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Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

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Lao Tzu

♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

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"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

As doze Noites Santas




As Doze Noites Santas


Introdução e 1ª Noite Santa


Texto: Edna Andrade / Narração: Mirna Grzich

Agradecimento especial a Gabriel Lehto

Introdução

É o assim denominado período que vai da noite de Natal (dia 25 de dezembro) até a noite anterior ao dia dos Reis (5 de janeiro), quando, segundo a antiga tradição cristã,  bençãos divinas se derramam sobre nós através dos portais das 12 constelações do Zodíaco, o cinturão de estrelas em volta do espaço sideral no qual existimos.

As 12 badaladas da meia noite do Natal anunciam a vigília que é um preparo espiritual, como se as Noites Santas fossem uma prévia dos 12 meses do ano que se inicia.

As virtudes recebidas das hierarquias espirituais nesta época, através da meditação, injetam suas forças no nosso desenvolvimento espiritual ao longo do novo ano.

Uma atenção especial deveria ser dada aos sonhos como mensageiros do espírito.
*

A tradição das 12 Noites Santas e o Zodíaco


Podemos associar esta tradição à sabedoria antiga do Oriente através do relato da Jornada dos Reis Magos do Evangelho de Mateus. 2.2 a 10 Na noite em que nasceu o Salvador, uma estrela se iluminou e este era o sinal há muito esperado pelos Iniciados do Oriente, que durante 12 noites seguintes seguiram o brilho da estrela que os precedia até alcançar a criança que havia sido  anunciada como o Messias.

O relato do Evangelho de Mateus nos remete para os mistérios espirituais da antiguidade, etapa do desenvolvimento da humanidade da época do assentamento na região do Mediterrâneo quando aqueles que eram iniciados desenvolviam a visão clarividente através da qual, o que hoje é considerado pela astronomia como corpos siderais, eram vistos por eles como a manifestação de seres espirituais em atividade constante e transmutação contínua.

A este antigo estado de consciência clarividente está associado o surgimento da astrologia, esta sabedoria baseada na analogia do movimento e posição dos astros com o destino humano. Ao fazermos a vigília das Noites Santas podemos retomar a jornada dos Reis Magos através da ligação interior com este sabedoria a respeito das 12 constelações do Zodíaco.
*

Quem são os seres que vamos encontrar na jornada das 12 Noites Santas?


Rudolf Steiner refere-se às hierarquias espirituais em muitas de suas palestras. Inicialmente ele lhes dedica um capítulo na Ciência Oculta (1905) descrevendo a atuação delas na evolução do universo e do ser humano.

As nove hierarquias espirituais podem ser contempladas  como esculturas no portão sul da Catedral de Chartres desde o século XIII. Chartres foi a mais importante catedral gótica da idade média e neste portão, chamado de Portão da Transubstanciação, as hierarquias formam uma escada ascendente que representa o ensino espiritual da Escola de Chartres. O aluno deveria, de degrau em degrau (gradualmente), adquirir consciência destes seres espirituais que representavam diferentes estados de consciência.

Neste aprendizado o pensamento era considerado um instrumento necessário para a percepção do espiritual desde que fosse casado com a vivência dos sentimentos e assim tornavam-se ambos, pensar e sentir, órgãos de compreensão e de participação no mundo espiritual.

Os nomes das hierarquias se originaram de um manuscrito de Dionísio, o Aeropagita que fundou a primeira escola esotérica cristã da antiguidade. Dionísio, um iniciado dos antigos centros de mistérios gregos,  renomeou os seres divinos que era chamados como os seres de Vênus, os seres de Mercúrio,etc.. a partir da revelação do Cristo feita a ele por Paulo de Damasco em Atenas.

O manuscrito sobreviveu ao longo de séculos até ir parar em Chartres e é intitulado: “Os Nomes divinos e a Teologia Mística”, descrevendo dramaticamente os nove níveis de seres divinos associados em grupos de três hierarquias que participaram da evolução da terra e do ser humano.

A primeira hieraquia inclui os Serafins, Querubins e Tronos que iniciaram a evolução estando tanto no seu início como no seu fim – no Alfa e no Omega, Eles atuam a partir do divino, da esfera macrocósmica que é denominada como a esfera do Pai, de Deus, de Alá, do amor divino, da doação cósmica. Eles são seres de um estado evolutivo anterior ao nosso, tão avançados em sua evolução que foram capazes de fazer fluir de si a sua própria substância dando nascimento ao atual estado do nosso sistema solar.

A segunda hierarquia é formada pelos Kyriotetes, Dynamis e os Exusiai.

Enquanto no processo de configuração do nosso Cosmos a primeira hierarquia atuou de fora, eles, de dentro do processo, acolheram os planos divinos transformando-os em sabedoria, dando-lhe movimento e  forma.
E por último a terceira hierarquia, os Arqueus, Arcanjos e Anjos próximos ao seu humano porque desenvolveram a sua essência nesta etapa evolutiva em que nós, Anthropos, nos encontramos e na qual estamos destinados a nos tornar co-criadores da evolução...
  • Primeira Hierarquia -  Serafins, Querubins e Tronos
  • Segunda Hierarquia – Kyriotetes, Dynamis e os Exusiai
  • Terceira Hierarquia – Arqueus, Arcanjos e Anjos

Já nos últimos anos de sua vida, em uma palestra intitulada a Palavra Cósmica e o Homem Individual (2/05/1923) ,  Rudolf Steiner chama a atenção para o fato de que o homem auto consciente deveria  re-aprender a vivenciar as hierarquias na sua vida interna como realidades.

Nesta palestra ele diz que estes seres espirituais vem ao nosso encontro quando nos preparamos para conhecê-los e falarão à nossa alma primeiramente como pensamentos e sentimentos, e só depois então o perceberemos como realidades.

Em um texto intitulado “O Zodíaco e as Hierarquias Espirituais”, Sergej Prokofieff, atualmente um dos dirigentes mundiais da Antroposofia, inspirado por diversas palestras de Rudolf Steiner,  descreve o ensino espiritual de Chartres  nesta tradição da vigília das 12 noites santas.

Ele delineia a escada de expansão da consciência que ajuda a dar nascimento, no último degrau, ao ser divino em cada um de nós.

O primeiro degrau da escada se assenta na esfera humana terrena e cada degrau nos leva gradualmente à esfera macrocósmica, à esfera divina.

Prokofieff faz uma analogia entre este caminho de transformação e o processo de desenvolvimento descrito por R. Steiner como o caminho de Jesus a Cristo.

Jesus nasce como a criança arquetípica destinada a se desenvolver como um ser humano de tal forma que possa acolher em si o Eu do Cosmo no Batismo do Jordão.

Este acontecimento místico  derramará sua influência por sobre toda a história humanidade como um grande arquétipo de desenvolvimento espiritual.
 

  Primeira Noite Santa


Soam as 12 badaladas da meia noite anunciando o Natal. Vem a aurora, atravessamos o dia, cai a noite e uma luz se acende no céu irradiando um brilho que emana da Constelação de Peixes e ilumina a primeira vigília santa.

Estamos no primeiro degrau da escada que está assentada na esfera humana terrena na dimensão da existência do anthropos – o ser da liberdade.

A liberdade é uma das duas principais forças espirituais que nos foram destinadas conquistar ao longo da vida. A outra força será ao final da escada, o amor.

A sabedoria antiga nos conta que foram as forças espirituais de Peixes que configuraram os pés humanos. Quando observamos os pés verificamos que eles são formados em forma de uma abobada que vai propiciar simultaneamente com a verticalização da coluna o andar ereto, primeiro grande aprendizado da vida. Quando criança nos arrastamos, engatinhamos e finalmente nos erguemos e nos apoiamos nos próprios pés superando as forças da gravidade significando isto uma grande conquista e a condição para o desenvolvimento do pensamento, sendo o pensar o que diferencia o Humano dos outros reinos da natureza.

Ao longo da vida seguidamente fazemos uma analogia íntima com este fato:
“andar nos meus próprios pés, saber por onde ando,”, seguir os meus próprios passos,” “não vou andar nos passos de ninguém” são expressões que expressam uma correta relação com a terra e com o destino em termos de liberdade pessoal.

Nesta primeira Noite Santa recebemos da constelação de Peixes os impulsos para se firmar nos próprios pés e se erguer, condições básicas para alcançar a liberdade individual, meta ao qual nos destinamos como seres individualizados.


Segunda Noite Santa


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sábado, 28 de setembro de 2013

Quero saber do seu sentir....


Crie uma história pequena, nos comentários, 
baseada no que sentiu ao ver esta imagem...


 *ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*
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quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Um conto Zen...

Um monge perguntou ao mestre Kegon: 
“Como regressa à vida cotidiana, alguém que alcançou a iluminação?” 
A resposta do mestre foi: 
“As flores e as folhas caídas jamais retornam aos seus antigos galhos”. 
Não tem regresso, 
a vida que você tinha, 
pautada nas crenças que você tinha, já não existem mais. 
Agora é tudo novo. 
O velho não rege o agora. 
O agora é sempre novo, fresco, novidade atrás de novidade… 
Este é o “mundo” que está a sua espera, confie e surpreenda-se!
Fonte Aqui


*
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
*

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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Camelos também choram



Leia o texto e, só depois, veja o vídeo. Do contrário, vai ficar difícil entender.


CAMELOS TAMBÉM CHORAM




Autor do texto: Affonso Romano de Sant’Anna
Eu tinha lido que, lá na Índia, elefantes olhando o crepúsculo, às vezes, choram.
Mas agora está aí esse filme “Camelos também choram”.
A gente sabe que porcos e cabritos quando estão sendo mortos soltam gemidos e berros dilacerantes.
Mas quem mata galinha no interior nunca relatou ter visto lágrimas nos olhos delas.
Contudo, esse filme feito sobre uma comunidade de pastores de ovelhas e camelos, lá na Mongólia, mostra que os camelos choram, mas choram não diante da morte, mas em certa circunstância que faria chorar qualquer ser humano.
E na plateia, eu vi, os não camelos também choravam.

Para nós, tão afastados da natureza, olhando a dureza do asfalto e a indiferença dos muros e vitrinas; para nós que perdemos o diálogo com plantas e animais, e, por consequência, conosco mesmos, testemunhar com aquela bela família de mongóis o nascimento de um filhote de camelo e sua relação com a mãe é uma forma de reencontrar a nossa própria e destroçada humanidade.

É isto: eles vivem num deserto.
Terra árida, pedregosa.
Eles, dentro daquelas casas redondas de lona e madeira, que podem ser montadas e desmontadas.
Lá fora um vento permanente ou o assombro do silêncio e da escuridão.
E as ovelhas e carneiros ali em torno, pontuando a paisagem e sendo a fonte de vida dos humanos.

Sucede, então, que a rotina é quebrada com o parto difícil de um camelinho.
Por isto, a mãe camela o rejeita.
O filho ali, branquinho, mal se sustentando sobre as pernas, querendo mamar e ela fugindo, dando patadas e indo acariciar outro filhote, enquanto o rejeitado geme e segue inutilmente a mãe na seca paisagem.

A família mongol e vizinhos tentam forçar a mãe camela a alimentar o filho. Em vão.
Só há uma solução, diz alguém da família, mandar chamar o músico.
Ao ouvir isto estremeci como se me preparasse para testemunhar um milagre.

E o milagre começou musicalmente a acontecer.

Dois meninos montam agilmente seus camelos e vão a uma vila próxima chamar o músico.
É uma vila pobre, mas já com coisas da modernidade, motos, televisão, e, na escola de música, dentro daquele deserto, jovens tocam instrumentos e dançam, como se a arte brotasse lindamente das pedras.

O professor de música, como se fosse um médico de aldeia chamado para uma emergência, viaja com seu instrumento de arco e cordas para tentar resolver a questão da rejeição materna.
Chega. E ali no descampado, primeiro coloca o instrumento com uma bela fita azul sobre o dorso da mãe camela. A família mongol assiste à cena.
Um vento suave começa a tanger as cordas do instrumento.
A natureza por si mesma harpeja sua harmônica sabedoria.
A camela percebe.
Todos os camelos percebem uma música reordenando suavemente os sentidos.
Erguem a cabeça, aguçam os ouvidos, e esperam.

A seguir, o músico retoma seu instrumento e começa a tocá-lo, enquanto a dona da camela afaga o animal e canta.
E enquanto cordas e voz soam, a mãe camela começa a acolher o filhote, empurrando-o docemente para suas tetas.
E o filhote antes rejeitado e infeliz, vem e mama, mama, mama desesperadamente feliz.
E enquanto ele mama e a música continua, a câmara mostra em primeiro plano que lágrimas desbordam umas após outras dos olhos da mãe camela, dando sinais de que a natureza se reencontrou a si mesma, a rejeição foi superada, o afeto reuniu num todo amoroso os apartados elementos.

Nós, humanos, na plateia, olhamos aquilo estarrecidos. Maravilhados.
Os mongóis na cena constatam apenas mais um exercício de sua milenar sabedoria.
E nós que perdemos o contato com o micro e o macrocosmos ficamos bestificados com nossa ignorância de coisas tão simples e essenciais.

Bem que os antigos falavam da terapêutica musical. Casos de instrumentos que abrandavam a fúria, curavam a surdez, a hipocondria e saravam até a mania de perseguição.

Bem que o pensamento místico hindu dizia que a vida se consubstancia no universo com o primeiro som audível - um ré bemol - e que a palavra só surgiria mais tarde.

Bem que os pitagóricos, na Grécia, sustentavam que o universo era uma partitura musical, que o intervalo musical entre a Terra e a Lua era de um tom e que o cosmos era regido pela harmonia das esferas.

Os primitivos na Mongólia sabem disto.
Os camelos também. Mas nós, os pós-modernos cultivamos a rejeição, a ruptura e o ruído.

Haja professor de música para consertar isto.

Veja o vídeo




Eu chorei de emoção!!!!!!!!!!!!!!!


ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA




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terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Família é prato difícil de preparar

Família é prato difícil de preparar. São muitos ingredientes. Reunir todos é um problema, principalmente no Natal e no Ano Novo. Pouco importa a qualidade da panela, fazer uma família exige coragem, devoção e paciência. Não é para qualquer um. Os truques, os segredos, o imprevisível. Às vezes, dá até vontade de desistir. Preferimos o desconforto do estômago vazio. Vêm a preguiça, a conhecida falta de imaginação sobre o que se vai comer e aquele fastio. Mas a vida, (azeitona verde no palito) sempre arruma um jeito de nos entusiasmar e abrir o apetite. O tempo põe a mesa, determina o número de cadeiras e os lugares. Súbito, feito milagre, a família está servida. Fulana sai a mais inteligente de todas. Beltrano veio no ponto, é o mais brincalhão e comunicativo, unanimidade. Sicrano, quem diria? Solou, endureceu, murchou antes do tempo. Este é o mais gordo, generoso, farto, abundante. Aquele o que surpreendeu e foi morar longe. Ela, a mais apaixonada. A outra, a mais consistente.


E você? É, você mesmo, que me lê os pensamentos e veio aqui me fazer companhia. Como saiu no álbum de retratos? O mais prático e objetivo? A mais sentimental? A mais prestativa? O que nunca quis nada com o trabalho? Seja quem for, não fique aí reclamando do gênero e do grau comparativo. Reúna essas tantas afinidades e antipatias que fazem parte da sua vida. Não há pressa. Eu espero. Já estão aí? Todas? Ótimo. Agora, ponha o avental, pegue a tábua, a faca mais afiada e tome alguns cuidados. Logo, logo, você também estará cheirando a alho e cebola. Não se envergonhe de chorar. Família é prato que emociona. E a gente chora mesmo. De alegria, de raiva ou de tristeza.


Primeiro cuidado: temperos exóticos alteram o sabor do parentesco. Mas, se misturadas com delicadeza, estas especiarias, que quase sempre vêm da África e do Oriente e nos parecem estranhas ao paladar tornam a família muito mais colorida, interessante e saborosa.Atenção também com os pesos e as medidas. Uma pitada a mais disso ou daquilo e, pronto, é um verdadeiro desastre. Família é prato extremamente sensível. Tudo tem de ser muito bem pesado, muito bem medido. Outra coisa: é preciso ter boa mão, ser profissional. Principalmente na hora que se decide meter a colher. Saber meter a colher é verdadeira arte. Uma grande amiga minha desandou a receita de toda a família, só porque meteu a colher na hora errada.O pior é que ainda tem gente que acredita na receita da família perfeita. Bobagem. Tudo ilusão. Não existe Família à Oswaldo Aranha; Família à Rossini, Família à Belle Meuni; Família ao Molho Pardo, em que o sangue é fundamental para o preparo da iguaria. Família é afinidade, é a Moda da Casa. E cada casa gosta de preparar a família a seu jeito.Há famílias doces. Outras, meio amargas. Outras apimentadíssimas. Há também as que não têm gosto de nada, seriam assim um tipo de Família Dieta, que você suporta só para manter a linha. Seja como for, família é prato que deve ser servido sempre quente, quentíssimo. Uma família fria é insuportável, impossível de se engolir.

Enfim, receita de família não se copia, se inventa. A gente vai aprendendo aos poucos, improvisando e transmitindo o que sabe no dia a dia. A gente cata um registro ali, de alguém que sabe e conta, e outro aqui, que ficou no pedaço de papel. Muita coisa se perde na lembrança. Principalmente na cabeça de um velho já meio caduco como eu. O que este veterano cozinheiro pode dizer é que, por mais sem graça, por pior que seja o paladar, família é prato que você tem que experimentar e comer. Se puder saborear, saboreie. Não ligue para etiquetas. Passe o pão naquele molhinho que ficou na porcelana, na louça, no alumínio ou no barro. Aproveite ao máximo.

Família é prato que, quando se acaba, nunca mais se repete.
Francisco Azevedo - Dramaturgo e Roteirista
(Trecho do Livro “O Arroz de Palma)

RESUMO DO LIVRO O ARROZ DE PALMA
Romance que trata da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, este livro narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando todas as dificuldades. Nos cem anos acompanhados da vida desta família, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam e são felizes; outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado no casamento dos patriarcas da família, em 1908, e que serve de fio condutor a esta história.

ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA


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domingo, 12 de dezembro de 2010

Natal nas Asas do Arco-Íris

“Amor, alegria, Natal...são palavras, que para mim, têm muita cor.
Esta história de Natal, também da Alice Cardoso,
faz-nos lembrar a importância que têm as cores na nossa vida
e no nosso estado de espírito.
Foi muito giro ilustrá-la porque pude explorar a cor
e falta dela ao longo do livro.
Parabéns novamente
à Alice Cardoso e ao Marcos da Nova Gaia”.
Sandra Serra
*******
Essa é uma história escrita em português de Portugal,
por Alice Cardoso com ilustrações de Sandra Serra,
para crianças de todas as idades.
ASSISTA EM TELA CHEIA
CLIQUE PARA VIRAR A PÁGINA
História formatada por Susana Pinhal

ONDE ESTÃO AS CORES DA SUA VIDA?
PENSE NISSO...
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA




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domingo, 13 de junho de 2010

A Casa de Merlin...um LUGAR encantado

Passei a semana inteira pensando no que postar nesta terceira segunda -feira da BLOGAGEM COLETIVA - VIDA SIMPLES organizada pela MILA VIEGAS. , com o tema Lugar, lugares
Hoje, pela manhã, encontrei a Casa de Merlin de António Serer.
Soube de imediato que havia encontrado o meu tema.
Sou apaixonada pela Natureza.
Mais ainda pelo seu lado encantado.
Pela magia atrás de cada florzinha e de cada animal.
A floresta encantada! Um lugar de poder!
Aqui vocês têm um pouco do imaginário colorido desse artista.
"Imaginemo-nos a passear na floresta ou caminhando esforçadamente pelo alto de uma montanha...De súbito, vemos refulgir, por entre a vegetação ou junto a um rochedo, algo que nos faz pensar em ouro puro. Paramos, avançamos pé ante pé, e...que vemos?
Um menino de cabelos loiros e rosto de porcelana que nos fita com um olhar inteligente.
E percebemos, atônitos, que nos fala por telepatia, ou seja, que a sua voz soa não aos nossos ouvidos, mas diretamente na nossa mente! A princípio, não sabemos se havemos de ficar ali, em presença daquele ser tão singular, ou dar corda aos sapatos!
Mas ficamos(
porque nos sentimos como que enfeitiçados).
E o menino 'diz-nos'que não devemos temê-lo, pois não pretende fazer-nos nenhum mal.Explica-nos que vem de Além-Mundo, de um lugar fabuloso situado noutra dimensão; e, se soubermos escutá-lo, falar-nos-á das coisas boas que estão para nos acontecer,
porque -é bom que se saiba- eles são mensageiros, exclusivamente, de boas-novas. Acontece, também, que a sua presença significa a existência de riquezas no subsolo do lugar!
Explicou-me um velho pastor de muitos rebanhos que, se quisermos contactar esses meninos maravilhosos e pedir-lhes algum favor, devemos colher, para o efeito, uma bolota acabada de cair do mais frondoso carvalho que encontrarmos, embrulhando-a, de seguida, juntamente com flores de alfazema, num paninho de linho previamente lavado com gotas de orvalho e secado ao sol do meio dia.
Para formularmos o pedido, desembrulhamos a bolota, colocamo-la na palma da mão direita e repetimos, três vezes, "Menino d'Oiro, eu te peço”, juntando a estas palavras a descrição do que pretendemos e agradecendo, no final, da seguinte maneira:"Menino d'Oiro,eu te agradeço tamanho tesouro".
Mas, atenção: Só nos escutará se o que lhe perdirmos for para ajudar o próximo ou algum animal em apuros!
Eles detestam o egoísmo e a ambição desmedida e, por isso, apenas premeiam a generosidade.
Ainda segundo o tal pastor, a felicidade que sentimos quando encontramos um desses meninos é tão grande, tão grande, que, de repente, parecer-nos-á que o Sol deixou a imensidão dos céus e se veio instalar bem dentro dos nossos corações!..."
Estas obras de António Serer estarão em exposição permanente num espaço criado para o efeito e situado entre o Parque Natural "Baixa Limia Serra do Xurés” (Espanha) e o Parque Nacional da Peneda-Gerês (Portugal).
"Sou uma criança que, ao longo dos anos, usou os mais diversos disfarces (as diferentes idades e as correspondentes circunstâncias), sem, contudo perder a sua verdadeira essência". António Serer
********
A Casa de Merlin
Texto de António Serer:
Nota:
Estou publicando hoje por estar com a net muito instável.
Como não quero correr o risco de não participar optei por antecipar a postagem.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Estamos no mundo para abrir portas...


Um dia estava conversando com uma amiga que me pedia um conselho.

Entre outras coisas eu lhe disse o seguinte:

"Estamos no mundo para abrir portas e não para seguir rastros."

Hoje, ao abrir o blog do Paulo Coelho me deparei com esta mensagem:



Como a trilha foi aberta

"Um dia, um bezerro precisou atravessar uma floresta virgem para voltar a seu pasto. Sendo animal irracional, abriu uma trilha tortuosa, cheia de curvas, subindo e descendo colinas.
No dia seguinte, um cão que passava por ali, usou essa mesma trilha para atravessar a floresta.Depois foi a vez de um carneiro, líder de um rebanho, que vendo o espaço já aberto, fez seus companheiros seguirem por ali.
Mais tarde, os homens começaram a usar esse caminho: entravam e saíam, viravam à direita, à esquerda, abaixavam-se, desviavam-se de obstáculos, reclamando e praguejando – com toda razão. Mas não faziam nada para criar uma nova alternativa.
Depois de tanto uso, a trilha acabou virando uma estradinha onde os pobres animais se cansavam sob cargas pesadas, sendo obrigados a percorrer em três horas uma distância que poderia ser vencida em trinta minutos, caso não seguissem o caminho aberto por um bezerro.
Muitos anos se passaram e a estradinha tornou-se a rua principal de um vilarejo, e posteriormente a avenida principal de uma cidade. Todos reclamavam do trânsito, porque o trajeto era o pior possível.
Enquanto isso, a velha e sábia floresta ria, ao ver que os homens tem a tendência de seguir como cegos o caminho que já está aberto, sem nunca se perguntarem se aquela é a melhor escolha."
(baseado em um conto tradicional português)

Por que será que recebi este recado hoje?

E você leitor?

Por que será que está lendo isso agora?

Pensemos a respeito...

MA JIVAN PRABHUTA


imagens:Google
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sábado, 30 de maio de 2009

Se...ssenta + um!

[esta foto foi tirada oito dias antes do meu níver de sessenta anos]

Ao encontrar com olhos da minha mãe pela primeira vez, nesse instante, recebi o dom da magia.
Ficou estabelecido que participaria do lado encantado da vida...do lado do amor.
Ao encontrar o colo aconchegante da minha avó, nesse instante, recebi o dom da sabedoria.
Ficou estabelecido que conheceria o infinito através das letras, das palavras e do som.
Ao encontrar com a energia do meu pai, nesse instante, recebi o dom das cores.
Ficou estabelecido que faria parte de um mundo colorido.
Assim cresci, colecionando encantos. Mil e um momentos de pura fascinação!
Agradeço pois, aos doadores desses dons, uma vida de mais alegrias, de mais inocência, de riquezas transbordantes.
Nunca chorei?
Chorei sim...sempre de emoção...
De alegria, de muita, muita alegria.
Estou completando um ciclo de sessenta e um anos.
Obrigado minha Mãe.
Obrigado minha Avó.
Obrigado meu Pai.
[esta foto foi tirada no meu primeiro aniversário]


Ofereço para vocês agora quatro páginas da minha vida escritas em:

Toda lenda tem um quê de verdade. Foi dito por Osho: "Toda autobiografia é uma grande mentira...Você se lembra das impressões dos fatos, não dos fatos em si"...Apesar disso são instantes mágicos......escritos por mim.



Era uma vez...
Toda lenda tem um começo...ou será que não? Faz de conta que tem, já que estamos no espaço da imaginação. E sempre começa assim...
Era uma vez...
Era uma vez, num tempo distante , exatamente num dia 30 de maio de mil novecentos e antes de ontem.
Um domingo de Sol.
Só podia ter sido assim...dizem que Deus faz tudo sempre certo...apesar de que o ser humano insiste em não acreditar nisso! Pobre Deus...
Bem, mas voltando...
Nesse dia de descanso, apareci no mundo. A beira do mar , num lugar chamado Baía de Todos os Santos, centro da cidade de São Salvador, Bahia, Brasil...vocês leram bem, Todos os Santos...sim um local protegido pelos deuses de todos os tempos...ao som do mar...minha primeira música, meu som primordial...
Quer dizer que...
Resumindo...domingo, Sol, praia, descanso e deuses...já nasci numa boa!!!
Nasci em clima de festa, ao som dos atabaques dos terreiros de candomblé dando o compasso para as ondas do mar! Das baianas cheirosas com suas saias rodadas e rendadas, fritando acarajé em óleo de dendê...aquela receita africana temperada à brasileira com cheiro de pecado...pecado da gula!
Você já sentiu o cheiro da fritura de acarajé??? Já deve ter sentido...sua fama corre o mundo...impossível resistir!
Mas...
Dizem quem conta um conto aumenta um ponto, porém nesse caso o crédito é para a minha mãe...conta que ao raiar do dia , às sete e quinze da manhã, desse dia já tão falado, saí das suas entranhas...e no quarto da maternidade alguém me levou até a janela e eu vi o mar pela primeira vez!
Vocês sabiam que a primeira imagem que um bebê enxerga é aquela pela qual norteia a sua vida? Pois é. Um dia me contaram isso. Não lembro quem foi. Só sei que entendi porque o mar e eu não podemos nos separar... e é tão forte essa atração, que ainda com quatro semanas de vida, minha avó (
sempre é a avó que percebe certas coisas!!!) sob fortes protestos da minha mãe, me levou a beira do mar de fato e molhou os meus pezinhos...
Pezinhos sim...por que?...era bebê , lembra? rs,rs,rs...
Bem, assim fui batizada nas águas da Terra...nas águas do oceano, na praia de Amaralina, que por ser afastada do centro na época, ainda era um local de veraneio...nossa casa beirava a praia e a areia da praia entrava em casa confundindo-se com o jardim e só uma simples cerquinha sugeria uma propriedade particular...
Perceberam não é?...veraneio!!! Nasci de férias!!! E... numa boa!!!!rs,rs,rs...
Tudo isso estou contando por ter encontrado, numa caixa velha, daquelas que pouco abrimos, uma foto da minha mãe, ajoelhada comigo no colo, na beira da água, na beira do mar...
Me lembrei do seu cheiro, do seu calor, do primeiro carinho, do primeiro abraço...aquela coisa pela qual todos passamos, mas pouco lembramos...
Mas a festa continua...
...quem quiser que conte outra...
(este conto é para você, mamãe, seja lá onde estiver!)
por Astrid Annabelle



[clique no mapa para ver em tamanho grande]

Por que será?
Enquanto estudava com total atenção a análise do meu mapa natal, que gentilmente me foi enviado por um astrólogo amigo (clique aqui para saber quem é), avaliando se de fato os astros tinham razão, me vi transportada para uma dimensão lá trás....>>>
Surgi na forma de um lindo bebê...estava deitada num bercinho, que com toda a certeza (o bercinho) era a manifestação de um grande carinho. Ao acordar eu vi olhos grandes me olhando...olhos grandes e profundos.
"Meine süsse!", foi o som doce que veio na minha direção junto com uma onda de amor.
Pensei...isso é bom...me faz bem!
Passado um tempo, que não sei quanto, outros olhos, não tão grandes, vieram me espiar...
"My darling!"...senti o mesmo amor vindo na minha direção, mas e o som? Não era como o primeiro, era mais encorpado, mas me fez bem também...
Minha cabecinha de bebê pensava...já era curiosa, viram!!!...já queria saber que diferença era aquela...
Passado mais um tempo, a coisa ficou feia!
"Que belezinha!", ouvi...
Ai! ai!, meu Deus! (
já sabia que existia Deus, rs,rs,rs...) pensei...e agora??? A mesma onda de amor vindo na minha direção e mais um som...nem tão doce, nem tão encorpado, mais melado que sincero...
Fiquei ali deitada, no meu bercinho feito de carinho, sabendo o que era o amor, pois isso eu sentia, mas confusa com a diversidade do som...
E assim me vi crescendo de som em som...
Quando da época de começar a falar, olha a "língua" que criei para manifestar meus mais sinceros desejos:
"Give me ein pilito, Mami!" (
Tradução: Me dê um palito, Mamãe!)
Voltando a análise do meu mapa natal, está escrito aqui que:
"Suas virtudes säo: uma mente rápida em raciocínio, facilidade verbal profusa, facilidade para poliglotismo"
Com um largo sorriso no rosto, deixo uma pergunta no ar...
Por que será????
por Astrid Annabelle



Página do cotidiano...

Linda página, voltei.
Estou aqui para te contar o que aconteceu num final de tarde quente de primavera, na beira do mar.

Cenário: o paraíso.

Com certeza eu conheci naquela tarde o paraíso. Pelo menos na minha concepção de paraíso. Mar aberto, imenso e absolutamente calmo. Céu azul, vários tons de azul. Azul profundo, azul turquesa, azul claro. Céu e mar se misturavam no azul. Tingia o azul o dourado do Sol, ora tímido, ora forte, brincando com as nuvens e com a espuma das pouquíssimas ondas. Tudo isso abraçado e protegido pela montanha...A Montanha...parte de um grande complexo de montanhas. Uma mandala perfeita. E como mandala, este cenário me levou à reflexão: o que Deus estava querendo ensinar?
Será o tempo?
Será a paz?
Será a beleza?
Será o amor?
Eis aí, é isso! O amor, a harmonia, o perfeito estar junto, tudo se integrando, tudo dependendo um do outro apesar de cada coisa ser única. Paz sim, beleza sim, mas sem dúvida a expressão maior era amor...uma mandala de amor!!!E Deus, lá do alto daquela montanha...sem dúvida, Deus mora naquela montanha...olhava feliz sua criação, com a esperança de que todos que estivessem naquele paraíso, se tornassem amor, amor azul, amor dourado, amor em paz, amor bonito, e que levassem no coração a certeza de que existe o céu na Terra, de que felicidade existe...basta você estar, numa tarde quente de primavera, na beira do mar....."

por Astrid Annabelle


Segredos
Entre o compasso de uma dança e um castelo encantado existem espaços em branco...
entre as palavras que uso nesses contos existem segredos!
São chaves para você criar um mundo mágico como o meu. Vou dar as pistas:
leia com o coração e a mente vazia...
não seja "adulto"...não seja "normal"...
Antigamente quando eu descobri estes segredos jogava-os ao vento para ajudar a curar o mundo...sentia-me responsável por ter a posse dos segredos. Quem pegou esses segredos dessa maneira tão fácil, pois sequer estava procurando por eles, achou-os bonitos e guardou na sua caixinha de lembranças, ou, talvez no bolso, ou ainda, ficou sabendo e simplesmente os jogou fora! E mais...dava um sorriso e fingia estar agradecido.
Hoje aprendi que segredos devem permanecer segredos e quem quiser e puder que os encontre nos intervalos, nos cantinhos escondidos, no outro lado do texto...
Quem sabe um dia, e esse dia sempre é hoje, você poderá despertar a vontade nas pessoas para descobrir seus segredos!
Quem sabe um dia seu mundo será pura magia...um encanto de canto...recheado de lendas.
E que a verdade da vida só existe no mundo da fantasia...e enquanto verdade só pode deixar pistas escondidas nos espaços em branco da vida!
por Astrid Annabelle



“antigamente eu contava segredos e me dei muito mal. Hoje deixo pistas.”
Agora!
Comemore comigo!
Aceitas um pedaço de bolo?
Uma taça de champagne?
Vamos brindar...
brindar a vida!!!

Mas não vá embora sem deixar seu comentário!



Concluíndo:

De repente quando a vida faz "pluft!" e apaga tudo é porque mudou de página...no coração estão as coisas bonitas e necessárias para a nova fase...Pense nisso!”

Astrid Annabelle

ou, se preferir,

MA JIVAN PRABHUTA




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