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Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
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Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

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...POR TODOS OS QUE AMOROSAMENTE SEGUEM ESTE BLOG!
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♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

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"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Continuando a conversa de ontem...

Conforme prometi no post de ontem, aqui está...
O tema é o mesmo...politicamente correto!

RUBEM ALVES

"Crioulinha..."
As palavras são a carne do mundo; não podem ser substituídas por outras, ainda que mais verdadeiras.

UMA DAS MEMÓRIAS felizes que tenho de minha infância me leva de volta à escola. Eu estava no terceiro ano primário. Era a aula de leitura. Não, não era aula em que líamos para a professora ouvir e corrigir. Ao contrário, era a professora que lia para nos deliciar. Foi assim que aprendi a amar os livros. Não aprendi com a gramática.

Dizem que os jovens não gostam de ler. Mas como poderiam amar a leitura se não houvesse alguém que lesse para eles? Aprende-se o prazer da leitura da mesma forma como se aprende o prazer da música: ouvindo. A leitura da professora era música para nós.

A professora lia e nós nos sentíamos magicamente transportados para um mundo maravilhoso, cheio de entidades encantadas. O silêncio era total. E era uma tristeza quando a professora fechava o livro. "O Saci", "Viagem ao Céu", "Caçadas de Pedrinho", "Reinações de Narizinho". Esses eram os nomes de algumas das músicas que ela interpretava. E o nome do compositor era Monteiro Lobato.

Mas agora as autoridades especializadas em descobrir as ideologias escondidas no vão das palavras descobriram que, por detrás das palavras inocentes, havia palavras que não podiam ser ditas. Monteiro Lobato ensina racismo. E apresentam como prova as coisas que ele dizia da negra Tia Anastácia...A descoberta exigia providências. Era preciso proibir as palavras racistas. Monteiro Lobato não mais pode frequentar as escolas...Assustei-me. Senti-me ameaçado. Fiquei com medo de que me descobrissem racista também. Tantas palavras proibidas eu já disse.

É preciso explicar. Naqueles tempos, tempos ainda com cheiro da escravidão, havia um costume... As famílias negras pobres com muitos filhos, sem recursos para sustentá-los, ofereciam às famílias abastadas, brancas, para serem criados e para trabalhar. Assim era a vida. Foi assim na minha casa. Veio morar conosco uma meninota de uns dez anos, a Astolfina, apelidada de Tofa. Escrevi sobre ela no meu livro de memórias "O Velho que Acordou Menino". Cuidou de mim, dos meus irmãos, e morou conosco até se casar. Acontece que, ao contar sobre ela, eu usei uma palavra que fazia parte daquele mundo: "crioulinha". Era assim que se falava porque essa era a palavra que fazia parte daquele mundo. Imaginem que, obediente à "linguagem politicamente correta", eu, hoje, tivesse escrito no meu livro "uma jovem de ascendência afro"... Não. Esse não era o mundo em que a Astolfina viveu.

As palavras são a carne do mundo. Não podem ser substituídas por outras, ainda que mais verdadeiras, ainda que sinônimas. É preciso dizê-las como foram ditas para que o mundo que foi fique vivo novamente. A história se faz com palavras que faziam parte da vida. Aí, então, se pode explicar, como nota de rodapé: "Era assim. Não é mais...".

Estou com medo de que as ditas autoridades descubram que usei a palavra racista "crioulinha" para me referir àquilo que, hoje, seria "uma jovem de ascendência afro".

Estou, assim, tomando minhas providências. Para que não coloquem meu livro no "Índex" vou apagar a palavra "crioulinha" do texto e, sempre que precisar me referir à Tofa, direi que ela era uma governanta suíça e ruiva, uniformizada de branco e touca, para evitar que fios de cabelo caíssem na comida... Assim, meu livro purificado do racismo poderá frequentar as escolas...

É preciso falar mais?

O recado está dado.


ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
* Todos os direitos reservados. Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autoria.CAMPANHA DE DIREITOS AUTORAIS - APOIE E DIVULGUE ESSA IDÉIA
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30 comentários:

Beth/Lilás disse...

Grande Rubem Alves!
Sou fã de carteirinha deste maravilhoso escritor e sempre digo pra Glorinha que é meu favorito na atualidade.
Abomino e condeno quem faz chacota de pessoas pela cor, nacionalidade, pela região, pela opção sexual e religiosa.
Agora, falar o que é realmente nunca foi errado, fora isso é hipocrisia pura.
E Viva Monteiro Lobato, para sempre!
bjs cariocas

maria chainho disse...

bom dia astrid!! realmente esta tudo dito... mudam se os tempos ,mudam se as vontades...beijinhos

António Rosa disse...

Astrid,

Não sabia que a palavra 'crioulinha' era politicamente incorrecta!! Uma ida a Cabo Verde resolveria estes equívocos.

Tempos difíceis, estes, hein?!?

Até logo, beijos

António

Taia Assunção disse...

O conceito de raça é muito forte no Brasil, vem antes do humano...além disso, somos ninjas em termos de apelidos. Na Capoeira, esporte brasileiríssimo o uso deles se dá até hoje e normalmente pegamos uma característica da pessoa. Marido é Assombroso por causa da voz parecida com a do fantasma do filme do gasparzinho. Gabi é pipoca porque ao contrário do apelido é super parada, tem também o Azulão (adivinhe porque?) o olho vivo e por aí vai. Acho que o problema está no tom, não no termo...porque o que fazemos é achar outro termo para o que já existe. E fica uma ciranda louca. Marido é negro (há quem não concorde), a família materna é negra, cunhada se casou com um negro cujo pais adotaram duas gêmeas loiríssimas. Miscigenação é a cara do nosso país, mas ainda temos que caminhar ano luz para chegar a um mundo igualitário para todos. Próximos ao dia da consciência Negra convém repensar certos hábitos e questionar certas mudanças. Beijocas. Obs.: marido é simpatissísimo, educadíssimo, gost...e por aí vai...rsrsrs.

Astrid Annabelle disse...

Bom dia Beth querida!
Concordo com absolutamente tudo o que disse!
Eu sou a primeira a abominar o racismo. Tenho este sangue correndo nas veias...está certo que o meu visual não mostra...mas está lá e com MUITO ORGULHO!
Agora querer mudar as histórias de Monteiro Lobato que foram escritas lá atrás, para mim é falta do que fazer!
Eu cresci, assim como o Rubem Alves, embalada nas histórias do Monteiro Lobato!
Por que em lugar de ficar procurar pelo em ovo não cuidam melhor do Enem??? Será mesmo que não tinha um único filho de Deus que pudesse ter revisado as provas na gráfica???
Cala-te boca!!!
Beijos amiga carioca!
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

E assim será sempre, Maria querida!
Um beijo grande para um lindo dia!
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Bom dia António!
Nem eu!!!
Pasme...agora é!!!
Estão querendo atualizar o que não pode ser alterado...o modo de vida do tempo em que as histórias de Monteiro Lobato foram escritas.
Hoje estamos evoluindo como povo e eu sou totalmente contra qualquer discriminação. Para mim existe o ser humano...não importa a cor, a religião, o sexo, a nacionalidade, assim como disse a Beth acima.
Nessa semana onde se comemora a Consciência Negra devemos rever conceitos e crenças, mas não mexer na história.
Os livros de Monteiro Lobato são indicados pelo próprio Ministério da Educação e agora...não servem mais??? Aí tem!!!
Eu não costumo me envolver com certos assuntos cabeludos, mas essa questão foi demais.
E viva os Negros!!! E viva Monteiro Lobato!!!
Beijo grande para um lindo dia querido.
Astrid Annabelle

Chica disse...

Que maravilha de texto! E que Monteiro Lobato seja lembrado pelo que realmente fez de bom e não por essas bobagens que inventaram agora...Incrível!

beijos,lindo dia,chica

Astrid Annabelle disse...

Bom dia querida Taia!
Concordo com tudo o que disse. É isso mesmo...somos ninjas em escolher apelidos!
Está na intenção de como se fala sem dúvida. E a bronca maior aqui é que querem mudar fatos que aconteceram no tempo do Monteiro Lobato. Ele não conhecia outra maneira de viver!
E se você começa a alterar o que ele escreveu com o coração você estraga a obra. Isso não é por aí!
Apesar de que sou contra qualquer discriminação.
Eu também tenho sangue negro correndo nas veias...e me orgulho muito disso.
Os lemurianos, um povo de outra era, muito lá atrás, era de cor negra!!!Somos todos descendentes deles!
Para mim quem é racista é ignorante! E digo isso de boca cheia!!!
Eu sinto isso na pele Taia, quando digo que sou baiana...como se eu não pudesse ter nascido na terra santa! Como uma loirinha de olhos verdes tão alemãzinha pode ser baiana???!!! Aí só para irritar eu completo...baiana e com sangue de negro nas veias!!!
A respeito do seu marido: você ouviu a gargalhada que dei ao ler o rodapé do seu comentário????
Um beijo grandão para os dois!
Astrid Annabelle
Ah!E boa viagem!!!!

Taia Assunção disse...

Se pro meu marido que tem a pele escura, dizer que é negro muitas vezes é motivo de piada...imagino para você...e ainda por cima baiana? Oxeoxeoxe, larga de bestagem...rsrsrs. Certamente temos outras coisas mais importantes para remexer...tô rindo daqui também. ;-0

Astrid Annabelle disse...

É isso mesmo Chica!
Chega de baboseiras!
Um beijo grande querida!
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

"Oxeoxeoxe, larga de bestagem...rsrsrs. Certamente temos outras coisas mais importantes para remexer..."
Com certeza Taia! Com certeza!!!
Mais um beijo alegre!
Astrid Annabelle

Glorinha L de Lion disse...

Adorei a continuação desse tema Astrid querida. Abestagem, pura "abestage" como disse a Taia. Racismo? Claro que há? Mas não é por aí que se conserta isso. É com educação e eliminando a ignorância. Imagina, censurar Sheakspeare pq escreveu sobre judeus ou Machado pq escreveu sobre os loucos...Loucos estão todos, esses sim, racistas que querem que o racismo se institucionalisse no país. beijos

Eliane Gonçalves disse...

Oi Astrid,

Genial o texto!

Alías, estou amando aquela propaganda que a Taís Araújo, está fazendo para esclarecer as pessoas com relação ao senso...onde ela diz: minha pele é negra...
Somos brancos, negros, pardos, crioulinhos, amarelos, vermelhos, não interessa a cor ou a origem, somos espirítos...eu diria estou branca nessa encarnação, mas em outras já estive em diferentes cores (pois já fiz TVP).

Bjos querida!!!

Eli.

Marion Lemos disse...

Independente da cultura, nacionalidade, etnia,
ou religião, o homem é um ser cósmico, um cidadão do universo.
SOMOS TODOS IGUAIS.
Parabéns querida Astrid, excelente post.
Querida amiga Astrid,
como fico feliz quando você vem!..
Sempre grata e honrada com sua visita.

Beijo em tua linda alma.

Marion

Tati Pastorello disse...

Já pensou se proibirem livros didáticos de história também? Por que eles ensinam que os negros foram escravos e isto é uma forma de diminuí-los. Ops, posso chamar negros de negros, ou é ofensa?
Complicado, né?
A dor de sermos guiados por cabecinhas tacanhas... triste e empobrecedor.
Rubem Alves deu o recado, não tenho certeza se eles entenderam...
Beijos.

Nilce disse...

Oi Astrid querida, saudades.
Hoje consegui colocar minhas leituras em dia por aqui e concordo com o Rubem Alves e com todos os mais que têm esse pensamento.
Muito bom você trazer esse assunto aqui.
Sabe, eu estou estarrecida com a violência e o rumo que o tal de "bullying" tomou, mas acho que a própria sociedade é culpada.
Sempre fomos chamados de magricelas, nariz de tucano, branquelos, negrinhos, crioulos, vareta, mosquito e muito mais em nosso tempo e eu, meus amigos e irmãos não temos trauma algum por isso.
O que chamam de raça poderíamos muito bem nos referir a animais também, vc não acha?
Essa separação com relação à cor dos dias de hoje é absurda e traz muito mais preconceito ainda. Cotas para negros em Universidades, o que é isso? No meu tempo todo mundo tinha acesso igual à Escola, todas eram boas e de graça. Só existe um culpado em tudo isso: o próprio governo. O interesse financeiro, a roubalheira no Brasil dissiminou nas crianças, antigamente inocentes, esse preconceito idiota, porque sempre vivemos em paz, fôssemos pretos, brancos, mulatos, polacos, ruivos, branquelos, magros ou gordos. Entre nós não havia esse ódio dos dias de hoje.

Bjs no coração!

Nilce

Astrid Annabelle disse...

Tinha que continuar não é Glorinha?
Eu normalmente sou muito discreta com as minhas opiniões pessoais. Nesse caso não deu para ficar quieta. É um abuso que ofende a nossa memória.
Você disse bem...vamos invadir os escritos mundiais e aplicar o politicamente correto.Haha!!! Quero ver. Então só por aí já se percebe a discriminação...ou nas escolas não ensinam sobre os escritores internacionais?
Babaquice, bestagem...oxeoxeoxe...minha avó diria ôxente!!!!
Isso é puramente falta do que fazer, ou melhor, vamos enganar os trouxas e ganhar mais uma bolada em troca da mudanças dos livros didáticos!!!!
Estamos de olho vivo!!!
Um beijo grande amiga e até daqui a pouco com mais uma rodada da blogagem coletiva.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

É isso mesmo Eliane!
Somos seres humanos...somos todos iguais!
Você me fez lembrar do dia em que a moça do senso passou aqui em casa e entre outras coisas perguntou a cor da minha pele...quase que eu respondi que era verde!!!rsss
Vamos que vamos...rsss
Beijo agradecido por sua presença.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Marion temos que falar não é?
Me admira muito que com a net ainda exista esse assunto em pauta!
Um beijo grande na sua alma querida...eu adoro visitar seus blogs...apenas não posso ir com a freqüência que gostaria!
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

O que penso sobre tudo isso já disse acima Tati...uma pobreza de espírito, ou melhor, uma forma de iludir o povão mais uma vez.
Também não sei se receberam o recado....
Um beijo gostoso querida!
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

E não havia mesmo Nilce!
Manter o povo na ignorância é um grande negócio. Isso é!
Somos iguais...nascemos iguais e morreremos iguais.
Vamos dar o exemplo não discriminando ninguém.
Os meus filhos estudaram os três em escolas públicas pois eram as melhores e mais conceituadas escolas em São Bernardo do Campo, onde eu residia nessa época.
Não havia mesmo discriminação nenhuma.
E os apelidos até hoje existem...o jeito é levar na esportiva!
Adorei sua participação nessa conversa cabeluda!!!
Beijos querida.
Astrid Annabelle

Luma Rosa disse...

Astrid, como mudar pontos de vistas? Porque querem consertar o passado ao invés de fazerem o conserto dos erros do presente? Já que este se apresenta totalmente torto moralmente e os valores sociais, principalmente os familiares, desviados por conta de uma “revolução”.

Como Rubem Alves bem expôs, era costume da época as famílias abastadas agregarem pessoas que estavam em situação financeira inferior e vejo hoje em dia, algumas mulheres – não vi nenhum homem até o momento reclamar do que vou citar – de que nós brasileiras temos o ranço da senzala, pois queremos manter em nossas casas “serviçais”, que diga-se de passagem são assalariados e em muitas vezes, braço direito da dona da casa.

Essa crítica parte exclusivamente de brasileiras que moram no exterior. Talvez porque no exterior são elas que fazem o trabalho “inferior”, trabalho este que muitas vezes não tem “coragem” de fazer no Brasil, porquê? Realmente, existe muita hipocrisia na sociedade brasileira.

Sobre o exercício da leitura, vou-lhe contar uma coisa, que já contei no blogue, mas não sei se sabe, faço trabalho voluntário em uma ONG como contadora de histórias – um trabalho mínimo, uma vez por semana, mas que me realiza bastante e ouvindo Turíbio Santos aqui no seu player - e você me disse uma vez que coincidências não existem - ele também está na mesma ONG, mas ensinando os meninos e meninas a tocarem cavaquinho.

Antes das críticas sociais, esse “pessoalzinho” deveria era arregaçar as mangas e saírem detrás da bancada e tomar conhecimento de Como as pessoas ajudam e como outras são ajudadas.

Não faz parte da cultura do brasileiro prestar trabalho social e quando estiverem politicamente corretos, saberão que este é o caminho para se ajudar a construir e governar um país.

Sei que vão me condenar pelo que disse acima, mas não estou preocupada com os revolucionários de sofá. Beijus,

Luma Rosa disse...

Astrid, fiz um comentário enorme e o blogger brincou comigo! Depois volto pra saber se ele foi inserido. Beijus,

Eliane Gonçalves disse...

Astrid,

Tem um selinho para você lá no meu blog, é só passar e pegar, está bem em cima a direita...não existem regras...se quiser passar adiante, passe, mas não tem regras nenhuma...bjão.

Astrid Annabelle disse...

Você tem toda a razão Luma...vamos mexer no presente e deixar as memórias em paz.
Veja você, eu fui criada com a minha Bá ao lado...minha avó e minha Bá...com ela aprendi muitas coisas, inclusive como cuidar de uma casa.
Sabe não dá nem vontade de falar sobre certos assuntos por conta dessa enorme hipocrisia que você citou.
Eu sei que conta histórias e faz tempo.Lembra que pediu para contar a história do meu burrinho mágico?rsss
Este conto faz parte do Contos da minha lenda, blog recolhido para descanso....
Não sabia do trabalho do Turibio nessa ONG. Bonito. Isso eu acho certo. Fazer e ponto. Falar menos e fazer mais.
Fala-se demais nesse país. Azar de quem se sente ofendido. Mas eles não vão deixar transparecer a ofensa,pois estariam assinando o eu confesso. Haha!!!
Grande Luma!
Beijo querida...gostei.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Publiquei o seu segundo comentário para lhe dizer que adotei uma técnica para driblar o engraçadinho do Blogger...eu pinto e copio o comentário e reservo no mouse só aí que publico...se falhar não faz mal, colo o comentário e publico de novo.
Para mim tem funcionado legal.
Beijos
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Eliane você é uma querida.
Vou lá buscar já já, ok?
Beijo agradecido.
Astrid Annabelle

William Garibaldi disse...

Tô adorando Astrid!
Com esta chuvança cabe bem uma provocança! risos!
Ah e também amando as sugestões de vídeos no alto do Blog... este do Villa Lobos é essencial!!!
Minha cara, realmente a humanidade precisa aprender tal do "Caminho do Meio!" E enquanto não aprende, tem o Navegantes do Infinito pra ensinar! E com Rubens Alves e Villa Lobos... o negócio fica mais bonito ainda! risos
Bejão!

Astrid Annabelle disse...

Olá William!
Viu só que conversa comprida???
Mas é preciso falar quando se trata de certas aberrações por parte do governo!
Será que eles leram Monteiro Lobato quando foram crianças????
Enquanto isso vamos navegando e Turibando!rss
Beijos agradecidos por seu carinho.
Astrid Annabelle

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