Navegam ao meu lado...

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...
...POR TODOS OS QUE AMOROSAMENTE SEGUEM ESTE BLOG!
"O ser integral conhece sem ir,
vê sem olhar e realiza sem fazer."

Lao Tzu

♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

POIS É...

"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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terça-feira, 5 de março de 2013

Na trilha do Discípulo


"Na trilha do discípulo, quando este busca o encontro consigo mesmo e depois com o cosmos, várias são as fases nesse caminhar. Depois do despertar para a sua condição de Ser Espiritual, depois do levantar dos primeiros véus que lhe revelam uma realidade para além do jogo tridimensional, o discípulo — aquele que aspira a se tornar um Servidor deixa os grupos gregários do mundo e parte na busca de outros caminhos mais de acordo com a sua nova condição.
*
Nessa busca, ele encontra outros grupos, grupos de natureza
espiritual, e aqui começa a sua saga, onde ele terá de aprender a quebrar os primeiros espelhos daquele que desperta para a sua verdadeira realidade, compreendendo que esses grupos, supostamente evoluídos e capazes de satisfazer as suas novas necessidades, são igualmente gregários, condicionadores da sua própria evolução, capazes, por isso mesmo, de o estagnar na caminhada por ele empreendida.
*
Quando o discípulo toma consciência que a travessia desse deserto interno é solitária, quando percebe que o grupo ao qual se vinculou não poderá ajudá-lo nessa caminhada, é que ele se tornará verdadeiramente um discípulo aceite pelo Mestre, pronto para encontrar a sua própria natureza e nesta a expressão da sua condição de Servidor. 
*
Vendo-se sozinho no deserto, ele terá que se bastar a si mesmo na fé de quem sabe que outras mãos, mais sábias e cientes, conduzem o seu processo. Aqui começa a transição do grupo para o contexto grupal, da unidade gregária para a unidade consciente, da ligação a uma estrutura física e ao seu líder, para a ligação com o Mestre Interno que sempre estará presente em todo o seu percurso.
*
Mas afinal qual é a diferença entre um grupo e um contexto grupal? 

No grupo - e neste caso falamos de grupos espirituais - nós temos um centro, alguém que assumiu para si a responsabilidade de atrair aqueles que irão dar expressão a esse mesmo grupo; um guru ou mentor que, com a sua radiação, alimenta aqueles que estão em torno de si. 
Este é um sistema velho. 
O centro alimenta o círculo que está em torno que, por sua vez, usa esse alimento para manter a própria estrutura criada, fechando-se sobre si mesmo. No plano astral forma-se, então, uma egrégora que, pelo poder investido por aqueles que a alimentam, acaba por se tornar consciente e actuante, escravizando o grupo e o seu líder sobre o poder da sua vontade, enquanto se alimenta, como um parasita, da devoção dos elementos desse mesmo grupo.
 *
No grupo o apego está sempre presente, pois os seres que estão no círculo em torno do centro, juntaram-se em função do próprio grupo que eles alimentam e sustentam, recebendo em troca a radiação que a egrégora imite através do líder desse grupo. Essa egrégora fá-lo não por um acto de serviço, mas porque ao alimentar com a sua radiação os membros desse grupo, recebe em troca a devoção desses membros que alimentará e sustentará a sua própria condição. 
*
É um sistema não muito diferente do agricultor que alimenta as suas galinhas, não pela evolução destas, mas para receber em troca os ovos que o irão nutrir. É assim que uma egrégora funciona. 
Neste sistema, onde uma egrégora foi plasmada pela vontade de um líder e pela devoção dos seus integrantes, todos acabam por se tornar escravos dessa mesma egrégora, incluindo o próprio líder, pois sem esta não têm o alimento do qual estão dependentes. 
Nesse processo não há evolução mas uma estagnação de todos em torno de uma nutrição que não é espiritual, mas da qual estão dependentes para continuar a sustentar uma ideia errada sobre o que é evolução espiritual e serviço. Sem esse “alimento astral” sentir-se-iam perdidos, pois nenhum
contacto interno foi realizado e por isso mesmo, não há como buscar a nutrição real dentro de si mesmo.
*
Um contexto grupal é algo completamente diferente. 
Aqui não existe um centro - embora possam existir seres com papéis de liderança, não porque estejam acima dos outros ou no centro desse contexto, mas porque essa é a sua função, igual à função de qualquer outro ser que se encontre vinculado a esse contexto - nem uma ideia pré-concebida de como agir e actuar no plano material, a partir da qual se pudesse estruturar um grupo. Todos estão no círculo em torno do centro, pisando o mesmo chão. Centro esse que é o próprio contexto e não um ser ou um sistema. 
São todos auto-suficientes, pois já realizaram em si a travessia do deserto, encontrando neste a “fonte da juventude” que nada mais é que o contacto com os planos mais internos do ser.
*
Estes seres não estão dependentes de ninguém nem de nenhuma situação específica. Juntam-se em função desse contexto e logo que este se cumpra partem para o contexto seguinte sem apego algum que os prenda às estruturas criadas. São seres que teriam, por si só, uma caminhada solitária se nenhum contexto se apresentasse. A egrégora não tem, por isso mesmo, como se formar num contexto grupal, pois não existe alimento que a possa sustentar. Ninguém se encontra nesse contexto para receber o que quer que seja; todos imitem, todos irradiam, todos estão em função de um propósito mais alto e não em função do grupo ou do líder desse grupo.
 *
Um grupo escraviza o ser, sendo sustentado pela egrégora que no fim acabará por dominar a todos. Aqui apenas existe estagnação, inércia, apego... nada de verdadeiramente evolutivo pode nascer de uma estrutura como esta. No fim, acabará por se tornar sectária e contrária ao propósito Divino. 
No contexto grupal, não existem amarras nem apegos. O ser está em função desse contexto que é um prolongamento da Vontade de uma Hierarquia Espiritual à qual todos estão vinculados por laços internos,
ao contrário do grupo, cuja vinculação é com o líder e sua egrégora. 
No contexto grupal, existe a liberdade de Ser e de Servir, permitindo que o discípulo dê os passos necessários para se tornar um iniciado.

Nenhum ser, alguma vez, alcançou uma iniciação dentro de um grupo espiritual...

 Iniciações grupais não são dadas a grupos espirituais, mas a todos aqueles que se juntaram em função de um contexto espiritual. 
 Por isso, antes que possamos aspirar a fazer parte de um desses contextos, temos primeiro de realizar a nossa alquimia interna, pois será a partir desta que teremos os instrumentos para irradiar o propósito dentro desse mesmo contexto. 
Apenas seres livres podem realizar tal tarefa. 
Todo aquele que estiver preso a uma estrutura grupal, serviço algum poderá realizar que seja verdadeiramente evolutivo.
 Terminemos a travessia do deserto interno para que possamos encontrar essa Fonte de Vida que nos aguarda do outro lado e, então sim, poderemos tornar-nos, finalmente, verdadeiros Servidores do Plano Evolutivo. 
Quando isso acontecer, a Vida encarregar-se-á de nos conduzir ao contexto que nos corresponde e onde poderemos irradiar o propósito que nos está destinado. Ali ficaremos, enquanto esse contexto existir e depois partiremos para o contexto seguinte, sem apego algum
por aquilo que foi realizado, 
pois o nosso único sustento vem dos planos internos.
Seremos então seres Livres e Plenos... 
expressões vivas e actuantes do Amor Divino."
*

TEXTO  DO LIVRO:
Janelas entre dois Mundos - do autor Pedro Elias

 COPIADO DAQUI 
*
TRADUZINDO EM MIÚDOS:  
SEJA VOCÊ MESMO,  
SAIBA POR EXPERIÊNCIA 
E DEPOIS COMPARTILHE
*
*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*

* Todos os direitos reservados. 
Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autoria. C
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

PERDÃO

  
PERDÃO!

Outro dia eu estava aqui pensando que preciso colocar umas coisas no lixo, mas preciso, antes disso, dizer-lhes adeus definitivamente. Ah, se fosse tão fácil quanto trocar o lixo da cozinha!

Sabe, às vezes sinto como se tivesse vivido uma vida muito longa, de tantas histórias que tenho para contar e de tantas lembranças que povoam meus pensamentos, algumas acariciando meu espírito e outras atormentando o meu coração. Dois filhos, um casamento de quase oito anos finalizado há dez anos atrás e meu casamento atual, que já está com quase seis anos além de muitas, mas muitas experiências profissionais vividas até aqui.

Há histórias boas, histórias ruins, algumas felizes e outras tristes. Mas são apenas 35 anos! É, incrível mesmo! Jovem demais para todo este acúmulo de experiências e... infelizmente de mágoas também.

Meu marido, muito amado e admirado por mim, além de um grande exemplo em minha vida, tem insistentemente falado comigo à respeito do PERDÃO (é, em caixa alta mesmo!).

O que será o tal do PERDÃO? À primeira vista parece simples, né? “ – Ah, como sou boazinha! Eu te perdôo, afinal! - E como num toque de varinha de condão, todos acabam felizes para sempre!” Bacana, né? Só que não é assim. Isso aí é mentira, como a maior parte das coisas que externamos junto às pessoas do nosso convívio.

A gente diz que perdoa, volta ao convívio normal com aquele(a) amigo (a) ou familiar, e age como se nunca tivesse acontecido algo de ruim. Até o dia em que a tal pessoa resolve te chutar a canela de novo, ou, sem intenção, atravessa de mau jeito o seu caminho em um dia ruim para você. São três segundos até a sua antiga mágoa com esta pessoa ressurgir em sua mente e sair por sua boca em forma de acusação. E o gatilho que antes era de um revólver calibre 38, vira rapidamente o de uma espingarda calibre 12. Geralmente depois disso, não há remendo possível para este relacionamento. Ah, e você não é mais bonzinho(a). Viu que beleza?

Por isso eu penso que nunca experimentei o PERDÃO verdadeiro, porque segundo relatou meu marido, o mesmo é uma grande bênção, porque pode-se igualar à sensação da retirada de um grande abcesso inflamado, trazendo alívio e cura para o coração e, por conseguinte, para a alma.

E, quando o PERDÃO verdadeiro acontece, disse-me ele, a mágoa nunca mais retorna, embora a memória não possa ser apagada. Mas a dor se vai, e a forma como aquilo nos afeta muda, transforma-se. Deve ser parecido com a maneira como perdoamos aos nossos filhos. Por pior que seja a atitude deles, sempre os olharemos com “olhos frescos”, porque sempre há uma segunda, terceira e quarta chance para eles em nossos corações. Claro que há aberrações de todos os tipos neste mundo – pais que odeiam filhos e filhos que não suportam os pais, por uma vida inteira e de corpo e alma, mas não estou falando disso aqui. Aliás, prefiro não falar mesmo.

Resolvi fazer uma lista das pessoas que estiveram presentes em minha vida em situações de mágoa e isso inclui quando eu fui o pivô da mágoa também. Caramba! Fiquei até com medo!!! Deixei a lista de lado e vim escrever este texto, claro, pensando em publicá-lo e em buscar algum tipo de aceitação para os meus pensamentos junto à você que está lendo-o agora, talvez para me sentir mais humana. Vim buscar através deste escrito um pouco de redenção... Porque são mágoas demais! Um peso gigantesco!

Um emaranhado de sucessões de erros e atitudes egoístas que me feriram e me levaram a ferir outras pessoas também, machucando meu coração profundamente.

Só que estou tentando me convencer que isso não é para sempre, que não é irreversível. Não deve ser. Não tem que ser. Não pode ser... E eu não quero que seja!

Pelo menos uma vez na vida já tivemos o desejo secreto de zerar as nossas vidas e apagar as nossas memórias, para começar de novo, tudo de novo.

Relacionamentos, atitudes, posturas, correções de caráter, correções na(s) filosofia(s) de vida. Daí, vem algum "mané" (dentro ou fora de nós) e nos diz: “Isso é impossível!” E, quer saber o pior? Nós acreditamos!

Só que é possível sim. Olhem um exemplo: quando viajamos levamos todos os objetos que há em nossa casa em uma mala? Claro que não. Levamos apenas o que usaremos na viagem, daquele ponto em diante, durante a mesma. Vale dizer que no meu caso, a mala de verdade tem sido cada vez menor, porque cansei de ficar tropeçando no caminho com uma bagagem mais pesada que eu, sem brincadeira!

Então, não deve ser tão difícil imaginarmos uma mala de viagens que vamos chamar de “VIDA NOVA” e colocar dentro dela apenas o que pretendemos realmente usar daqui prá frente. Ninguém (ou quase ninguém, quero crer!) vai levar numa viagem, por exemplo, meias velhas e furadas, a casinha antiga do cachorro ou um parafuso enferrujado! (É, boa! Vou chamar as minhas mágoas a partir de hoje de “meias velhas e furadas”. Tá vendo, para mim a redação sempre foi uma grande terapia!KKKkkkKKKK)

Nossas roupas e objetos velhos não podem “nos perseguir” virtualmente e entrar em nossa mala real de viagens. Então, quando nossos pensamentos forem assaltados por tranqueiras desse tipo, é só balançarmos os ombros e lembrar que coisas não andam sozinhas, e não estão em nossas vidas sem que as tenhamos pegado, ao invés de acreditarmos no ”mané” que diz que não podemos renovar as nossas vidas, carregando enfim somente o necessário.

Acabei de criar para mim mesma uma nova técnica de treinamento mental-emocional! Uhuull! Mas, agora fora de brincadeira: vou tentar fazer isso de verdade. É uma questão de sobrevivência. A mágoa é como um veneno ministrado gota à gota e, à longo prazo, causa estragos grandes. Os meus já começaram, tenho sentido, e ainda está em tempo de fazer algo, de buscar a cura.

Não digo que isso me fará capaz de perdoar de verdade, às pessoas e à mim mesma, aliás, em primeiro lugar. Não digo que encontrei a fórmula mágica. Mas digo que encontrei um chão firme para tentar um primeiro passo: a vontade!

Espero que você que está tendo a gigantesca paciência e inegável curiosidade de ler isto até o fim consiga também fazer sua minúscula "mala de viagem” e colar nela um adesivo bem grande e chamativo, para você não perdê-la de vista, onde estará escrito “MINHA VIDA NOVA ”.

Boa sorte para nós! =)))))
*
TEXTO DE ANA LUIZA ZANICHELLI PROGIN
 
clique aqui




*
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA 
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Matutando à beira de um rio

 *
Esse é um canto que encanta, 
escondido aqui na Mata Atlântica, 
na cidade vizinha de Paraty/RJ,
um canto perfeito para sentar e ouvir o silêncio.
*
 *
Dizem os entendidos que sabem tudo, 
que os rios são a assinatura da Mãe Natureza...
e eu digo que aqui está um intervalo plasmado dessa assinatura....
*
*
tudo na mais profunda inspiração divina!!! 
Silenciosamente divina!!! 
Pacificamente divina!!!  
Deslumbrantemente divina!!!
*
*
 Sente-se a criação em expansão... 
*
permita-se sentir pelo tempo que aqui estiver, 
mesmo que virtualmente...
que é assim... 
*

...que é do nada que brota a vida...
*
"Os xamãs encontram o seu poder nesses territórios misteriosos. 
Lá se pode curar o corpo, a alma, o destino."
*

"Vamos sonhar os poderes que temos e não sabíamos, 
vamos lembrar e usar em nosso cotidiano o esplendor."
( frases de Herve D´Assigny - www.dassigny.com.br )

*
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
*
 TEXTO DE MINHA AUTORIA
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

2012





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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Dos meus escritos...




Hoje achei a seguinte mensagem no meio de um caderno velho que usava para escrever mensagens copiadas de livros muito antes do advento da internet. Todos os dias eu escrevia muito. Tenho todos os cadernos comigo. E, assim como hoje, vez por outra gosto de ler...encontro jóias como a que segue. Não me lembro de onde copiei. Se alguém conhece a autoria me avise que darei o devido crédito.
*
O Anjo da Cura segurando meu coração disse:
"Este coração não é realmente seu.
Sabia disso?
Ele pertence a Deus e lhe foi emprestado. É a fôrça de Deus que faz esse coração bater e é o mais verdadeiro impulso de Deus que faz esse coração amar.
Devolva seu coração a Deus agora e ele imediatamente estará de novo inteiro, feliz e leve como uma pluma. E Deus lhe dará o presente de uma vida plena e você dará a Deus o presente de viver como Você. Relaxe a garganta, abra a boca, emita o longo som do Universo: Ahhhhhhh!!!!!
*

*Tenham todos um lindo tempo...
quando vivemos plenamente um instante
participamos da eternidade.*

*
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
*

 
IMAGEM DAQUI
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quinta-feira, 3 de março de 2011

Um sonhador


O som do blog fala sobre um sonhador....
Sobre o espírito da borboleta...
Sobre a dança da alegria...


"dançarino das sombras quer passear comigo à noite
enquanto meu corpo está pacificamente deitado..."


Cliquem AQUI para ver o vídeo que é lindo
e para ler a letra da música no original


Vocês já ouviram falar que existem músicas que realizam curas?
Então ouçam, sintam e depois me contem....

ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA


IMAGEM: http://www.naturedesktop.org/
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sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

CENTRO VETERINÁRIO HOLÍSTICO BANDARRAVET

Hoje estou aqui
Deixem os comentários lá no blog da querida Doutora Maria Paula
Todas as imagens são de propriedade do CVHB



É uma amiga muito muito querida!!!!!!!!!!!
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA


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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Jesus O Terapeuta



No livro “O Espírito da Saúde”, de Lise Mary há este texto de Jean-Yves Leloup

sobre Jesus e os terapeutas, de uma beleza rara:

“Inicialmente os Terapeutas de Alexandria cuidavam do corpo. Nos Evangelhos muitas questões são colocadas sobre este momento da imposição das mãos. A importância da mão através do tocar, através da simples imposição, deixando passar através dela a energia da cura. Jesus é um terapeuta que tem mãos e pede a seus discípulos que imponham as mãos sobre os doentes. Na tradição dos Antigos há um texto que também é encontrado no Evangelho de Tomé, o qual nos diz que temos uma mão na nossa mão. E esta é uma palavra da qual precisamos nos lembrar quando acompanhamos um doente. Porque temos a nossa mão, com o seu conhecimento e a sua competência, mas através dessa mão flui a grande mão da vida.

Jesus cuidava também dos doentes através de sua saliva... Jesus trata os doentes com suas mãos, com sua saliva e também com suas lágrimas...

... Quando Jesus despertava, naqueles que encontrava, o coração de pedra, ou um coração fechado pelo medo e pela recusa, este coração se liquefazia no amor. Por isso dizemos que Jesus era um Terapeuta no sentido físico do termo.

Jesus era também um Terapeuta da alma e da psique. Ele transformava as pessoas em seres capazes de perdão. Perdoar é parar de identificar o outro com as consequências negativas de seus atos e parar de nos identificar com as consequências negativas de nossos atos. Esta é a própria função do terapeuta. Diante de alguém que está fechado em suas memórias e fechado no encadeamento de causas e efeitos de seus atos, é preciso recolocá-lo em marcha na direção da vida."

Esta é uma bela tradição das bem-aventuranças e, em hebraico, pode-se traduzir bem-aventurado por "Em Marcha!", como tão bem o fez André Chouraqui.

"Em marcha os humilhados do Sopro!...

Em marcha os humildes!...

Em marcha os famintos e sedentos de justiça!.

O ensinamento de Cristo é um convite à caminhada, a ir mais longe, a não se fechar no destino da doença, no destino social. Trata-se, pois, de reabrir a nossa capacidade de ir mais longe.

Jesus é também terapeuta no sentido espiritual do termo, no momento em que ensina seus discípulos a orar. Orar não é recitar preces, mas entrar em relação e em intimidade com a própria fonte do seu ser.

Então Jesus mostrava-se Terapeuta ao ensinar que pela prece o homem podia religar-se à sua fonte. Sabe-se que muitos sofrimentos e doenças ocorrem porque o homem se sente cortado da fonte do seu ser, cortado do seu desejo essencial, cortado do desejo essencial da vida que corre através dele. Quando ele se religa a esta fonte, a cura pode ocorrer. Esta cura ocorre também na comunidade, cada um na religião que é a sua, através do provar de sua própria fonte.”

Reflexão:

1 – O que ser um terapeuta significa para você?

2 – O que pensarei hoje como terapeuta para curar o planeta e trazer paz, alegria e justiça?

3 – O que falarei hoje como terapeuta para curar o planeta e trazer paz, alegria e justiça?

4 – O que farei hoje como terapeuta para curar o planeta e trazer paz, alegria e justiça?

5 – O que significa para ti o convite do Mestre Jesus: “Quando andares por terras estranhas, cure os que estiverem feridos?”

6 – Qual o teu papel, tua missão no planeta? Quando a existência te deu o dom de ser um terapeuta foi para quê?

Fonte AQUI


ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA




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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

INVOCAÇÃO PARA A DIVINA INTERVENÇÃO

SAUDAÇÕES,
SAINT GERMAIN PEDIU-ME PARA ENVIAR ESSA MENSAGEM PARA TODOS.
POR FAVOR COMPARTILHEM COM TODOS OUTROS AMIGOS.
BENÇÃOS , TROIKA
Eu peço a TODOS enviarem a Chama Violeta para o Haiti –AGORA!
Enviem à Chama Violeta todos os dias, quantas vezes por dia que vocês puderem.
Os chamados precisam ser feitos do plano da Terra.
Peçam à Chama Violeta para transmutar toda a dor, todo o sofrimento e medo, e outras negatividades em ESPERANÇA, AMOR , MILAGRES E BENÇÃOS para todos do Haiti.
Por favor lembrem -se dos animais também.
Peçam à Chama Violeta para purificar TODOS que partiram , que fizeram a passagem, para que eles recebam a sua Ascensão.
Estejam a Serviço da Terra e de Todas as formas de vidas, pois nós todos somos UM.
Os Mestres Ascensionados não podem intervir a menos que vocês os peçam por ajuda.
Peçam-nos e nós TODOS responderemos.
Bençãos a TODOS
SEU SOU Saint Germain
Repitam por pelo menos quinze minutos, quantas vezes por dia lhes for possível.
Visualizem vocês fazendo isso, com a Chama Violeta permeando a atmosfera do HAITI.
Por favor continuem isso todos os dias como orientação da sua Chama do seu Coração.
INVOCAÇÃO PARA A DIVINA INTERVENÇÃO
para nossos Irmãos e Irmãs no HAITI
Amada Presença EU SOU de toda a Humanidade,
Infinita e Poderosa Presença EU SOU do Grande Sol Central,
Todos os Grandes Seres Cósmicos e Legiões da Luz,
Todos os Mestres Ascensionados e Todas as Hostes Angélicas,
Lady Althea e suas Legiões de Anjos,
A Equipe Médica das Energias Universais,
Curadores Arturianos e Curadores de toda a Galáxia
Nós invocamos as suas Divinas Intervenções AGORA
e nós pedimos pela Chama Violeta para transmutar toda a dor,
todo o sofrimento,
todo o medo e todas as negatividades em
ESPERANÇA, AMOR , MILAGRES E BENÇÃOS
para todas as pessoas e animais do HAITI
Que tudo isso se manifeste AGORA
MANIFESTE-SE AGORA
MANIFESTE-SE AGORA
MANIFESTE-SE AGORA
e pedimos à Chama Violeta para purificar a todos que partiram,
que fizeram a passagem ,
que eles Ascensionem,
Grandes Hostes Ascensionadas
Nós agradecemos e abençoamos Vocês por sua imediata assistência e Divina intervenção em benefício das pessoas do HAITI que estão em grande necessidade.
Nós lhes agradecemos !
Nós lhes Agradecemos!
Tradução para o texto em português- Helena Renner e equipe
http://www.luzdegaia.org/sgermain/indice/chamado_urgente_haiti.htm



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sábado, 4 de julho de 2009

A atitude do terapeuta

"Aquele que se ocupa em tratar dos corpos vê sempre
abrirem-se as portas das almas.-
Chemins De Ce Temps-Là"

Atitude Interior
Se dedico agora todo um capítulo à atitude do terapeuta, seja ela interior ou exterior, é porque essa atitude vai ter um papel de grande importância na execução do tratamento. É fácil entender que tratamentos voltados para os corpos sutis exigem de quem os dispensa o alinhamento de seus atos, pensamentos e palavras, a fim de que, como sucede com um vaso de cristal, as energias que o atravessam não sejam limitadas e até mesmo obstruídas por escórias que só fariam retardar a passagem da luz.
A qualidade do tratamento dispensado vai depender da nossa qualidade enquanto seres no momento da nossa ação, pois ninguém pode atuar como terapeuta se não tentou trabalhar a si mesmo e purificar-se das próprias escórias.
Isso não significa, de modo algum, que é preciso ser perfeito para poder dispensar esse tipo de tratamento. Seria muita pretensão de minha parte julgar ter resolvido todos os meus "problemas", mas é certo que, de vida em vida, um dos meus objetivos foi sempre o de conseguir que meus diferentes corpos estivessem suficientemente sintonizados entre si para servirem de canal às energias de luz que sempre presidem qualquer tratamento.
Embora antes da época dos essênios eu já tivesse conhecimento dos tratamentos, refiro-me aos de dois mil anos atrás porque os ensinamentos dessa época são de grande precisão e Jesus, um dos meus maiores professores.
Jesus fazia uma grande diferença entre os mágicos e os enamorados do Amor. Os "milagres" realizados por estes e por aqueles pareciam idênticos, mas nos planos sutis a diferença era grande, pois a compreensão da Vida estabelecia-lhes a qualidade. Ele nos dizia, com relação à materialização de objetos, basicamente o seguinte:
"Existem duas maneiras de realizar os fatos a que nos referimos... Para a maioria dos seres, a diferença é nula, pois seus olhos de carne não captam senão os efeitos... Os mágicos projetam os raios de sua alma até o objeto de sua avidez, fazem-no sofrer uma transformação e trazem-no para o lugar onde se encontram... Eu porém dos digo: aquele que cria o faz por amor, aquele que se apropria do já criado opera pelo desejo.
"O desejo vos destruirá se não estiverdes atentos. Ele vos força a to­mar sem dar nada em troca. As leis do Sem Nome são inversas às que vós estabelecestes sobre a Terra, meus Irmãos; aquele que colhe sem nada distribuir não pode senão empobrecer-se inexoravelmente... Assim, eu não vos proponho o poder, mas a compreensão. Compreender é amar. "
Se faço menção a essas palavras no capítulo das atitudes é para que se entenda melhor o que pode ser o "desejo" do terapeuta e para que não sejamos mágicos-terapeutas, mas orientadores amorosos.

O Desejo

Freqüentemente, e de forma sutil, infiltra-se em nós o desejo de aplicar um tratamento, e está aí muitas vezes a pedra de tropeço em nosso caminho. Todos nós desejamos que a pessoa que nos procura se cure e, mais ainda, que "nós" possamos curá-la, proporcionar-lhe o alívio que ela veio buscar junto de "nós". Isso parece de uma lógica absolutamente inevitável. Entretanto...
Um ser que sofre não sofre por acaso. Através da provação por que passa, ele aprende e cresce, pois as provações são, freqüentemente, "presentes" que damos a nós mesmos, para irmos mais longe em nós e para além de nós. O sofrimento não é uma fatalidade, e certos mundos não o conhecem mais. Um acidente ou uma doença são sinais para nos fazer entender que uma parte de nós está em desacordo com a outra. São encontros impostos pela nossa vida supraconsciente que se tornarão trampolins assim que os tenhamos compreendido e resolvido. Pode acontecer, é claro, que um grande sofrimento nos faça fechar-nos como um tatu-bola sobre nós mesmos e torne mais lento o nosso caminhar. Conheço perfeitamente isso, por experiência própria, mas sei também que há sempre uma "luz no fim do túnel", mesmo que este pareça terrivelmente escuro no momento em que o atravessamos. Não quero dizer com isso que o terapeuta não possa fazer nada. Pelo contrário, ele pode nos levar a considerar o nó do "problema" que nos coube de uma perspectiva mais elevada; pode igualmente trazer os tijolos e o cimento que vão nos permitir reconstruir-nos; mas ele não poderá jamais construir no nosso lugar, percorrer o nosso caminho, porque isso somente nós podemos fazer.
Para o terapeuta, o desejo de curar freqüentemente está ligado ao fato de querer ser indispensável. Saber que sem nós uma pessoa não pode sair da situação em que se encontra, ou antes que nós podemos tirá-la dessa situação, é uma questão de orgulho. Quere­mos ser, nesta terra, indispensáveis, úteis, ou seja, valorizados, e se achamos que não temos capacidade para tal, preferimos tornar-nos marginais, no sentido relativo do termo, que para mim significa, neste caso, ser contra a sociedade, porque não encontramos nela o nosso lugar. Eu, particularmente, defendo uma outra forma de marginalidade, principalmente interior, e que nos deixa a possibilidade de dizer "sim" ou "não" por genuína escolha.
Pelo "desejo" nós existimos, mas não "somos". Sejamos nós mesmos no mais profundo do nosso ser, e estejamos bem certos de que ninguém cura ninguém. Essa afirmação pode parecer a você ousada ou fora de lugar, mas vidas e vidas passadas tratando das pessoas permitiram-me compreender isso tudo profundamente. Podemos aliviar, ajudar, trazer elementos que contribuem para a cura, mas a Cura propriamente dita, a Vida e a Morte não dependem de nós.
Certos doentes não querem se curar; desejam-no, é claro, superficialmente, mas a doença apresenta-se a eles como uma proteção e, embora ilusória, parece dar sentido à existência. Outros não vêem como sair do "impasse", que nunca existe de fato, e no mais profundo de si mesmos, muitas vezes inconscientemente, preferem morrer. São muito numerosos também os que partem curados para outros mundos, pois o nó que existia neles dissolveu-se afinal. Não temos dados suficientes para saber o que é bom ou justo neste ou naquele caso e, se desejarmos dar o melhor de nós mesmos a quem pede a nossa ajuda, isso nos levará a uma grande humildade.
A luz que passa através de nós no momento dos tratamentos, a qualidade do amor que vamos poder dar, esse é o nosso "trabalho".
O "desejo" toma muitas vezes a aparência de amor, da mesma forma que se confunde freqüentemente a emoção, que parte do terceiro chakra, com o amor, que parte do quarto; confunde-se também afeição com amor. Evidentemente, pode haver diferentes formas de amor e algumas podem ser coloridas por outros sentimentos, mas o Amor com A maiúsculo não tem família nem fronteiras, nem obrigações nem coloração. Ele E, e freqüentemente quem o pratica nem mesmo sabe que o pratica porque está mergulhado nele; ele é Amor. Isso é exigido de nós como algo fundamental.

O julgamento

Esse amor total não pode admitir julgamento. Neste ponto, também a fronteira é sutil entre julgamento e opinião. Emitir uma opinião, dar um parecer sobre alguma coisa ou sobre alguém é uma atitude neutra e está mais próximo de unia constatação. Emitir um julgamento é implicar-se pessoalmente na opinião, tomar partido segundo a nossa experiência, sem nos colocarmos na pele do outro. A neutralidade é uma qualidade indispensável, mas neutralidade não significará jamais indiferença ou frieza. Nós trabalhamos o amor­terapeuta e devemos fazer florescer a confiança e a paz nos seres sofredores que nos procuram.
Numa aldeia dos índios hurons, li esta frase que ficou gravada em minha mente:
"Grande Manitu, não me deixes criticar o meu vizinho por tempo muito prolongado, da mesma forma que eu não usaria seus mocassins durante uma lua inteira. "Isso nos leva a uma outra qualidade que devemos desenvolver como terapeutas.

A Compaixão

É a chave indispensável que abrirá todas as portas, mas é também a chave que temos de procurar, pois a perdemos há muito tempo!
Por ocasião da minha aprendizagem, na época essênia, os Ir­mãos ensinaram-me como respirar no ritmo do ser que sofre. Eu sabia que poderia, dessa forma, pouco a pouco, identificar-me com ele e, sem adquirir o seu mal, vivê-lo interiormente. Essa etapa é indispensável, pois vai permitir captar a fonte do mal, depois desviá-la para o nosso corpo de luz antes de transmutá-la com toda a força do nosso coração e da nossa vontade.
Ter compaixão não significa naufragar com o outro, mas amá-lo suficientemente para saber o que ele sente. E compreender o que ele é sem julgá-lo; é sentir o que ele sente sem a emoção que o invade. Cada um de nós pode encontrar múltiplas definições para a palavra "compaixão". Na verdade pouco importa sua definição, desde que se saiba durante alguns minutos ser Ele, esse outro eu que sofre e nos chama.
"Aquece o teu coração, faz brilhar as tuas mãos e não haverá nem dor que possa desenvolver a sua espiral, nem mal que continue a tecer a sua teia...", ensinavam ao pequeno Simon os irmãos do Krmel.

A Transmutação

"Não se destrói o mal... "
Diante da doença existe uma lei universal que aprendi na época de Jesus e que ponho sempre em prática: não se destrói o mal. É nossa alma que permite a sua existência por causa das suas próprias fraquezas; devemos, então, não aniquilá-lo ou afastá-lo, mas substituí-lo pela luz que, ao tomar o seu lugar, transmutará a sombra.
Essa noção deve estar sempre presente quando praticamos, pois, ao utilizar o tipo de método ensinado aqui, nosso estado de espírito assemelha-se àquele do alquimista que vai transformar o chumbo em ouro. Nosso intuito não é destruir, arrancar, retirar o que quer que seja; operamos no amor e por amor, e é a luz que o compõe que deverá, pouco a pouco, substituir as zonas de sombra que deixamos instalarem-se em nós. Pode acontecer de certos terapeutas, e mesmo certos doentes, odiarem o mal que carregam ou que pensam que devem combater. Trata-se de um erro grosseiro, mesmo que compreensível, humanamente falando. Também neste caso é preciso impregnar-se das leis cósmicas que, invariavelmente, continuam sua trajetória para além de nossa compreensão. Quanto mais enviarmos pensamentos de ódio, de cólera, de rancor a quem nos machuca, tanto mais reforçamos a ação dessa pessoa e enfraquecemos a nossa. Lembrando o itinerário de viagem das formas-pensamento, fica mais fácil compreender como um pensamento de ódio vai atrair para nós outros pensamentos do mesmo tipo e nos embrutecer consideravelmente, obscurecendo por um momento a luz com que poderíamos nos reconstruir interiormente. Além disso, essa forma-pensamento vai alimentar e entreter o mal contra o qual lutamos muitas vezes sem muita habilidade.
Lembro-me da época da guerra do Golfo. Os pensamentos de ódio disparavam na direção de Saddam Hussein e, nessa ocasião, as pessoas com quem costumamos trabalhar nos diziam: "Se vocês envolverem esse ser em ódio, esses pensamentos reforçarão a ação dele no sentido da maldade. Se vocês lhe enviarem pensamentos de paz, a ação dele será por eles enfraquecida, pois não encontrará mais o alimento que a compõe... "
Cabe a nós, portanto, saber o que queremos; e se nem sempre podemos, num primeiro: momento, agradecer à doença pelo caminho que nos obriga a percorrer, evitemos ao menos alimentá-la.

Atitude Exterior
"Boa vontade não basta..."
Considero difícil estabelecer uma separação entre atitude interior e atitude exterior. As duas estão estritamente ligadas e se sus­tentam, mas é necessário abordar o lado mais técnico, ao menos para quem está começando. A técnica não é, na verdade, senão um suporte para alguma coisa que está além de nós e que aos poucos há de instalar-se em nós. Entretanto, vi muito freqüentemente pessoas animadas de enorme boa vontade fazerem qualquer coisa a pretexto de ouvir o coração. Somos feitos de diversos elementos e não deve­mos negligenciar um deles em proveito de outro. O estado psicológico está a nosso serviço, nossa vontade também está e nós devemos utilizá-los como tais.
"De boas intenções o inferno está cheio" - é um ditado popular de muito bom senso. Aqui também reforço o meu alerta: para tornar-se um bom terapeuta, boa vontade não basta! Mesmo que todo o Amor do mundo esteja latente em você, é preciso ainda fazê-lo florescer e aceitar humildemente a aprendizagem necessária e os conhecimentos dos mundos sutis que impossibilitam virmos a transgredir certas leis sem sofrer ou provocar conseqüências.
Atualmente, os habitantes da Terra, em sua grande maioria, funcionam no nível do terceiro chakra. Isso significa que muitas vezes o nosso modo de amor é humano demais e perpassado de emotividade. Esse amor, por mais válido que seja, não nos vai proporcionar o necessário distanciamento, a ponto de nos isentar de aprender. Da mesma forma que um excelente pianista pode improvisar com sucesso, se quiser, porque antes estudou suas escalas, assim também cada terapeuta poderá ir além das técnicas para proclamar o que sente profundamente, desde que tenha algo a ultrapassar, isto é, desde que tenha, ele também, "estudado suas escalas".
É sempre muito curioso ouvir pessoas que pensam que podem fazer qualquer coisa a pretexto de alcançar planos mais sutis do que aqueles nos quais costumamos "trabalhar". Buscar o "sutil" não significa caminhar ao acaso, ou agir conforme o humor ou a disposição do momento. Temos em nós todas as capacidades e podemos despertá-las, mas o "abandonar-se" é algo que se aprende, a "neutralidade" também, assim como a "compaixão". Certamente não aprendemos a desenvolver isso tudo da mesma forma que aprendemos matemática ou história. As lições são sempre muito práticas e a vida se encarrega de colocá-las no nosso caminho até que tenhamos compreendido o que tínhamos para aprender... Mas trata-se sempre de um aprendizado e não podemos deixar de considerá-lo; da mesma forma que, para aprender a ler e a escrever, precisaremos de um pouco de tempo e de perseverança, mesmo fazendo dessa atividade algo agradável, o que é o ideal.
Depois desse alerta, passo a lhe propor alguns "pontos de referência" no tocante à posição a assumir por ocasião dos tratamentos.
Particularmente, prefiro, hoje em dia, realizar o tratamento usando um colchonete colocado diretamente sobre o chão; mas algumas pessoas, terapeutas ou pacientes, podem ter dificuldade para se movimentar nessa posição. Nesse caso, uma mesa de tratamento dará conta plenamente da tarefa.
O paciente deverá estar em trajes íntimos, ou pelo menos vestindo roupas de algodão para evitar interferências, e não deve cruzar pernas ou braços a fim de não cortar os circuitos de energia. Deve também, pelas mesmas razões, tirar relógio e jóias. Não há nisso nada de excepcional ou esotérico; é fácil compreender que o cruza­mento das pernas pode dificultar a circulação do sangue, acontecendo o mesmo com relação às energias nos planos mais sutis.Quem administra o tratamento deve estar de pé junto do paciente, se este estiver deitado em um leito ' ou mesa de tratamento, e sentado na posição de lótus ou de joelhos, se o paciente estiver deita­do sobre um colchonete apoiado diretamente no chão. A coluna vertebral do terapeuta deverá estar o mais reta possível para que as energias com que trabalha circulem mais facilmente.
Depois de ter-se deixado envolver pela calma e pela neutralidade, o terapeuta, pode e deve dirigir-se ao paciente para que este se sinta confiante e invadido por uma benfazeja serenidade. A beleza e a simplicidade do lugar poderão sem dúvida contribuir para que se instale esse oportuno bem-estar. A partir desse instante preciso, tem início a verdadeira preparação para os tratamentos, de que falarei detalhadamente a seguir.
Autor: Anne Meurois-Givaudan
Fonte: Leitura de Auras e tratamentos Essênios
Tradução: Maria Ângela Casellato
Editora: Pensamento
MA JIVAN PRABHUTA
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