um pouquinho, deu pane geral na Telefonica)...estou aqui finalmente para agradecer seu comentário. Sabe eu sou festeira, (você já deve ter percebido isso...lol) e esse tempo das festas juninas no tempo em que meus três filhos eram pequenos foram inesquecíveis...hoje retornam com os meus netos...
Foi muito agradável realizar este post!
Também aprendi muito.
Beijo agradecido.
Astrid Annabelle

Pousada Acqua Flats Ubatuba disse...

Parabéns pelo post, ele está muito alegre e informativo. Vai de tradição, história e cultura até gastronomia temática. Muito bacana!
Quanto às fotos dos meus porquinhos, sou suspeita para elogiar, porque além de meus porquinhos, são meus anjinhos!

Beijos e valeu!

Ass.: Ana

Astrid Annabelle disse...

Adelaide!
E é mesmo...e muito fácil de fazer...uma delícia...garanto!
O post ficou bonito mesmo e sabe, aprendi coisas que nem eu sabia...
Eu sempre adorei as festas juninas...
Um beijo agradecido por suas palavras carinhosas.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Olá Ana!
Fiquei feliz que inaugurou um blog...já já vou colocar um link aqui,OK?
Agradeço suas palavras a respeito do post...ficou interessante mesmo.
Quanto aos meus netinhos e seus porquinhos/anjinhos...sem comentários. São o meu (nosso) tesouro...
Um beijo filha.
Mãe

Lucília Ramos disse...

Grande relato, amiga! O problema é que está meio difícil de entrar no blogue... ele pensa e volta a pensar, só depois é que abre as portas à gente caipira, como eu.

Adorei ver o teu neto Raphael, assim como a tua filha linda e seu filho.

Tanta coisa que o mês de Junho nos mostra, pela tua mão, claro.

Recebe uma beijoca e aproveita bem estas festas populares... que eu ando nessa!

Lucy

Astrid Annabelle disse...

Oba! Que alegria receber você Lucy!
É, este tema eu gosto demais, pois guardo na memória grandes festas na época em que os meus filhos eram pequenos.
O Raphael é sempre assim...muito alegre..
O João é mais quieto nesse sentido e a Ana, minha filha, a mãe coruja dos dois...
Os dois adoram bolos...pudera...
Espero que quando vieres de novo o blog lhe receba melhor!!!! Afinal esse negócio de pensar se abre a porta para uma amiga como você é muita desconsideração...lol Vou reclamar no Blogger...
Um beijo querida.
Astrid Annabelle

adriana disse...

Astrid,
Para quem nasceu na roça...
É sempre uma delícia ouvir sobre as festas juninas.
Muito quentão, pipoca e broinha de fubá pra você, neste mês.
Ah... e pé-de-moleque!
:)

Maria de Fátima disse...

Olá Madrinha Astrid aprendi muito ao ler este enorme post sobre os Santos Populares.Eu também gosto muito de festejar o São João, é feriado aqui no Porto.Beijinhos.
P.S.:Adorei ver os teus netos e a tua filha, são lindos.

Astrid Annabelle disse...

Adriana bom dia!
Só agora o Blogger abriu...estava fora do ar...em manutenção...por isso não respondi antes!
É amiga...quer coisa mais gostosa que a roça!!! Natureza pura!!!
Eu adoro...é uma festa mesmo!!!
Beijos
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Olá Mimi!
Viu quanta coisa bonita e gostosa???!!!
Festa é uma coisa boa e estas em especial pela tradição e folclore, por suas cores e sabores...
Meus netinhos...ah!!!são a minha riqueza...e meus filhos igualmente!!!
Um beijo grande
Astrid Annabelle

FadaMoranga disse...

Bolo de fuba!!!

Nem sei o que eh fuba, mas confio na sua vovo! :-))
Adoro ver o Raphael! Eu acho muita piada as festas juninas porque me parecem muito Mauricio! So falta a Monica atirar com o coelhinho a todos os caipiras bebedos. E essas encenacoes da noiva gravida... Coisa linda! :-)))
Um grande bem haja!
Beijos***deFada

Astrid Annabelle disse...

Fada querida!
Estava mesmo faltando uma fada na festa!!!!
Fubá é a farinha do milho. Os índios usavam-a na alimentação básica deles. Pode ser grossa ou refinada. No caso aqui é a refinada. Este bolo é uma delícia e modéstia a parte seu fazer muito bem. Fica molhadinho e uma delícia para comer tomando café!!!
O Raphael é uma figura mesmo! Fica ao meu lado aprovando ou desaprovando meus posts!!!
Quando falei em bolo ele se animou todo e deu no que deu...a foto!!!
As festas juninas sempre são muito animadas por causa das brincadeiras, das músicas alegres, dos comes e bebes, das danças e simpatias.
Eu sempre gostei...foram grandes momentos que revivi fazendo esta "matéria"!
Um beijo grandão.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

ERRATA
"Este bolo é uma delícia e modéstia a parte seu fazer muito bem."
LEIA-SE
Este bolo é uma delícia e modéstia a parte SEI fazer muito bem!!!!

FadaMoranga disse...

Ai ele eh isso?

Bom... vou apontar a receita e farei!

Viva o Raphael!
Vivam os bolos!

Um grande beijo*deFada

FadaMoranga disse...

Como se chamava a vovo?

Astrid Annabelle disse...

Fada!!!
Então quando fizer o bolo me avisa!!! Quero um pedaço de bolo de fubá feito por mãos de Fada!!!!!
A minha avó era Agnes Emilie...mas a receita é minha mesmo...hehehehehe
Bjs
Astrid Annabelle

Maria Gloria disse...

Astrid Annabelle,

Lembrei de tantos detalhes esquecidos com o tempo neste texto maravilhoso! Realmente, uma delícia de ler ... a história do noivo que não quer casar, as simpatias kkkk, as comidinhas típicas tão gostosas ... fui até o meu Jardim da Infância, minha pré-escola. Acredita que fui ver as fotos? Tenho uma foto no monóculo comendo paçoquinha ... kkkk. Obrigado por momentos e lembranças tão deliciosos. Feliz Santo Antonio! Beijos e abraços.

Astrid Annabelle disse...

Olá Maria Glória querida!
Pois nos remete mesmo a um tempo distante, outras realidades...tantas festas, tantas fogueiras, paçocas, pipocas, quentões...etc...
E quando eu publiquei este post nem poderia supor ou sequer imaginar que oito dias depois estaria viúva. Mas fique tranqüila, hoje já consigo separar as coisas...os fatos das festas juninas...
E o bolo de fubá é excelente..fazia de montão para a criançada!!!!
Beijo bem grande na bochecha!!!
Astrid Annabelle

Anônimo disse...

Querida Astrid, é tão bom recordar os Santos Populares!!

Saltar a fogueira, dançar ao som do Roberto Carlos que entoava nas ruas enfeitadas com balões e bandeirinhas, e,os vizinhos de cada rua trabalhava para que a sua fosse a mais bonita!
Os primeiros namoricos de mãos dadas pela primeira vez com eram muitos miudos, ruas cheias de gente muita diversão, muita festa e alegria!
Obrigada amiga por tanta e boa partilha, aprendizagem e bastante festa, eu gostei imenso! <3

Quanto aos teus netinhos e filha são lindos!
Beijinhos para ti querida Astrid e para eles.
Manuela

Astrid Annabelle disse...

Boa tarde manuela! Que delícia receber você aqui.
As festas de ruas sempre foram muito animadas. Hoje em dia, pelo menos aonde estou isso não mais acontece. O que é uma pena.
Aqui também havia concorrência entre os moradores para saber que festa estava mais animada!!!
São lembranças boas de outro tempo...
Beijo estalado ou repenicado na bochecha, agradecendo por todas as palavras carinhosas.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Manuela...saiu com minúscula...perdão...

pensandoemfamilia disse...

Oi Astrid
Sempre gostei das festas juninas, na adolescência foi uma linda diversão e interação. Hoje, ainda procuro ir a algumas, mas
estão bem descaracterizadas, em sua maioria.
Porém alguns quitutes ainda existem.
Belo post. bjs

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