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Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...
...POR TODOS OS QUE AMOROSAMENTE SEGUEM ESTE BLOG!
"O ser integral conhece sem ir,
vê sem olhar e realiza sem fazer."

Lao Tzu

♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

POIS É...

"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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domingo, 10 de janeiro de 2010

Como é para você falar sobre o que sente?

Todos nós temos um pouco de dificuldade em lidar com nossos sentimentos. Tudo começa quando ainda somos crianças. Naquela época, raramente tínhamos alguém que nos desse apoio para que pudéssemos demonstrar sentimentos como raiva, ciúme, inveja, vergonha. Em muitos casos, nem chorar era permitido. E com isso, muitas pessoas aprenderam logo cedo a engolir suas lágrimas e sentimentos. Nos ensinavam, com raríssimas exceções, que nada devíamos demonstrar, e aos poucos aprendemos a reprimir o que sentimos. Quando não tivemos quem nos ajudasse a lamentar nossos momentos de dor, solidão, tristeza, acabamos por bloquear, reprimir para outras pessoas e para nós mesmos, tudo aquilo que sentimos. Queremos ser fortes e conseguimos, mas só nós sabemos qual o preço que pagamos. Com o tempo, começamos a perceber que tudo aquilo que por anos ficou muito bem guardado, começa de alguma forma a pedir, para não dizer gritar, que precisa sair. É neste momento que inconscientemente criamos situações nas quais estes sentimentos possam ser experimentados novamente. Quando vivemos situações de desprezo, rejeição, abandono, solidão, maus-tratos, quando criança e não havia quem pudesse suportá-los ao nosso lado, passamos a recriar situações e relacionamentos para podermos expressá-los aqueles mesmos sentimentos que foram reprimidos, com a fantasia inconsciente de resolver o trauma original. Nem sempre recriamos as mesmas situações, mas sim qualquer situação que nos faça sentir os mesmos sentimentos.
Sentimentos de rejeição, abandono e abusos vividos durante a infância são os mais difíceis de serem superados. É como se registrássemos que não somos dignos de sermos amados, nem aceitos por aquilo que somos. Isso pode gerar muitas dificuldades nos relacionamentos, seja em forma de boicotes ou repetição de padrões, pela necessidade constante de aprovação e reconhecimento. Por exemplo, uma pessoa que viveu situações de rejeição e abandono durante sua infância, pode buscar, é isso mesmo, buscar inconscientemente, situações que a façam se sentir abandonada e rejeitada. Se teve um pai e/ou mãe que a rejeitaram, foram ausentes, distantes, poderá fazê-la recriar relacionamentos com pessoas que a faça se sentir igualmente rejeitada e abandonada. Isso pode parecer absurdo, mas nosso inconsciente faz exatamente isso mesmo, mas há uma intenção, que é nos libertar daqueles sentimentos que tanto machucaram e continuam a machucar, mesmo depois de muitos anos. Mas, para isso, é importante ter alguém com quem possa contar o que sentiu, lamentar, e receber todo apoio que não recebeu na época que aconteceu. Há pessoas que perderam pessoas significativas quando crianças e até hoje, já adultas, não choraram, nem elaboraram, e muito menos superaram essa dor. Ser capaz de falar sobre a dor que sentimos significa que inconscientemente estamos dispostos a aceitar e superar o que nos aconteceu. O que nem sempre é fácil, pois assusta, causa medo de sentir mais dor, o que faz com que as pessoas evitem tocar nestes assuntos, o que só causa mais dor. O fato de não falar sobre o que sentimos, não nos isenta de senti-los.
Quando passamos uma vida sendo machucados e passamos por cima, ignorando como se nada tivesse acontecido, pois do contrário ficaríamos completamente sós, acabamos por permitir que outras pessoas nos machuquem mais e mais. Assim, perdemos o foco em nossa própria vida, deixando de nos ouvir para ouvir aos outros, deixamos de ser nós mesmos para sermos quem gostariam que fôssemos, e é assim que nos perdemos de nossa essência, de quem somos verdadeiramente.
É preciso lembrar e ter consciência que se um dia alguém não o aceitou, o abandonou, muitas outras lhe deram valor, gostam de você e estão ao seu lado. É preciso parar com essa busca incessante de aprovação, seja de quem for, geralmente dos genitores, e que pode se estender por toda uma vida. Do contrário, de vítima poderá se tornar em algoz de si mesmo. Se a rejeição ainda está viva como se existisse no momento presente é porque de alguma forma você assim permite. Interrompa esse círculo vicioso de dor. Libere este sentimento para que ele se dissolva e pare de te torturar. Hoje você não precisa mais passar pelas mesmas agressões, indiferença, desprezo, vergonha, humilhação, entre tantas outras situações que já vivenciou. Hoje você pode viver na harmonia, paz, tranqüilidade, pois essa condição só depende de você. Enquanto criança não temos muitos recursos para nos defender, mas hoje adultos, podemos, e temos todo direito de sermos pessoas inteiras, felizes, sem implorar por carinho, apoio, compreensão, amor. Com certeza, você deve ter muitos momentos agradáveis registrados em sua mente. Muitas palavras e atitudes de carinho. Traga isso para o momento presente. Por que se sentir desvalorizado, diminuído, inferior, rejeitado, por que uma pessoa não o aceitou ou demonstrou aquilo que você precisava? Por que não permitir que o amor de outras pessoas, que com certeza há ao seu redor, chegue até seu coração? Quais são as pessoas que lhe demonstram amor, carinho, atenção, que lhe tratam com respeito, dignidade e consideração? Valorize essas pessoas, deixe que o amor que sentem por você seja muito maior que a rejeição e o desprezo que recebeu um dia.
Você pode reagir, portanto, reaja!

A quem você gostaria de agradecer por uma palavra, um gesto, apoio, que um dia recebeu? Você já falou para essa pessoa o quanto lhe ajudou quando precisou? Por que não fazer isso agora? Dê um telefonema, escreva um e-mail, marque um almoço, jantar, um suco, um momento para falar da diferença que fez em sua vida. Você deixará essa pessoa feliz e você ficará mais ainda em saber que há pessoas com quem pode contar. Divida estes bons sentimentos com quem conseguiu fazer despertá-los dentro de você. A vida não pode ser contabilizada apenas de dor, mágoas, tristezas, mesmo que um dia existiram, elas podem ser substituídas por alegria, paz, harmonia. Saber valorizar o que recebemos de bom e partilhar com quem nos faz sentir vivos, alegres, pode ser um antídoto contra a dor que nos fizeram um dia sentir. Solte essa dor, chore o que não chorou, procure quem possa ouvi-lo, só assim irá conseguir se libertar daquilo, que por mais que negue, ainda dói dentro de você.

autora:- Rosemeire Zago



À todos os verdadeiros amigos que encontrei nessa vida...

MA JIVAN PRABHUTA


IMAGENS: GOOGLE

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10 comentários:

Sonia Beth disse...

Astrid

Fiquei bege !!! òtimo para o dia de hoje.

beijocas

Astrid Annabelle disse...

Fiquei bege!!!!hahahaha... essa foi boa Sonia!!!
Bom dia!
Também achei uma mensagem válida para um domingo...vamos pensar a respeito!!!!
Beijo grande e agradecido.
Astrid Annabelle

Lucy disse...

Astrid, será que recebeste o meu comentário já de ontem? É que não o vejo a qui colocado e penso que foi para o espaço.

Beijinho,
Lucy

Astrid Annabelle disse...

Olá Lucy!
Não veio não!
Nem cheiro dele...que pena!!!
Agora fico imaginando o que escreveu...curiosidade geminiana...hehehehe
Estive no seu blog Portugal Encoberto...linda postagem...quis deixar comentário mas não tem como...
Bem, apesar de tudo isso adorei receber suas palavras!
Um beijo grande agradecido.
Astrid Annabelle

Lucília Ramos disse...

Olá Astrid!

Pois é amiga, deixei aqui um comentário tipo 'lençol' de palavras, tenho pena de não ter ficado porque agora só poderei resumir.

Contava-te eu, que este teu texto tinha vindo mesmo a propósito, por causa de um sonho que tive numa noite recente.

Sonhei eu que, já quase no despertar, que tinha ido visitar a casa onde nasci e onde vivi toda a minha infância. A casa hoje está quase em ruínas, sem residentes, mas está lá, de pé!
E nesta viagem de regresso às memórias de infância, acompanhava-me a minha mãe (que já morreu há 19 anos). Andávamos as duas de braço dado e ela a mostrar-me tudo o que desejava ver: o enorme quintal (que já não existe, pois foram construídas casas no lugar) e eu a comover-me com as árvores de fruto, até me ajoelhei junto de um pessegueiro a agradecer os saborosos pêssegos, que guardo o sabor desde então. O tanque grande onde a minha mãe lavou tanta roupa, e eu a sentir, no sonho, a água fresca nas mãos, quando as mergulhei. E depois, a mãe a abrir-me a porta da cozinha para que eu a visse toda arrumadinha e quase igual Á da minha memória. Depois a minha mãe ficava cá fora e eu continuava a visitar a casa. Detive-me no quarto onde nasci, olhei para o espelho do guarda-roupa e chorei, vi bem o meu rosto de agora, tive vontade de gritar, mas a voz não saía, mas fiz tal esforço, pois eu sabia que estava a sonhar, que consegui gritar várias vezes: "Eu quero a minha infância".

Depois ouvi barulho na cozinha. A minha mãe tinha desparecido e vivia gente na casa, ela já estava restaurada. Eu sabia que eram familiares do meu padrinho, que foi o senhorio da casa. Saí sem fazer barulho pela porta da sala e vi-me na rua, em pijama, tal e qual como estava vestida na noite que sonhei. Mas ainda me deu vontade de rever a casa mais uma vez, voltei a entrar na sala mas estavam algumas crianças espalhadas pela casa a dormir a sesta. Uma delas viu-me e eu tive de me tornar 'invisível' (outro esforço que fiz no sonho - lol) e voltei a sair pela mesma porta. Depois acordei com lágrimas a correrem-me dos olhos, estava muito comovida. Foi a emoção de rever a casa e a minha mãe e aquela saudade imensa de uma infância 'perdida' - assim foi o meu sentimento.

Pronto, já não foi resumo nenhum - saíu tudo, ou quase.

Desculpa lá a invasão do espaço, mas como sei que percebes de sonhos e de sentimentos, aqui vai.

Quanto aos comentários no blogue, só por email. Não tenho mais paciência para andar de blogue em blogue a comentar por gentileza. Sempre visito os blogues dos amigos, mas só comento quando sinto. Além de poupar aos outros tal frete, também.

Um grande abraço e um bom dia para ti, querida amiga.
Lucy

(Por aqui vai um tempinho desgraçado...!)

Maria Izabel Viégas disse...

Astrid amada,
quero te agradecer ao belo comentário feito no meu blog. Estar contigo é enriquercer em todos os sentidos, físico, intelectual, espiritual etc.
Quase agreguei teu comentário ao post. És uma querida!!!
Excelente artigo este acima. É uma constatação no nosso cotiadiano, a repetição de padrões e a ínica forma de mudarmos é reconhecer-se. E partir para uma ação amorosa, a simesmo e aos outros.
Até porque pode a mente racional nega, fazer de conta, "esquecer"...mas as marcas da dor ficam no corpo e manifestam-se sob a forma de doenças.
E continua um girar se fim.
Oxalá venha o tempo que as pessoas comecem a ouvir o que o seu próprio corpo lhes implora!
Obrigada sempre!
Beijos no seu coração!

António Rosa disse...

Astrid

Lindo texto, mesmo a necessitar, por andar tão enfronhado nas questões da vida, que até me esqueço de visitar os amigos.

Perdoe a minha ausência.

Beijos

Astrid Annabelle disse...

Lucy!
Finalmente acesso meu blog!
Bem, já lhe respondi por email...
Os sonhos são uma experiência pessoal e é impossível alguém querer intepretar um sonho alheio.
Cada um sabe o que sentiu, porque sentiu e sonhou...
Eu sinto que passou por uma purificação das memórias profundas do inconsciente.
Mas daí para ser verdade....seu coração é que dirá!
Um beijo querida amiga!
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Maria Izabel!
também você ficou sem a devida resposta no blog. Eu sei que recebeu meu email.
Bem, agora tudo resolvido vamos caminhando...
Um beijo enorme e agradecido por suas palavras...
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

António!
Como pode perceber pelos comentários acima fiquei sem poder acessar ao Blogger.
Portanto seu comentário chegou em hora certa...
Não precisa pedir perdão pois estou em permanente contato consigo. É natural que fico imensamente feliz quando me visita.
Este texto foi postado para refletirmos um pouco sobre nós mesmos, tão largados que estamos, envolvidos com os outros!
Tenha um dia feliz!
Um beijo grande e agradecido.
Astrid Annabelle

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