Navegam ao meu lado...

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...
...POR TODOS OS QUE AMOROSAMENTE SEGUEM ESTE BLOG!
"O ser integral conhece sem ir,
vê sem olhar e realiza sem fazer."

Lao Tzu

♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

POIS É...

"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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terça-feira, 18 de março de 2014

Em tempo....


Dois textos muito atuais e necessários...por que?
Por que os tempos são outros e o modo de compreender e apreender os temas sobre a espiritualidade mudou completamente... 
Leiam e reflitam... ah! textos escritos em português de Portugal....
                                                                                 *

*

Durante muito tempo, a forma mais usada pelas entidades de outros planos para fazerem chegar informação a esta realidade tridimensional era através da canalização. O ser encarnado funcionava como canal para transmitir a informação que era necessário fazer passar naquele momento; informação essa à qual, muitas vezes, nem ele mesmo estava filiado internamente. Embora canalizando, esse ser não tinha um vínculo interno com a fonte de onde a informação era proveniente. Ele era apenas um instrumento passivo, nada mais.

Hoje não nos é mais pedido este tipo de procedimento, já que os novos tempos pedem uma evolução na forma de transmitir informação de outros planos. A canalização é algo antigo e perigoso para os tempos de hoje, já que, pela facilidade de canalizar as informações mais variadas - e hoje as portas estão todas abertas e a informação tropeça nos nossos pés, repetindo-se até à exaustão, tal a abundância de fontes, seja nas mensagens recebidas, nos livros escritos ou até mesmo no acesso aos akashas de outros planos -, tanto podemos canalizar a luz como as trevas. Hoje, qualquer ser ou egrégora do plano astral, com a maior das facilidades, tal é a nossa sede e o nosso desejo por informação e conhecimento, pode-se travestir numa entidade multidimensional e transmitir os textos mais inspirados. O importante não é, por isso mesmo, a informação, mas sim a radiação e esta só é possível em processos de Sintonização, seja esta com os nossos núcleos internos ou com alguma entidade específica, e nunca pela canalização.

Enquanto na canalização existe o desejo e a vontade humana de transmitir informação, muitas vezes pelo protagonismo e pela visibilidade que isso trás, na sintonização é o Mestre que escolhe o ser para passar uma mensagem ou uma radiação específica. Não existe aqui nenhuma interferência humana. O ser apenas tem que estar disponível sem nada querer ou desejar. Às vezes numa sintonização não é necessária a palavra, apenas a emissão da energia que é tudo aquilo que verdadeiramente importa. Energia essa que não tem a necessidade de se apresentar, pois a sua assinatura é essa mesma radiação, nada mais.

Este processo de sintonização é algo de muito belo, pois significa que aquele discípulo foi aceite pelo Mestre, passando a integrar a sua aura. Ele não é mais um instrumento passivo que transmite informação, ele é um elemento ativo em união com o Mestre de tal forma que a sintonização se torna uma fusão entre ambos. Naquele momento eles são um só, e aquilo que está a ser transmitido, seja pela palavra seja pela emissão de energia, é o resultado dessa união sagrada em que Mestre e discípulo se fundem em função de um propósito mais alto. Aqui não há espaço para nenhum tipo de interferência, já que o processo é interno, ao contrário da canalização em que as interferências acontecem constantemente, tanto por parte da personalidade do canal e suas limitações, como por parte de entidades que do plano astral buscam protagonismo e alimento devocional ao se apresentarem sobre a capa de mestres conhecidos.

Quando este processo interno de união entre discípulo e Mestre acontece, o discípulo passa a ser a mensagem. Enquanto na canalização o ser pode transmitir informação espiritual que ele mesmo não cumpre, por contrariedades várias da sua própria personalidade e do seu ego, na sintonização isso não é mais possível, pois aquele ser passou a integrar a aura do Mestre e por isso mesmo ele é UM com esse mesmo Mestre. Ele é aquilo que ele emite, sem distorção alguma. E esta é a verdadeira instrução.

Esta forma de intimidade é de tal modo profunda que deixa de ser importante para o discípulo saber a origem dessa sintonização ou o nome do Mestre ao qual ele está vinculado, que muitas vezes não é consciente para si, e isto não é mais importante porque, em essência, tudo é uma única expressão de Vida e assim sendo não há mais a necessidade de um autor por detrás da mensagem, mas sim ficar na energia e na radiação que as palavras, ou o silêncio, transmitem. Ao actuar desta forma, o discípulo está a desastralizar todo o processo e a eliminar todas as formas-pensamento e interferências em torno do mesmo, tornando este, límpido e directo.
Que busquemos pois, essa intimidade, essa união, muitas vezes realizada secretamente sem que o ser tenha consciência disso, mas a isso estando vinculado pela radiação que passa a emitir através da palavra, da acção e do silêncio. Ele é agora Um com o Mestre que desconhece formalmente, mas que internamente está ligado por laços que não podem mais ser desfeitos. E este é o caminho directo para a elevação espiritual e para a instrução verdadeira.

Tudo o mais são formas antigas que não devem ser estimuladas, pois prendem-nos ao passado e escravizam-nos em egrégoras muito pouco evolutivas.
Paz Profunda,
Pedro Elias
Este texto faz parte do livro  

*
*
— Depreendo do que acabou de dizer que todos os seres trazem consigo, na sua essência, as linhas ou as directrizes para orientarem a vida de forma a que a sua missão, neste mundo, seja ela qual for, se cumpra, é isso?
*
— Sem dúvida, da mesma forma que a semente contém em si a árvore, na qual se irá transformar. Contudo, se para uma semente o terreno seco poderá ser aquele que permitirá que floresça, para outra poderá ser um terreno húmido. Se, para uma semente, a estação ideal para despontar poderá ser a Primavera, para outra, poderá ser o Verão. Se, para uma semente, o lugar ideal para nascer poderá ser a planície, para outra, poderá ser a montanha, ou o deserto, e aquilo em que cada uma dessas sementes se tornará um dia será sempre um mistério. Por isso, temos que ter sempre o cuidado de não impôr um modelo, pois corremos o risco de estar a dizer à semente de feijão que tem que se transformar em trigo, não respeitando o ritmo interno que já está codificado na sua essência e que irá conduzir aquele processo rumo ao destino que lhe compete manifestar, pois nem nós, nem ela, sabemos que tipo de semente ali se encontra.
*
» — Que possamos compreender que não existem dois caminhos iguais, nem nenhum livro ou palavras de algum mestre nos poderão falar desse caminho. Que a experiência do caminho percorrido por esse mestre seja um factor de profunda inspiração para nós, não para que o sigamos, mas para que encontremos em nós o nosso próprio caminho, da mesma forma que esse mestre encontrou o seu — ele fez uma pausa, ficando em silêncio enquanto olhava as pessoas presentes. Um silêncio profundo onde ele criava o espaço interno necessário para que a Alma se expressasse em cada uma das suas palavras. 
E logo continuou.
 *
excerto do livro 
A Chave de Andrômeda de Pedro Elias


 
***

*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*

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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

O Silêncio

 

O silêncio é a nota profunda e imaculada do nosso estado original. É a Voz da eternidade debruçada sobre o tempo; um doce murmúrio que Deus sussurra em nosso ouvido. É uma suave fragrância da Alma que preenche o vazio onde tudo se manifesta. Um aroma sagrado que abre nos nossos corações o espaço necessário para que possamos ouvir a Voz da Eternidade... aquela que nos fala do Verdadeiro Ser que somos e da Morada que nunca deixámos.

Cultivar o silêncio é procurar em nós o rosto de Deus, essa expressão de Fogo que somos nós verdadeiramente. Ali, todas as forças que controlam os planos tridimensionais são suspensas, despertando um estado de quietude profunda onde nada de irreal pode penetrar. Nesse Templo Vivo de Luz Pura em que nos transformamos, nada mais permanecerá do que a realidade dos planos supra-civilizacionais. 
O silêncio é a antecâmara do contacto com o Divino em nós, com a verdade para além de todas as ilusões.

Estar em silêncio, no entanto, é muito mais que a ausência de palavras: é um estado de consciência que se manifesta em cada gesto, em cada atitude e em cada momento da nossa existência temporal. Que possamos compreender, pois, que a palavra, ou a ausência desta, nada tem a ver com o silêncio. Nós podemos falar e ao mesmo tempo estar em silêncio, e isso acontecerá sempre que as palavras não rasgarem o éter circundante, mas se, pelo contrário, ondularem com esse éter na harmonia, reflexo de um estado de Paz Profunda, com que são emitidas. Falar em silêncio é, sem dúvida, uma das maiores dádivas que poderemos ofertar ao planeta tal o ruído produzido por esta civilização.

Contudo, esse silêncio não é para ser manifestado, apenas, na esfericidade das palavras, mas também na doçura dos nossos gestos, na qualidade dos nossos pensamentos, na consciência de serviço das nossas ações, revestindo tudo com a PAZ resultante da entrega incondicional à Vida.

Estar em silêncio é, por isso mesmo, estar em sintonia profunda com os núcleos internos do nosso Ser. É emitir para o exterior uma nota esférica e cristalina, onde nenhuma aresta se encontra presente. Um Ser em silêncio é um Templo Vivo, uma expressão do rosto de Deus dentro da matéria em ascensão.

Cultivar o silêncio é o primeiro passo para a revelação, na substância tridimensional, do Fogo Cósmico do Espírito. Ele é, em definitivo, a Voz da Eterna Presença.


REFLEXÕES ESPIRITUAIS PARA UMA NOVA TERRA
Pedro Elias






 *ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*
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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Serviço


Ao contrário do que a mente coletiva da atual civilização possa definir como sendo o Serviço, servir não é fazer coisas, não é ajudar de uma forma cega movido pela vontade humana e pelas ideias instituídas sobre como essa vontade deve ser direcionada ou aplicada. E basta olhar o mundo onde vivemos para observarmos o triste cenário do resultado dessa mesma vontade.
*
Servir é tão simplesmente irradiar para este plano dimensional a Luz interna da Alma, sendo esse fluir de energia a expressão real daquilo que é o verdadeiro serviço. Um pastor no alto de um monte a guardar as suas ovelhas pode estar bem mais próximo dessa energia do serviço do que alguém no sopé desse mesmo monte a construir um centro espiritual.
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Devemos, por isso mesmo, eliminar da nossa mente qualquer ideia pré-concebida do que é servir, de como se deve servir, pois nada disso, sem esse fluxo Interno de radiação pura, é serviço, mas apenas o resultado, tantas vezes, da ação do ego que busca protagonismo e reconhecimento, mesmo que disfarçado de outras coisas.
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É na medida e no grau em que nos desapegamos da ideia de servir e de como servir, que essa energia começará a fluir através de nós, chegando aos outros no ponto exato em que eles verdadeiramente têm que ser ajudados. Qualquer estrutura mental sobre o que deve ser o serviço é, por isso mesmo, um travão a essa irradiação de Luz, bloqueando a verdadeira tarefa que nos compete desempenhar.
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Faz lembrar aquele ser que, julgando que o seu serviço era ajudar diretamente aqueles que tinham fome, tudo largou para se doar a essa tarefa, ignorando, no entanto, que o seu serviço era tão simplesmente cultivar a terra para produzir alimentos que mais tarde iriam ajudar essas mesmas pessoas. Não só ele não cumpriu a sua função, por se ter deixado levar por aquilo que a sua mente achava que era o serviço, como impediu que aquele cuja tarefa era ajudar esses pobres o pudesse fazer, já que alguém tinha tomado o seu lugar indevidamente. E assim, não só ele não os ajudou, pois não havia comida com que os alimentar, como todo o seu processo ficou bloqueado, impedindo que essa energia de Amor Puro, aquela que o outro ser teria irradiado no serviço prestado a essas pessoas, pudesse fluir, curando-os da doença profunda que se entranhou no seio desta humanidade e que vai muito para além da fome ou da miséria.
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Só quando todos percebermos que servir não é fazer isto ou aquilo, estar aqui ou acolá, mas sim sermos um canal para que essa energia possa fluir para o mundo, é que nos tornaremos, nós próprios, servidores do Plano Evolutivo. Até lá somos apenas seres de Boa vontade, implementando ideias e buscando soluções humanas para problemas que estão para além das nossas forças tridimensionais.
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Será apenas através do Amor, do fluir dessa Energia que vem dos planos para além da mente, que a Humanidade poderá ser curada da doença que a atormenta.
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E tudo isto é para ser vivido de uma forma simples, já que é no silêncio dos nossos gestos que essa energia chegará aos outros, de tal forma que aqueles que a irão receber nem se aperceberão daquilo que lhes aconteceu.
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Deve ser vivido, também, de uma forma desapegada, pois os resultados desse serviço não nos dizem respeito nem nos devem prender na vaidade que tantas vezes se instala em nós pelas ações praticadas.
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E finalmente deverá ser vivido de uma forma impessoal, pois a nossa essência profunda busca ajudar todos os homens e não apenas aqueles que estão mais próximos ou que têm mais carências materiais. A verdadeira doença que atormenta esta civilização toca a todos e a todos essa energia deverá chegar.
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Buscar esse contato interno antes que qualquer passo seja dado, é colocarmo-nos nas mãos sábias dessa presença de Fogo que somos nós próprios nos planos mais Altos e deixar que a sua sabedoria nos possa conduzir para onde verdadeiramente temos que estar.
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Servir é, por isso mesmo, irradiar Amor para todos
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Servir é fluir com a energia sem alimentar expectativas sobre as tarefas e as funções externas a serem implementadas e sem desejar direcionar essa energia para onde a nossa mente possa julgar mais adequada.
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Fazê-lo é bloquear o próprio processo, já que deve ser essa energia a conduzir-nos como expressão interna da nossa verdadeira identidade e não o contrário.
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Busquemos, por isso mesmo, esse contato interno dentro da simplicidade dos gestos quotidianos, e tudo o resto fluirá dentro do Plano há muito estabelecido. Quando menos esperarmos, e sem que nada de externo o possa denunciar, encontrar-nos-emos dentro da energia do serviço desempenhando a tarefa que nos corresponde, e essa é a maior Alegria que um ser pode experimentar neste mundo.
Texto DAQUI

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ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA


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