Navegam ao meu lado...

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...
...POR TODOS OS QUE AMOROSAMENTE SEGUEM ESTE BLOG!
"O ser integral conhece sem ir,
vê sem olhar e realiza sem fazer."

Lao Tzu

♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

POIS É...

"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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quinta-feira, 7 de março de 2013

Dia Internacional da mulher - 08/03/2013

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PARA LEITURA NESTE DIA RECOMENDO

Eva..Maria...Lilith?


"Séculos e séculos de uma visão masculina da vida, do poder, cimentaram em nós, mulheres, crenças que ainda hoje nos diminuem a condição. Crenças profundas que nos foram afastando do poder de ser mulher."
 LEIAM  AQUI
APROVEITEM E DEIXEM UM COMENTÁRIO DANDO OS PARABÉNS 
PELO PRIMEIRO ANIVERSÁRIO DESSE BLOG MARAVILHOSO DA  
 OS COMENTÁRIOS POR AQUI ESTÃO DESATIVADOS POR MOTIVO ÓBVIO
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domingo, 1 de janeiro de 2012

Um do um de 2012

"Ao chegar a plenitude dos tempos, 
Deus enviou o seu Filho, nascido de mulher..."(Gl4,4)
 O culto mariano funda-se sobre a admirável decisão divina de ligar para sempre, como recorda o apóstolo Paulo, a identidade humana do Filho de Deus a uma mulher, Maria de Nazaré.
Beato João Paulo II, Audiência Geral, 15 de Outubro de 1997
*

Hoje comemora-se, entre outras tantas, 
Salve Maria, minha Mãe do Céu!
*
Este ano que inicia hoje, 2012, é regido pela Lua e tem como um dos objetivos principais o resgate do Feminio Sagrado.
Feliz Tempo Novo para todos!
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA

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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Vocabulário Feminino



Outro dia recebi por e-mail a mensagem que segue abaixo. Creio que serve não só para as mulheres, mas sim para todos. Os homens, na minha modesta opinião, nesse novo tempo, devem também cultivar esses hábitos para descomplicar a vida igualmente.

Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item
obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um
verbo de quatro sílabas: descomplicar. Depois de infinitas (e imensas)
conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com
mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos,
reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho.
Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão
falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter.

Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher
moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos
sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos
deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem
para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com
elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para
voltar, compartilhar um suco de morango e repetir as histórias
que já nos contamos mil vezes - isso, sim, faz bem para a pele. Para a
alma, então, nem se fala. Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o
namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez
(desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma
boa amizade consegue proporcionar.

E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário
duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e
silêncio.
Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes
por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa - e a
ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir,
contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os
próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é
preciso.

Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não
há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher
mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do
nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste
atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela
amiga engraçada - faça qualquer coisa, mas ria. O riso nos salva de nós
mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida.

Quanto à palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo
todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos
e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas
mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias,
descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de
mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua
salada de alface e seu chá verde sozinha.

Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que,
essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter
classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é
infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele
velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do
outro, e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na
fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na
academia.


E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser
indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao
exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai
fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia
(quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard
Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E
recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos
relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o
para reinventar a si mesma.


E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra
perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades,
inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe
perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a
esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é
tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não
arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são
mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas são
mulheres livres.
Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina
o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a
tão sonhada felicidade fica muito mais possível.
por Leila Ferreira


ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA







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segunda-feira, 25 de maio de 2009

Sophia_ a natureza feminina de Deus

"Eu sou a força suprema e ardente que emite todas as centelhas da vida.
A morte não faz parte de mim, embora eu a aceite, e em conseqüência
Sou provida de sabedoria bem como de asas.
Sou aquela essência viva e ardente da substância divina que jorra na beleza dos campos.
Eu brilho na água, eu queimo no sol, na lua e nas estrelas.
É minha aquela força misteriosa de vento invisível.
Eu sustento e alento tudo que vive.
Respiro no verde, e nas flores, e quando as águas fluem como coisas vivas, sou eu.
Ergo as colunas que sustentam toda a terra...
Sou a força que reside nos ventos, de mim eles se originam, e assim como um homem
consegue mover-se porque respira,
assim o fogo não queima a não ser com o ar por mim soprado.
Tudo isto vive porque estou em tudo isto e sou a vida.
Sou a sabedoria.
É minha a emissão do verbo proferido através do qual todas as coisas foram feitas.
Eu impregno todas as coisas para que não pereçam.
Eu sou a vida."
Sophia _ a natureza feminina de Deus


Hildegard von Bingen (1098-1179)
Santa da Igreja Católica, de origem germânica, em uma de suas visões místicas sobre Sophia, a natureza feminina de Deus. Escreveu música e textos em honra da Virgem Maria em canto chão (gregoriano) e antífonas. Escreveu ainda dois livros de visões Liber vitae meritorum (1150-63) (“Livro dos merecimentos da Vida”) e Liber divinorum operum (1163) (“Livro das Obras Divinas”). Publicou ainda Physica e Causae et Curae (1150), sobre história natural e sobre os poderes curativos de vários objetos naturais.


"Onde estiver o seu tesouro, aí estará seu coração"
"Jesus seria um "noivo celestial", assim como se tornou o amante espiritual de Santa Teresa D'Ávila e de incontáveis outros místicos muitos séculos depois. Presa à prisão tetermórfica dos quatro elementos composta de Terra (terror), Água (medo), Ar (tristeza) e Fogo (dissolução e corrupção). Sofia aguarda a vinda do libertador, que a exorciza das quatro emoções elementais cegas e assim a liberta da cruz do aprisionamento. Antes da vinda de Jesus, o Christos espiritual já havia iniciado o trabalho redendor, quando de forma mística ele apareceu a Sofia estendido na cruz transcósmica despertando-a para a consciência de sua condição e infundindo-lhe o desejo de ver o amado celestial.
Sofia em grego, "hohkma" em hebraico, "sapientia" em latim, tudo sigficando sabedoria. Como deusa da sabedoria, Sofia possui múltiplas faces: Deusa Negra, Divino Feminino, Mãe de Deus.
Sofia, o protótipo sofredor e esperançoso e o arquétipo da feminilidade agonizante e definitivamente liberada. Do glorioso reino da Luz, ela desceu para a alienação e o caos, foi afligida pelos terrores da servidão e da ignorância, mas invocando a Luz ela recebeu força e santificação através de sua união com Jesus, o noivo salvador e, levada por Sua Mão Divina, recuperou seu Trono da Sabedoria abandonado no reino dos Inefáveis. Como todos os autênticos mitos arquetípicos, a história de Sofia possui uma grandeza atemporal que a torna adequada e aplicável às preocupações de qualquer época e local. Este mito, como outros, fixa em formas palpáveis as realidades universais e arquetípicas que subjazem na experiência psíquica. A psicologia moderna cada vez mais tem reconhecido o imenso valor do imaginário e do pensamento mitológico para o propósito de auto-conhecimento e da verdadeira libertação espiritual na vida psíquica das pessoas e
uma relação consciente até com as camadas mais profundas da psique, pois elas fornecem formas e categorias de compreensão pelas quais se pode aprender e conscientemente perceber a natureza desses poderes transpessoais. O ego que não tiver essas categorias de compreensão será confinado ao nível mais superficial de significados pesonalísticos ou será levado pelas energias e forças arquetípicas a vivê-las inconscientemente.
Uma apreciação introspectiva da mitologia poderia realmente tornar-se importante modalidade de auto-compreensão, não somente em nível de psique individual, mas no interior da cultura mais abrangente propriamente dita.


Do ponto de vista psicológico, Sofia pode ser definida como a personificação da necessidade de individualização. Sua história segue o padrão clássico dos quatro estágios do drama grego: o conflito (AGONE), a derrota (PATHOS), a lamentação (THRENOS) e a redenção ou solução (THEOPHANIA) conseguidas com o contato com o Divino. Este padrão quádruplo é a manifestação, no drama, da imagem quádrupla da totalidade, o celebrado tetramorfo psicológico. Jung achava que o número quatro é representativo do objetivo de totalidade da alma, e descobriu que os quatro estágios são encontrados nos processos significantes de evolução psicológica em todos os processos psicoterapêuticos que envolvem uma profunda integração do inconsciente.
Assim como no processo de individualização, algumas expressões no mito de Sofia se repetem, embora seu caráter permaneça o mesmo.
De importância singular para a situação espiritual da mulher em nossos tempos é a mensagem do agone ou "conflito" inicial em nosso mito, com o acréscimo do subseqüente pathos. Porque Sofia é expulsa do estado paradisíaco de seu êxtase aiônico? O motivo é a separação de seu esposo e gêmeo luminoso conhecido pelo nome de Vontade.

A diferenciação do ego feminino traz consigo o megulho no inconsciente do componente psíquico contra-sexual, ou alma masculina da mulher, chamado na psicologia junguiana de "animus". O "animus" não se torna inexistente, mas, tornando-se inconsciente, pode exercer sua influência sobre a psique feminina nas zonas sombrias do inconsciente e sua influência acaba ficando distorcida. Quanto menos consciente a mulher é de seu "animus", mais maléfica e perigosa é a influência desse gêmeo obscuro. (É bom recordar que o homem experimenta uma situação análoga com seu próprio componente escondido, a "anima"). A separação entre Sofia e seu gêmeo coincide com seu esforço equivocado de obter a Gnose através do intelecto e da vontade em lugar da "gnosis kardias", o "caminho do coração que sabe".
Sofia, não é somente uma alma feminina, mas a alma de todas as coisas e pessoas. Todos nós estamos à procura da nossa totalidade. Assim como Sofia, vagamos pela face desta terra, nossa glória degradada e prostituída como a de Maria Madalena, enquanto através das regiões aiônicas desce "Aquele que sempre vem", nosso noivo divino, o Logos do mais alto Deus. Daí a theophania, a resolução divina do grande drama, estar sempre aqui e sempre lembrar aquilo que está simbolizado no mito de Sofia. Anima e animus, Eros e Logos, Madalena-Sofia e Jesus estão destinados a se unirem na câmara matrimonial da Alma. O Cristo que há em nós e a Sofia que há em nós são as esperanças gêmeas da glória, buscando um ao outro na ânsia sagrada do desejo divino. Os gnósticos foram talvez a única escola de pensamento na história da tradição ocidental a reconhecer este fato e a declarar essa tendência como processo intra psíquico
Podemos nos assegurar de que os meios de libertação estão ao alcance da mão e são disponíveis; na verdade, como já foi dito sobre a Divindade, eles estão mais próximos do que a respiração e mais ao alcance que nossos próprios pés e mãos. A verdadeira libertação do homem dentro da mulher e da mulher dentro do homem não poderá acontecer através da vontade consciente e do intelecto. A pressa conduz ao prejuízo, pois é testemunha das pressões impuras do ego não iluminado, conforme ficou simbolizado pela falta de sabedoria de Sofia antes de voltar-se para a Luz. Como diz Sófocles nas últimas linhas de Antígona:
"Onde estiver a sabedoria, a felicidade coroará uma piedade que nada destruirá. Mas palavras e atos altos e poderosos são castigados para aprenderem a ser humildes, até que a idade, caída de joelhos, finalmente seja a sabedoria".
Sofia, grávida do conhecimento, convida-nos para beber de sua taça da sabedoria. Entretanto, o maior problema das mulheres hoje, é não se permitir abrir-se para o novo, pode ser para uma chuva que cai descompromissada, para uma nova relação ou um novo conhecimento. Ficar parada é não correr risco, mas também a vida passará e você deixou de vivê-la.

É hora de reflexão, de silêncio e de introspecção. É hora de ouvir e sentir o que nunca ouviu ou sentiu. O tempo passa para todos nós, mas como gastá-lo é que faz a diferença.
É somente com a incerteza e o afastamento de tudo que nos é familiar que processa-se o crescimento espiritual e, em tais momentos, é que podemos avaliar profundamente nossas vidas. Nem toda nossa cultura oferece-nos a sustentação para aprofundarmos espiritualmente. Quando nos dedicarmos a ouvir a nossa Sofia interior, conseguiremos tudo o que precisamos.
Todos nós homens e mulheres, já reproduzimos ou ainda vamos reproduzir o caminho de Sofia, a eterna busca do sentido divino. Jesus disse: "Onde estiver o seu tesouro, aí estará seu coração". Sofia não buscava somente o sentido da busca, mas buscava também seu coração.
A figura de Sofia não desapareceu, ela permanece como a principal inspiração por trás de inumeráveis simbolizações místicas da sabedoria feminina através das eras. Sua mão oculta é vislumbrada no culto à Virgem Maria e nas musas femininas dos poetas sufis. Nossa Senhora Sofia com sua sabedoria de coração que compreende ainda está desperta!

Sofia é o mistério da vida
É o conhecimento do corpo e da alma
Sofia é sabedoria!


Rosane Volpatto
Bibiliografia:
'A Pistis Sophia Desbelada' Aun Weor, Samael. Ed. Agni.
O Novo Despertar da Deusa - Shirley Nicholson
A Grande Mãe Erich Neumann
www.rosanevolpatto.trd.br/deusasofia.htm
Colaboradora:
Graça Lenzi



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