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Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

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"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

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♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

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"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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terça-feira, 5 de março de 2013

Na trilha do Discípulo


"Na trilha do discípulo, quando este busca o encontro consigo mesmo e depois com o cosmos, várias são as fases nesse caminhar. Depois do despertar para a sua condição de Ser Espiritual, depois do levantar dos primeiros véus que lhe revelam uma realidade para além do jogo tridimensional, o discípulo — aquele que aspira a se tornar um Servidor deixa os grupos gregários do mundo e parte na busca de outros caminhos mais de acordo com a sua nova condição.
*
Nessa busca, ele encontra outros grupos, grupos de natureza
espiritual, e aqui começa a sua saga, onde ele terá de aprender a quebrar os primeiros espelhos daquele que desperta para a sua verdadeira realidade, compreendendo que esses grupos, supostamente evoluídos e capazes de satisfazer as suas novas necessidades, são igualmente gregários, condicionadores da sua própria evolução, capazes, por isso mesmo, de o estagnar na caminhada por ele empreendida.
*
Quando o discípulo toma consciência que a travessia desse deserto interno é solitária, quando percebe que o grupo ao qual se vinculou não poderá ajudá-lo nessa caminhada, é que ele se tornará verdadeiramente um discípulo aceite pelo Mestre, pronto para encontrar a sua própria natureza e nesta a expressão da sua condição de Servidor. 
*
Vendo-se sozinho no deserto, ele terá que se bastar a si mesmo na fé de quem sabe que outras mãos, mais sábias e cientes, conduzem o seu processo. Aqui começa a transição do grupo para o contexto grupal, da unidade gregária para a unidade consciente, da ligação a uma estrutura física e ao seu líder, para a ligação com o Mestre Interno que sempre estará presente em todo o seu percurso.
*
Mas afinal qual é a diferença entre um grupo e um contexto grupal? 

No grupo - e neste caso falamos de grupos espirituais - nós temos um centro, alguém que assumiu para si a responsabilidade de atrair aqueles que irão dar expressão a esse mesmo grupo; um guru ou mentor que, com a sua radiação, alimenta aqueles que estão em torno de si. 
Este é um sistema velho. 
O centro alimenta o círculo que está em torno que, por sua vez, usa esse alimento para manter a própria estrutura criada, fechando-se sobre si mesmo. No plano astral forma-se, então, uma egrégora que, pelo poder investido por aqueles que a alimentam, acaba por se tornar consciente e actuante, escravizando o grupo e o seu líder sobre o poder da sua vontade, enquanto se alimenta, como um parasita, da devoção dos elementos desse mesmo grupo.
 *
No grupo o apego está sempre presente, pois os seres que estão no círculo em torno do centro, juntaram-se em função do próprio grupo que eles alimentam e sustentam, recebendo em troca a radiação que a egrégora imite através do líder desse grupo. Essa egrégora fá-lo não por um acto de serviço, mas porque ao alimentar com a sua radiação os membros desse grupo, recebe em troca a devoção desses membros que alimentará e sustentará a sua própria condição. 
*
É um sistema não muito diferente do agricultor que alimenta as suas galinhas, não pela evolução destas, mas para receber em troca os ovos que o irão nutrir. É assim que uma egrégora funciona. 
Neste sistema, onde uma egrégora foi plasmada pela vontade de um líder e pela devoção dos seus integrantes, todos acabam por se tornar escravos dessa mesma egrégora, incluindo o próprio líder, pois sem esta não têm o alimento do qual estão dependentes. 
Nesse processo não há evolução mas uma estagnação de todos em torno de uma nutrição que não é espiritual, mas da qual estão dependentes para continuar a sustentar uma ideia errada sobre o que é evolução espiritual e serviço. Sem esse “alimento astral” sentir-se-iam perdidos, pois nenhum
contacto interno foi realizado e por isso mesmo, não há como buscar a nutrição real dentro de si mesmo.
*
Um contexto grupal é algo completamente diferente. 
Aqui não existe um centro - embora possam existir seres com papéis de liderança, não porque estejam acima dos outros ou no centro desse contexto, mas porque essa é a sua função, igual à função de qualquer outro ser que se encontre vinculado a esse contexto - nem uma ideia pré-concebida de como agir e actuar no plano material, a partir da qual se pudesse estruturar um grupo. Todos estão no círculo em torno do centro, pisando o mesmo chão. Centro esse que é o próprio contexto e não um ser ou um sistema. 
São todos auto-suficientes, pois já realizaram em si a travessia do deserto, encontrando neste a “fonte da juventude” que nada mais é que o contacto com os planos mais internos do ser.
*
Estes seres não estão dependentes de ninguém nem de nenhuma situação específica. Juntam-se em função desse contexto e logo que este se cumpra partem para o contexto seguinte sem apego algum que os prenda às estruturas criadas. São seres que teriam, por si só, uma caminhada solitária se nenhum contexto se apresentasse. A egrégora não tem, por isso mesmo, como se formar num contexto grupal, pois não existe alimento que a possa sustentar. Ninguém se encontra nesse contexto para receber o que quer que seja; todos imitem, todos irradiam, todos estão em função de um propósito mais alto e não em função do grupo ou do líder desse grupo.
 *
Um grupo escraviza o ser, sendo sustentado pela egrégora que no fim acabará por dominar a todos. Aqui apenas existe estagnação, inércia, apego... nada de verdadeiramente evolutivo pode nascer de uma estrutura como esta. No fim, acabará por se tornar sectária e contrária ao propósito Divino. 
No contexto grupal, não existem amarras nem apegos. O ser está em função desse contexto que é um prolongamento da Vontade de uma Hierarquia Espiritual à qual todos estão vinculados por laços internos,
ao contrário do grupo, cuja vinculação é com o líder e sua egrégora. 
No contexto grupal, existe a liberdade de Ser e de Servir, permitindo que o discípulo dê os passos necessários para se tornar um iniciado.

Nenhum ser, alguma vez, alcançou uma iniciação dentro de um grupo espiritual...

 Iniciações grupais não são dadas a grupos espirituais, mas a todos aqueles que se juntaram em função de um contexto espiritual. 
 Por isso, antes que possamos aspirar a fazer parte de um desses contextos, temos primeiro de realizar a nossa alquimia interna, pois será a partir desta que teremos os instrumentos para irradiar o propósito dentro desse mesmo contexto. 
Apenas seres livres podem realizar tal tarefa. 
Todo aquele que estiver preso a uma estrutura grupal, serviço algum poderá realizar que seja verdadeiramente evolutivo.
 Terminemos a travessia do deserto interno para que possamos encontrar essa Fonte de Vida que nos aguarda do outro lado e, então sim, poderemos tornar-nos, finalmente, verdadeiros Servidores do Plano Evolutivo. 
Quando isso acontecer, a Vida encarregar-se-á de nos conduzir ao contexto que nos corresponde e onde poderemos irradiar o propósito que nos está destinado. Ali ficaremos, enquanto esse contexto existir e depois partiremos para o contexto seguinte, sem apego algum
por aquilo que foi realizado, 
pois o nosso único sustento vem dos planos internos.
Seremos então seres Livres e Plenos... 
expressões vivas e actuantes do Amor Divino."
*

TEXTO  DO LIVRO:
Janelas entre dois Mundos - do autor Pedro Elias

 COPIADO DAQUI 
*
TRADUZINDO EM MIÚDOS:  
SEJA VOCÊ MESMO,  
SAIBA POR EXPERIÊNCIA 
E DEPOIS COMPARTILHE
*
*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*

* Todos os direitos reservados. 
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autoria. C
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5 comentários:

António Rosa disse...

Já conhecia o texto do pedro Elias, mas é sempre um prazer reler. Belíssimo texto. Partilhei no FB.

Élys disse...

Não conhecia este texto e gostei muito!...
Vim aprender um pouco e matar saudades.
Beijos.

Luma Rosa disse...

Compreender esse processo é abrir as portas para o nosso próprio entendimento. Estamos aqui para aprender e compartilhar para juntos evoluirmos. Se apegar é andar para trás.
Gostei bastante do texto, Astrid!
Boa semana!!
Beijus,

Maria Gloria disse...

Astrid, boa tarde!

Assim que comecei a ler, senti que eram palavras de Pedro Elias! E então, já sabia que iria gostar. Muito grata por postar!

Um texto que está bem de acordo com meu pensar e proceder ... há muito o que se refletir aqui, pois o que fazemos pensando ser libertador, na maioria das vezes é aprisionamento, escravidão ... eu penso que a diferença está em como queremos experienciar o amor ... se é uma busca como se fosse um alimento/dependência, então não é amor, é medo e desta forma eu penso que haverá identidade em um grupo, obviamente em um mestre externo ... enquanto que Ser Amor: Sentir e Irradiar, é claro, não há necessidade de dependência, de egrégora ou de um mestre externo. Nós somos o centro irradiante e conscientes disto!

Gostei muito de ler! Um beijo!

Astrid Annabelle disse...

Meus amigos/as queridos/as!
António, Élys, Luma e Maria Glória!!!!

Somente hoje pude vir responder... estive com o sinal da net muito ruim, ligando e desligando.

Que bom que gostaram e que deixaram um comentário.
O autor Pedro Elias é um dos meus autores preferidos.

Um beijo doce no coração de cada um de vocês e me perdoem por estar respondendo em um só comentário.

Astrid Annabelle

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