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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

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EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

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POIS É...

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O que eu devo comer?

  Continuo firmemente no meu propósito de pesquisar a fundo sobre alimentação e nutrição.
Tenho lido muito e visto muitos vídeos. 
O que me surpreende é a vasta contradição que ando encontrando entre as opiniões dos  médicos e dos nutricionistas .
No meu blog você já encontra muitos posts sobre o tema e que levam o leitor a concluir que aquela determinada indicação alimentar é mesmo muito boa... 
...até a próxima ideia....
pois é!
O que eu mais gostei de tudo que vi e li até agora 
foi a sugestão de que comer deve ser uma alegria, 
assim como sempre foi em minha casa de infância e em minha própria casa.
O prazer de criar uma refeição gostosa, colorida e feliz para si mesmo ou que reúna a família ao redor de uma mesa bem posta.
Ficar satisfeito...
Seguem vários links entre os muitos que visitei que são vastos em si...é preciso tempo e vontade de ler e ver... mas são excelentes na minha modesta opinião.
Finalizo com um texto de Rubem Alves sobre o filme a Festa de Babette e com o link do filme para você assistir e se deliciar.



Na realidade o corpo não gosta de se alimentar...!
Calma...  Eu sei que “você” gosta de comer! 
Mas lembre-se, aqui estamos falando do corpo físico, e não da morada de sua libido ou do seu “centro de prazer”, que não são atributos do corpo e sim da mente.
Estas distinções, que são importantes, deixemos para outro momento. 
Agora o que importa é perceber que o processo de se alimentar traz para dentro do sistema elementos que são estranhos a ele, portanto quando isto acontece, do ponto de vista do corpo, é extremamente necessário que este processo seja o mais breve e eficiente possível.
LEIA TUDO AQUI: 

  

Considerações sobre "comida de verdade"


Se eu perguntar como se faz um bife com ovo, a reposta é "faça um bife e um ovo na chapa e junte os dois". 
Mas se eu perguntar como se faz Sucrilhos, ou um salgadinho Cheetos? 
Tenho até medo de saber a resposta. 
É preciso uma fábrica, processos industriais, corantes, conservantes, enfim, não é comida de verdade. 
Se você espremer uma azeitona, você produzirá azeite de oliva extra-virgem. 
Mas você precisa de uma planta industrial para produzir e destilar óleo de soja, algodão ou milho. 
Se você deixar o leite talhar, você terá um iogurte. 
Mas a maioria do que se vende como iogurte no supermercado é na verdade uma "bebida láctea" na qual a gordura foi removida e, para que não fique sem gosto, a "coisa" é engrossada com "goma xantana", lecitina de soja, leite em pó, estabilizantes, corantes, aromatizantes e finalmente recebe um rótulo com a foto de uma fruta. 
Como regra geral, comida de verdade é um produto que deve ser consumido fresco, se não estraga. 
Desconfie de todos os alimentos processados que venham dentro de uma embalagem, 
com rótulo e ingredientes impronunciáveis.

LEIA TUDO AQUI:

 Como devo comer? Comida de verdade.


Outra sugestão muito boa para quem assim como eu gosta de conhecer as muitas versões de tudo:

 UMAOUTRAVISÃO

   ...contém muitos e muitos links interessantíssimos e ainda avisa logo no início:
Se você não quer ser perturbado com informações muito diferentes de suas convicções por favor vá a qualquer outro site, visite seu facebook, acompanhe aqueles que agradam seus ouvidos. Se está satisfeito com o conhecimento que tem e entende que não existe nenhum pesquisador que seja válido ouvir se pensar diferente daqueles que você acredita, por favor NÃO entre no site!

COM A PALAVRA RUBEM ALVES:


A festa de Babette

Um dos meus prazeres é passear pela feira. Vou para comprar. Olhos compradores são olhos caçadores: vão em busca de caça, coisas específicas para o almoço e a janta. Procuram. O que deve ser comprado está na listinha. Olhos caçadores não param sobre o que não está escrito nela. Mas não vou só para comprar. Alterno o olhar caçador com o olhar vagabundo. O olhar vagabundo não procura nada. Ele vai passeando sobre as coisas. O olhar vagabundo tem prazer nas coisas que não vão ser compradas e não vão ser comidas. O olhar caçador está a serviço da boca. Olham para a boca comer. Mas o olhar vagabundo, é ele que come. A gente fala: comer com os olhos. é verdade. Os olhos vagabundos são aqueles que comem o que veem. E sentem prazer. A Adélia diz que Deus a castiga de vez em quando, tirando-lhe a poesia. Ela explica dizendo que fica sem poesia quando seus olhos, olhando para uma pedra, veem uma pedra. Na feira é possível ir com olhos poéticos e com olhos não poéticos. Os olhos não poéticos veem as coisas que serão comidas. Olham para as cebolas e pensam em molhos. Os olhos poéticos olham para as cebolas e pensam em outras coisas. Como o caso daquela paciente minha que, numa tarde igual a todas as outras, ao cortar uma cebola viu na cebola cortada coisas que nunca tinha visto. A cebola cortada lhe apareceu, repentinamente, como o vitral redondo de catedral. Pediu o meu auxílio. Pensou que estava ficando louca. Eu a tranquilizei dizendo que o que ela pensava ser loucura nada mais era que um surto de poesia. Para confirmar o meu diagnóstico lembrei-lhe o poema de Pablo Neruda "A Cebola", em que ele fala dela como "rosa d'água com escamas de cristal". Depois de ler o poema do Neruda uma cebola nunca será a mesma coisa. Ando assim pela feira poetizando, vendo nas coisas que estão expostas nas bancas realidades assombrosas, incompreensíveis, maravilhosas. Pessoas há que, para terem experiências místicas, fazem longas peregrinações para lugares onde, segundo relatos de outros, algum anjo ou ser do outro mundo apareceu. Quando quero ter experiências místicas eu vou à feira. Cebolas, tomates, pimentões, uvas, caquis e bananas me assombram mais que anjos azuis e espíritos luminosos. Entidades encantadas. Seres de um outro mundo. Interrompem a mesmice do meu cotidiano.

Pimentões, brilhantes, lisos, vermelhos, amarelos e verdes. Ainda hei de decorar uma árvore de Natal com pimentões. Nabos brancos, redondos, outros obscenamente compridos. Lembro-me de uma crônica da querida e inspirada Hilda Hilst que escandalizou os delicados: ela ia pela feira poetizando eroticamente sobre nabos e pepinos. Escandalizou porque ela disse o que todo mundo pensa mas não tem coragem de dizer. Roxas berinjelas, cenouras amarelas, tomates redondos e vermelhos, morangas gomosas, salsinhas repicadas a tesourinha, cebolinhas, canudos ocos, bananas compridas e amarelas, caquis redondos e carnudos (sobre eles o Heládio Brito escreveu um poema tão gostoso quanto eles mesmos), mamões, úteros grávidos por dentro, laranjas alaranjadas (um gomo de laranja é um assombro, o suco guardado em milhares de garrafinhas transparentes), cocos duros e sisudos, pêssegos, perfume de jasmim do imperador, cachos de uvas, delicadas obras de arte, morangos vermelhos, frutinhas que se comem à beira do abismo... Minha caminhada me leva dos vegetais às carnes: linguiças, costelas defumadas, carne de sol, galinhas, codornizes, bacalhau, peixes de todos os tipos, camarões, lagostas. Os vegetarianos estremecem. Compreendo, porque na alma eu também sou vegetariano. Fosse eu rei decretaria que no meu reino nenhum bicho seria morto para nosso prazer gastronômico. Mas rei não sou. Os bichos já foram mortos contra a minha vontade. Nada posso fazer para trazê-los de volta à vida. Assim, dou-lhes minha maior prova de amor: transformo-os em deleite culinário para que continuem a viver no meu corpo. De alguma maneira vivem em mim todas as coisas que comi. Sobre isso sabia muito bem o genial pintor Giuseppe Arcimboldo (1527-1593), que pintava os rostos das pessoas com os legumes, frutas e animais que se encontram nas bancas da feira. (Dê-se o prazer de ver as telas de Arcimboldo. Nas livrarias, coleção Taschen, mais ou menos quinze reais).

Meus pensamentos começam a teologar. Penso que Deus deve ter sido um artista brincalhão para inventar coisas tão incríveis para se comer. Penso mais: que ele foi gracioso. Deu-nos as coisas incompletas, cruas. Deixou-nos o prazer de inventar a culinária.

Comer é uma felicidade, se se tem fome. Todo mundo sabe disto. Até os ignorantes nenezinhos. Mas poucos são os que se dão conta de que felicidade maior que comer é cozinhar. Faz uns anos comecei a convidar alguns amigos para cozinharmos juntos, uma vez por semana. Eles chegavam lá pelas seis horas (acontecia na casa antiga onde hoje está o restaurante Dali). Cada noite um era o mestre cuca, escolhia o prato e dava as ordens. Os outros obedeciam alegremente. E aí começávamos a fazer as coisas comuns preliminares a cozinhar e comer: lavar, descascar, cortar — enquanto íamos ouvindo música, conversando, rindo, beliscando e bebericando. A comida ficava pronta lá pelas 11 da noite.

Ninguém tinha pressa. Não é por acaso que a palavra comer tenha sentido duplo. O prazer de comer, mesmo, não é muito demorado. Pode até ser muito rápido, como no McDonald's. O que é demorado são os prazeres preliminares, arrastados — quanto mais demora maior é a fome, maior a alegria no gozo final. Bom seria se cozinha e sala de comer fossem integradas — os arquitetos que cuidem disso — para que os que vão comer pudessem participar também dos prazeres do cozinhar. Sábios são os japoneses que descobriram um jeito de pôr a cozinha em cima da mesa onde se come, de modo que cozinhar e comer ficam sendo uma mesma coisa. Pois é precisamente isto que é o sukiyaki, que fica mais gostoso se se usa kimono de samurai.

Quem pensa que a comida só faz matar a fome está redondamente enganado. Comer é muito perigoso. Porque quem cozinha é parente próximo das bruxas e dos magos. Cozinhar é feitiçaria, alquimia. E comer é ser enfeitiçado. Sabia disso Babette, artista que conhecia os segredos de produzir alegria pela comida. Ela sabia que, depois de comer, as pessoas não permanecem as mesmas. Coisas mágicas acontecem. E desconfiavam disso os endurecidos moradores daquela aldeola, que tinham medo de comer do banquete que Babette lhes preparara. Achavam que ela era uma bruxa e que o banquete era um ritual de feitiçaria. No que eles estavam certos. Que era feitiçaria, era mesmo. Só que não do tipo que eles imaginavam. Achavam que Babette iria por suas almas a perder. Não iriam para o céu. De fato, a feitiçaria aconteceu: sopa de tartaruga, cailles au sarcophage, vinhos maravilhosos, o prazer amaciando os sentimentos e pensamentos, as durezas e rugas do corpo sendo alisadas pelo paladar, as máscaras caindo, os rostos endurecidos ficando bonitos pelo riso, in vino veritas... Está tudo no filme A Festa de Babette. Terminado o banquete, já na rua, eles se dão as mãos numa grande roda e cantam como crianças... Perceberam, de repente, que o céu não se encontra depois que se morre. Ele acontece em raros momentos de magia e encantamento, quando a máscara-armadura que cobre o nosso rosto cai e nos tornamos crianças de novo. Bom seria se a magia da Festa de Babette pudesse ser repetida...


O texto acima foi publicado no jornal "Correio Popular", Campinas(SP), com o qual o educador e escritor colabora.
ENCONTREI-O AQUI


http://youtu.be/cEnOz4g0gvk
A festa de Babette ...clicando na imagem você assiste o filme completo
Vamos voltar ao simples, às comidas feitas com amor!!!
e assim que eu tiver mais links e conclusões trago para vocês!!!
Enquanto isso...
Sejamos felizes....




*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*
AS IMAGENS SÃO DO GOOGLE IMAGENS 
* Todos os direitos reservados. 
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autoria. 
CAMPANHA DE DIREITOS AUTORAIS - APOIE E DIVULGUE ESSA IDÉIA

21 comentários:

António Rosa disse...

Gostei muito do assunto e sobretudo porque me lembro muito bem do filme. Beijinho e que continue com as suas pesquisas e nos transmita o que vai sabendo.

Lúcia Soares disse...

É certo, Astrid, que para se fazer uma refeição é preciso boa vontade, antes de tudo. Não gosto de cozinhar, mas cozinho bem, e quase todos os dias. Não acho uma maravilha estar na cozinha, mas vou com gosto, sabendo que é o que quero fazer naquele momento. Sempre privilegiei comida fresca e variada. meus filhos nunca foram crianças de industrializados. Até hj brincam muito com isso, dizendo que eu fazia "cesta básica", não supermercado. rs Mas agradecem por isso. E são conscientes quanto ao que dar ou não aos filhos, atualmente. Ainda mais com essa febre de fast foods.
Sempre leio sobre uma boa alimentação.
O texto de Rubem Alves é ótimo, como todos o são.
Beijo!

Maria Lucia Campos disse...

Ótimo post, querida! Nós, seres humanos, com nossos 5 sentidos podemos ter uma vida rica mesmo. Formas, sabores, cores, perfumes... preparações, magia e alquimia! Tudo está aí, vamos aproveitando cada dia e sendo apenas felizes.
Beijinhos

Maria Gloria D'Amico disse...

Belo post Astrid!
Gosto da dieta paleo, mas ainda preciso conhecer mais ... a carne está difícil para comer, especialmente a bovina, pois perdeu o sabor e a textura também está diferente. E a questão está, na minha opinião, na alimentação do gado.
Não uso quase nada artificial, ando deixando de lado até o creme de leite de caixinha, pois contem amido. O mesmo caso do requeijão, que só é um creme com gosto e aroma de queijo, cheio de amido. Os queijos que temos acesso no super mercado são péssimos e também cheios de amido. Salgados demais! Tá difícil mesmo!
Mas vamos na caminhada encontrando atalhos.
A Festa de Babette é a minha cara! Uma bela comida pode modificar o humor, tirar os pés do chão, pode enfeitiçar e constatei isso na cozinha da Babette!
Gostei dos links também, especialmente do paleo.
Um beijo querida!

Bill Oliveira disse...

Se alimentar com Alegria!
Um conselho que só poderia vir através de sua sabedoria e alegria Astrid!

Gratidão por este post.
Vou imprimir, incluindo os links e presentear minha mãe, que está interessadíssima no assunto!
Bejus de Luz!

William

pensandoemfamilia disse...

Gostei da forma como apresentou o assunto. Normalmente, é cansativo ler sobre a boa forma de se alimentar.
Nunca fui boa gourmet, mas tem algumas coisas que aprecio desde o cheiro, cor até o sabor. Enfim, utilizar todos os nossos sentidos nos proporciona prazeres imagináveis, em todas as esferas de alimentos da, na vida. bjs

Astrid Annabelle disse...

Meu querido António!
Tenho realmente me ocupado com este tema. Ando descobrindo tantas coisas!!!!
Estou experimentando as novas ideias igualmente e algumas sugestões eu já incorporei ao meu dia a dia.
Com toda a certeza iremos mudar a nossa alimentação...isso já é um fato.
Beijos agradecendo sua constante presença.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Minha querida Lúcia!
Sei bem como é cozinhar todos os dias...houve um tempo em que eu fazia almoço e janta todos os dias... que paciência!!! E eu cozinho muito bem quando EU QUERO ...kkkkkk
Mas , brincadeiras a parte, meus filhos não tem do que se queixar!
Sou fã da comida fresca e não consumo quase nada industrializado...e sempre foi assim...nisso somos iguais!!!
Agora ando procurando ideias pois sinto a necessidade de incorporar novidades na minha alimentação...mas sou contra radicalismos... e títulos ... e rótulos!!!!
Compreendeu ??? beijão! Adorei que veio me visitar.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Minha querida Maria Lucia, minha LU!!!!
A alimentação realmente não se restringe ao alimento em si... e temos que nos alimentar com consciência pois somos o que comemos.. e o que comemos se transforma em nós...
Então...
E é isso mesmo que comentou...tudo junto e misturado trazendo alegria...
Beijão agradecido... gostei que veio até aqui...
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Minha querida Maria Glória!
Pois eu achei super interessante a alimentação paleo... assim como a alimentação viva...acredito que podemos utilizar as ideias de todos os tipos de alimentação e criar um modo único, particular e feliz !!!!
Você me conhece...seguir regras NÃO É o meu FORTE...kkkk
Este filme A festa da Babette mexeu muito comigo... fui além do filme e recebi um grande insight!!! E este texto do Rubem Alves completou com maestria o meu insight!!! Me lembrei do meu tempo de juventude, quando tinha um corpo escultural, {sem nenhuma modéstia aqui}, em que eu comia de tudo o que minha mãe fazia....nunca pensei em ficar gorda ou magra ...esse assunto não existia no meu mundo e tinha uma saúde maravilhosa...
Os "do mal" {vocabulário do Raphael} não haviam ainda surgido querendo a morte de tudo e de todos....
Bem... então vamos que vamos...
Beijão agradecendo de coração a sua constante presença...
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

YES!!! meu querido William!
Sempre com alegria...quando se tem alegria se tem tudo!
Fiquei feliz e lisonjeada que irá passar para a sua mãe este post...envie junto um beijo meu, OK?
Beijos piscantes...felizes com a sua presença...
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Minha querida Norma!
Ah! também não ando com paciência para textos longos e técnicos..é preciso cultivar a leveza, a alegria, senão não flui...e isso em todos os departamentos da nossa vida...por esta razão a alimentação também precisa mudar! O que me espanta é que a quantidade de regras que querem ainda nos impor e mais, cada segmento ao seu modo. Parece uma Torre de Babel!!!! Mas aos poucos vamos criando a nossa maneira de ser neste novo tempo...e é novo mesmo!!!
Mas, a alegria de uma boa refeição, feita com capricho e servida em uma mesa bem posta, agrada a todos os nossos sentidos e JAMAIS irá fazer mal....disso tenho certeza.
Beijão ...adorei que veio me ver...
Astrid Annabelle

Iara Rodrigues da Cunha disse...

Gostei da visita e do tema. Seu cantinho me dá muito prazer ...principalmente pelo som suave do sininho que repica de vez em quando. "...Quem pensa que a comida só faz matar a fome está redondamente enganado. Comer é muito perigoso. Porque quem cozinha é parente próximo das bruxas e dos magos. Cozinhar é feitiçaria, alquimia. E comer é ser enfeitiçado. Sabia disso Babette, artista que conhecia os segredos de produzir alegria pela comida. Ela sabia que, depois de comer, as pessoas não permanecem as mesmas. Coisas mágicas acontecem...." Acho que esse texto define bem o que penso sobre a alimentação e eu incluiria ainda que a sensação de alegria e magia também acontece naquele que produziu o alimento e viu que saciou e distribuiu prazer com sua arte de cozinhar com amor. Imagino que assim deve se sentir a Maria Glória que lembra muito a Babette. Já tem algum tempo que venho, assim como vc, pesquisando sobre a alimentação e tenho me dedicado bastante à essa arte. Parabéns pelo post! Beijo!

Astrid Annabelle disse...

Olá Iara querida!
Adorei sua visita e as suas palavras! É bem isso que comentou...a alegria vai desde a feitura até a mesa de onde saímos alegres por um alimento bem feito e gostoso. O fígado sorri!!!!
A Maria Glória parece mesmo a Babette...
E vamos continuando com as nossas pesquisas e experiências e com a troca de informações.
Enquanto isso sejamos felizes !!!
beijão
Astrid Annabelle

Dharmadhannya Dhannya disse...

Oi, muito bom o tema, eu sou cozinheira e o meu paladar é muito sensível, agora não estou conseguindo comer fora, acho ruim, a comida está ligada ao prazer... ao êxtase... podemos viver mais e muito feliz com uma boa alimentação, eu parei de comer açúcar a mais de 15 anos e estou muito bem obrigada...eu cuido muito bem da comida da minha casa... beijos grata dharmadhannya

Astrid Annabelle disse...

Olá Dharma DhannyaEl!
Comer fora é complicado... só se houver opções sem tempero...no mais é difícil...
E o tema se refere a toda alimentação: física, mental, emocional e espiritual!
Precisamos de leveza, fluidez, sensibilidade a flor da pele!
Adorei sua visita...espero que volte sempre!!!
Beijo grande
Astrid Annabelle

Maria Gloria D'Amico disse...

Realmente eu me identifico com a Babette e com a Tita do filme 'Como Água para Chocolate'. Pura magia!
Beijos Astrid, Iara, Lú e a todos!

Lucia de Belo Horizonte / MG disse...

Olá Astrid. Me deliciei com esse texto. Excelente! Beijos.

Astrid Annabelle disse...

Olá Lucia!!!
Adorei que veio me visitar!
Que bom que gostou, isso me fez bem!
Beijo grande e agradecido.
Astrid Annabelle

Astrid Annabelle disse...

Mais um beijo grande minha querida Anam Cara, Babette, Maria Glória!!!!!
Astrid Annabelle

Maria Gloria D'Amico disse...

Um beijo Astrid!

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