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Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

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...POR TODOS OS QUE AMOROSAMENTE SEGUEM ESTE BLOG!
"O ser integral conhece sem ir,
vê sem olhar e realiza sem fazer."

Lao Tzu

♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

POIS É...

"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

PERDÃO

  
PERDÃO!

Outro dia eu estava aqui pensando que preciso colocar umas coisas no lixo, mas preciso, antes disso, dizer-lhes adeus definitivamente. Ah, se fosse tão fácil quanto trocar o lixo da cozinha!

Sabe, às vezes sinto como se tivesse vivido uma vida muito longa, de tantas histórias que tenho para contar e de tantas lembranças que povoam meus pensamentos, algumas acariciando meu espírito e outras atormentando o meu coração. Dois filhos, um casamento de quase oito anos finalizado há dez anos atrás e meu casamento atual, que já está com quase seis anos além de muitas, mas muitas experiências profissionais vividas até aqui.

Há histórias boas, histórias ruins, algumas felizes e outras tristes. Mas são apenas 35 anos! É, incrível mesmo! Jovem demais para todo este acúmulo de experiências e... infelizmente de mágoas também.

Meu marido, muito amado e admirado por mim, além de um grande exemplo em minha vida, tem insistentemente falado comigo à respeito do PERDÃO (é, em caixa alta mesmo!).

O que será o tal do PERDÃO? À primeira vista parece simples, né? “ – Ah, como sou boazinha! Eu te perdôo, afinal! - E como num toque de varinha de condão, todos acabam felizes para sempre!” Bacana, né? Só que não é assim. Isso aí é mentira, como a maior parte das coisas que externamos junto às pessoas do nosso convívio.

A gente diz que perdoa, volta ao convívio normal com aquele(a) amigo (a) ou familiar, e age como se nunca tivesse acontecido algo de ruim. Até o dia em que a tal pessoa resolve te chutar a canela de novo, ou, sem intenção, atravessa de mau jeito o seu caminho em um dia ruim para você. São três segundos até a sua antiga mágoa com esta pessoa ressurgir em sua mente e sair por sua boca em forma de acusação. E o gatilho que antes era de um revólver calibre 38, vira rapidamente o de uma espingarda calibre 12. Geralmente depois disso, não há remendo possível para este relacionamento. Ah, e você não é mais bonzinho(a). Viu que beleza?

Por isso eu penso que nunca experimentei o PERDÃO verdadeiro, porque segundo relatou meu marido, o mesmo é uma grande bênção, porque pode-se igualar à sensação da retirada de um grande abcesso inflamado, trazendo alívio e cura para o coração e, por conseguinte, para a alma.

E, quando o PERDÃO verdadeiro acontece, disse-me ele, a mágoa nunca mais retorna, embora a memória não possa ser apagada. Mas a dor se vai, e a forma como aquilo nos afeta muda, transforma-se. Deve ser parecido com a maneira como perdoamos aos nossos filhos. Por pior que seja a atitude deles, sempre os olharemos com “olhos frescos”, porque sempre há uma segunda, terceira e quarta chance para eles em nossos corações. Claro que há aberrações de todos os tipos neste mundo – pais que odeiam filhos e filhos que não suportam os pais, por uma vida inteira e de corpo e alma, mas não estou falando disso aqui. Aliás, prefiro não falar mesmo.

Resolvi fazer uma lista das pessoas que estiveram presentes em minha vida em situações de mágoa e isso inclui quando eu fui o pivô da mágoa também. Caramba! Fiquei até com medo!!! Deixei a lista de lado e vim escrever este texto, claro, pensando em publicá-lo e em buscar algum tipo de aceitação para os meus pensamentos junto à você que está lendo-o agora, talvez para me sentir mais humana. Vim buscar através deste escrito um pouco de redenção... Porque são mágoas demais! Um peso gigantesco!

Um emaranhado de sucessões de erros e atitudes egoístas que me feriram e me levaram a ferir outras pessoas também, machucando meu coração profundamente.

Só que estou tentando me convencer que isso não é para sempre, que não é irreversível. Não deve ser. Não tem que ser. Não pode ser... E eu não quero que seja!

Pelo menos uma vez na vida já tivemos o desejo secreto de zerar as nossas vidas e apagar as nossas memórias, para começar de novo, tudo de novo.

Relacionamentos, atitudes, posturas, correções de caráter, correções na(s) filosofia(s) de vida. Daí, vem algum "mané" (dentro ou fora de nós) e nos diz: “Isso é impossível!” E, quer saber o pior? Nós acreditamos!

Só que é possível sim. Olhem um exemplo: quando viajamos levamos todos os objetos que há em nossa casa em uma mala? Claro que não. Levamos apenas o que usaremos na viagem, daquele ponto em diante, durante a mesma. Vale dizer que no meu caso, a mala de verdade tem sido cada vez menor, porque cansei de ficar tropeçando no caminho com uma bagagem mais pesada que eu, sem brincadeira!

Então, não deve ser tão difícil imaginarmos uma mala de viagens que vamos chamar de “VIDA NOVA” e colocar dentro dela apenas o que pretendemos realmente usar daqui prá frente. Ninguém (ou quase ninguém, quero crer!) vai levar numa viagem, por exemplo, meias velhas e furadas, a casinha antiga do cachorro ou um parafuso enferrujado! (É, boa! Vou chamar as minhas mágoas a partir de hoje de “meias velhas e furadas”. Tá vendo, para mim a redação sempre foi uma grande terapia!KKKkkkKKKK)

Nossas roupas e objetos velhos não podem “nos perseguir” virtualmente e entrar em nossa mala real de viagens. Então, quando nossos pensamentos forem assaltados por tranqueiras desse tipo, é só balançarmos os ombros e lembrar que coisas não andam sozinhas, e não estão em nossas vidas sem que as tenhamos pegado, ao invés de acreditarmos no ”mané” que diz que não podemos renovar as nossas vidas, carregando enfim somente o necessário.

Acabei de criar para mim mesma uma nova técnica de treinamento mental-emocional! Uhuull! Mas, agora fora de brincadeira: vou tentar fazer isso de verdade. É uma questão de sobrevivência. A mágoa é como um veneno ministrado gota à gota e, à longo prazo, causa estragos grandes. Os meus já começaram, tenho sentido, e ainda está em tempo de fazer algo, de buscar a cura.

Não digo que isso me fará capaz de perdoar de verdade, às pessoas e à mim mesma, aliás, em primeiro lugar. Não digo que encontrei a fórmula mágica. Mas digo que encontrei um chão firme para tentar um primeiro passo: a vontade!

Espero que você que está tendo a gigantesca paciência e inegável curiosidade de ler isto até o fim consiga também fazer sua minúscula "mala de viagem” e colar nela um adesivo bem grande e chamativo, para você não perdê-la de vista, onde estará escrito “MINHA VIDA NOVA ”.

Boa sorte para nós! =)))))
*
TEXTO DE ANA LUIZA ZANICHELLI PROGIN
 
clique aqui




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ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA 
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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Perdoando a tudo e a todos




DESLIGUE O SOM DO BLOG E SE CONCENTRE.
O MUNDO AGRADECE
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA


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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Oração do Perdão - Alexandre Mauj

A vida nos surpreende sempre.
Eu estava procurando um vídeo
para fazer parte deste post sobre o
Perdão,
último tema a ser abordado pela
Blogagem Coletiva Sentimentos / Emoções
,
criada por Glorinha,
do blog
Café com Bolo.
Olhem só o que eu encontrei!
Um vídeo produzido por nosso amigo
Alexandre Mauj
,
do blog
Lost in Japan.
Vejam e ouçam... que coisa mais linda!


Aqui eu reproduzo a descrição do vídeo criado pelo Alexandre
Oração do Perdão de Saint Germain.
Imagens que fiz nos jardins do Castelo da cidade de Nishio, provincia de Aichi, Japao.
Lugar belissimo, otimo para contemplar a natureza, relaxar e buscar a paz interior.
*******
ORAÇÃO DO PERDÃO"EU SOU" A LEI DO PERDÃO E DA CHAMA TRANSFORMADORA DE TODO ERRO QUE COMETI;
"EU SOU" A LEI DO PERDÃO E DA CHAMA TRANSFORMADORA DE TODOS OS ERROS DE TODA A HUMANIDADE.
*****************************
PERDOAI-ME
Perdoai, ó minha Presença, perdoai, eu vos suplico,
pelo que pratiquei com meus erros contra o amor.
Ajudai, para que o puro amor reine em meu coração;
que toda culpa se extermine até que o "EU SOU" seja divinamente livre.
Perdoai, ó Grande Presença!
Não vejais os HUMANOS pelo que praticaram com seus erros contra o amor.
Ajudai: que o puro amor reine em seus corações;
que toda culpa se extermine;
assim, todos estarãodivinamente livres.
*******
Saint Germain é o "Mestre Ascenso do Sétimo Raio",
que emana a chama violeta,
e que seria a mais poderosa força espiritual atualmente presente no planeta,
uma energia de desobstrução,
um fogo sagrado e luz de intenso brilho que produz a queima dos carmas.
Atualmente estaríamos entrando na sétima era, a Era de Aquarius.
Saint Germain seria o Senhor,
Mestre e Chohan (Regente) do Sétimo Raio de Luz Cósmica,
que é o raio violeta da purificação,
transformação e liberdade,
que atua de forma dinâmica através de sua manifestação como chama.
Como possibilitaria a redenção pessoal através da dissolução e incineração cármica,
a chama violeta é também a chama da misericórdia,
uma vez que é um instrumento que possibilitaria a melhora pessoal e ascensão espiritual,
instrumento criado e outorgado pelo Divino,
pelo emanador dos raios cósmicos
— O Grande Sol Central.
No Brasil, o Avatar da Era de Ouro de Aquário tem vários grupos que divulgam seus ensinamentos.
Entre eles estão a Fraternidade dos Guardiães da Chama e o Movimento da Consciência Suprema Una.
Os Mestres da Grande Fraternidade Branca,
através de canalizações com seus iniciados
enviou e - e continua enviando - uma série de ensinamentos,
como forma de orientarmos na escalada Divina.
As orientações são diversas,
desde o consumo indevido de carne
até a formação de tubos de luz de proteção.
Os Mestres nos enviam estes ensinamentos,
assim como as Meditações e os Apelos,
para que nos reconectemos com o Grande Sol Central
e manifestemos assim nossa Divina Presença.
*******
Eu fiquei encantada.
Alexandre, nada acontece por acaso.
Lindíssimo vídeo!
Quem não conhece o Alexandre vá correndo fazer uma visita ao seu blog


IMAGEM DE SAINT GERMAIN DO GOOGLE

TEXTO E VÍDEO DE ALEXANDRE MAUJ

ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Aprendendo a lição...

- Aprendendo a lição do relâmpago:
Observe o relâmpago rasgando o véu da escuridão.
Faça o mesmo!
Rasgue a treva de seus medos.
Projete raios intensos sobra a sua própria escuridão e afaste os medos e dúvidas de sua mente e de seu coração.
O ensinamento do relâmpago é sobre o PODER DA LUZ.
O seu símbolo é o OLHO ABERTO.
O seu presente é a visão espiritual.
Aprenda a olhar.
A morada do relâmpago é no centro da cabeça.
- Aprendendo a lição do trovão:
Escute o som do trovão ribombando na atmosfera.
Sua manifestação sonora é poderosa.
Sinta esse poder no centro de seu umbigo.
Escute o trovão com toda sua alma!
O ensinamento do trovão é sobre o PODER DO SOM.
A natureza invisível fala. Aprenda a ouvir.
A morada do trovão é na barriga.
- Aprendendo a lição da chuva:
A missão da chuva é limpar a atmosfera e molhar a terra.
A sua lição é simples: fluidez
O ressecamento endurece a terra e dificulta a vida dos vegetais. A chuva fluidifica o solo e equilibra as condições para o reino vegetal desenvolver-se plenamente.
Medite na renovação propiciada na natureza pela chuva. Renove-se também!
Nada de rigidez, fluidifique as suas emoções. Esqueça as tristezas, limpe as mágoas e desenvolva-se plenamente.
A morada da chuva é o baixo ventre.
- Aprendendo a lição do vento:
O vento sopra por onde quer.
A sua natureza é a liberdade de acessar os espaços livres.
Pense que o seu espírito é livre como o vento.
Medite nisso quando deitar para o descanso diário.
Seja uma flauta espiritual.
Quando o sopro sutil viajar pelo seu interior, toque a música.
Voe com ela!
O ensinamento do vento é sobre O PODER DO MOVIMENTO.
A morada do vento é na garganta.
- Aprendendo a lição da terra:
A terra é alimentação, sustentação e firmeza.
Ela é a mãe do seu corpo de carne e dona de seus ossos.
Por isso, agradeça a ela por estar sustentando a sua viagem carnal.
Ela entra pelos seus pés!
E acaricia o seu corpo com o calor vital planetário.
Medite nisso.
O seu ensinamento é sobre o VALOR DA VIDA.
A morada da terra é na base da coluna.
- Aprendendo a lição xamânica:
Escute a mensagem do povo invisível:
Primeiro, cure a si mesmo, de dentro para fora.
Depois, expanda a sua luz e compartilhe a sua felicidade com todos os seres da natureza.
O xamã é guiado pelo povo invisível.
Suas canções são as mesmas deles.
Por isso eles permitem as suas viagens xamânicas pelos reinos invisíveis.
O ensinamento xamânico é sobre o respeito a natureza e a REVERÊNCIA AO PAI PRIMEIRO.
A morada do Pai Primeiro é em todo lugar!
Medite nisso.
- Aprendendo a lição principal:
Medite na Luz do Pai Primeiro, o seu primeiro Amor.
O Grande Espírito é todo Amor.
Você e tudo o que existe é a expressão desse Amor.
A morada do Amor é o coração espiritual.
Desse centro ele irradia para todo o corpo e espalha a vitalidade.
Medite nisso.
Sinta o Amor e perdoe a todos aqueles que não o compreendem.
Medite no perdão.
Pense no raio que ilumina as suas trevas, no trovão que chama, na chuva que limpa as suas mágoas, no vento que convida ao vôo do espírito, na terra que o convida para a vida e no Amor que é a essência divina em tudo.
Compreenda: O paraíso é dentro de você mesmo. Sinta-se feliz de saber isso.
Perdoe a si mesmo e aos outros. Descarregue o peso das mágoas. Renove-se!
Sente-se embaixo de uma árvore frondosa e respire a seiva vital. Permita-se a uma união com ela. Deixe-a curar as suas feridas internas. Agradeça ao povo invisível das árvores, torne-se amigo deles. Abrace a árvore e agradeça.
Torne-se amigo do sol e da lua, do céu e da terra, dance com a vida e alegre-se com ela.
Jamais esqueça de que o povo invisível acompanha a todos os seus passos.
Agradeça a eles pela proteção sutil e pela paciência de trabalharem sem
nenhuma busca de reconhecimento ou recompensa do mundo dos homens.

Agradeça ao Pai Primeiro e a Mãe-Natureza.
O ensinamento principal é esse: ame, agradeça, cure a si mesmo e aos outros, perdoe e alegre-se. Viva contente de saber essas verdades do espírito.
Pratique-as!
O Grande Espírito está em seu sorriso.
Medite nisso e viaje feliz.

Paz e Luz.


Nota:
Esse texto foi direcionado para a turma de 136 pessoas do curso "Viagem Xamânica", realizado no IPPB. Logo após ter feito esses escritos, um dos amparadores extrafísicos que estava no ambiente do meu quarto inspirando-me a escrever disse-me o seguinte:
"Medite no amor que gera esses trabalhos xamânicos. Resgate esse valor e compartilhe-o com os seus irmãos de estudo. Seja igual a uma plantinha bem enraízada na terra pelo Grande Espírito. Cresça sorrindo para o céu, o sol, a lua, o vento e a chuva.

Sinta o orvalho espiritual vivificando os seus pensamentos e acariciando os seus sentimentos. Sinta-se rico de energia!

Seja feliz, sempre.

- Wagner Borges - São Paulo, 27 de agosto de 2002.

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O corpo, seus símbolos e o perdão

Recebi milhares de mensagens, textos e fotos por email nesses últimos três meses.
A mensagem que mais gostei segue abaixo.
Meu agradecimento a Graça Lenzi, amiga que sempre me presenteia com belos temas.
Mais eficiente que a memória do computador, seu corpo registra tudo que aconteceu com você desde a infância até agora. O psicólogo e teólogo francês Jean-Yves Leloup relaciona símbolos arcaicos com várias partes do corpo e esclarece as causas físicas, emocionais e espirituais das boas sensações e de algumas doenças.
Uma página branca.
É assim o corpo novinho em folha do recém-nascido.
Desde o instante do nascimento e a cada fase da vida, a pele, os músculos, os ossos e os gestos registram dados muito precisos que contam nossa história.
O homem é seu próprio livro de estudo, basta ir virando as páginas para encontrar o autor”, diz Jean-Yves Leloup, teólogo, filósofo e terapeuta francês.É possível escutar o corpo e conhecer sua linguagem, que muitas vezes se expressa por sensações prazerosas, por bloqueios ou pela dor, que nada mais é do que um grito para pedir atenção.
O corpo não mente. As doenças ou o prazer que animam algumas de suas partes têm significados profundos
"
Convido-os a escutar, não minhas palavras, um discurso ou uma teoria. Convido-os a escutar nosso corpo.
Alguns já disseram que o corpo não mente. Mais que isso, ele conta muitas estórias e em cada uma delas há um sentido a descobrir. Como o significado dos acontecimentos, das doenças ou do prazer que anima algumas de suas partes. O corpo é nossa memória mais arcaica. Nele, nada é esquecido. Cada acontecimento vivido, particularmente na primeira infância e também na vida adulta, deixa no corpo sua marca profunda.

Como exemplo, lembramos o perdão. Podemos perdoar alguém com a mente. Como disse Platão, aquele que tudo compreende, tudo perdoa. Podemos perdoar com o coração, sinceramente, e nos reconciliarmos depois de termos cumprido os atos de justiça concernentes. Mas o corpo é, freqüentemente, o último que perdoa. Sua memória é sempre muito viva. E nossa reação, diante de tal ou qual pessoa que nós perdoamos com nossa mente ou com nosso coração, trai a não-confiança estabelecida em nosso corpo
."

Sobre o perdão
"O perdão, quando bem compreendido, é um instrumento de cura. Freqüentemente ficamos doentes porque não perdoamos e o rancor e a cólera nos corroem o fígado e os rins. A questão é como manter juntos o perdão e a justiça, (...) o olho da verdade e o olho da misericórdia.

Creio que não devemos perdoar muito rápido. É necessário, antes de perdoarmos, que expressemos o sofrimento pelo que nos foi feito e a isso chamo justiça. O sinal-da-cruz, tal como era feito nos doze primeiros séculos de nossa era, expressava bem esse sentimento. Começava-se por uma linha vertical, da testa ao peito, em seguida levava-se a mão ao ombro direito e depois ao esquerdo (atualmente faz-se o contrário), simbolizando a passagem da justiça para a misericórdia. Começando sempre pela justiça, exigindo que fosse reconhecido o mal que foi feito, o inaceitável de certas situações e de certas violências. Portanto, o pedido de justiça é essencial. Mas é essencial, também, ir além da justiça, em direção à misericórdia, em direção ao perdão, em direção ao lado que é o lado do coração.
O que é o perdão? O perdão é não aprisionar o outro nas conseqüências negativas de seus atos. É não nos aprisionarmos ou aprisionarmos o outro no carma. O perdão é a própria condição para que nossa vida continue a ser vivível. Se não perdoarmos uns aos outros, a vida vai se tornar impossível de ser vivida.
(...) Como fazer para que este perdão se torne algo verdadeiro? Platão dizia: “Aquele que tudo compreende, tudo perdoa”. Aquele que se conhece a si mesmo, com suas ambigüidades, pode compreender o outro em suas sombras. Portanto, inicialmente, o perdão pode ser uma questão de inteligência, de compreensão. Perdoar você significa que eu o compreendo, mas não quer dizer que (...) o que você fez é bom. Compreendo que você é um ser humano, que é capaz de me enganar como eu próprio faria se, provavelmente, estivesse nas mesmas condições.

A atitude de Cristo aos que queriam lapidar a mulher adúltera é: “Aquele que estiver sem pecado atire a primeira pedra”. Lembrem-se como aos poucos todos se retiram, do mais velho ao mais jovem. Nesse caso Jesus se serve da Sagrada Escritura, não para mostrar aos outros como eles são pecadores, mas para fazê-la de espelho onde eles podem ver suas fraquezas, suas falhas e compreender as dos outros, não os aprisionando nas conseqüências negativas de seus atos.
Além de perdoar com a cabeça é preciso perdoar com o coração e, vocês sabem, o corpo é o último que perdoa. Se alguém lhes fez mal, se lhes causou sofrimento, vocês podem tê-lo perdoado com a “cabeça”, tê-lo compreendido com o coração, pensar que o passado passou. Entretanto, quando essa pessoa se aproxima, seu corpo se crispa e se enrijece mostrando bem que ele ainda não perdoou, que muitas memórias estão ainda bem guardadas.
Creio que é verdadeiramente uma graça quando nos encontramos perto de alguém que nos tenha feito mal e sentimos nosso corpo calmo, nosso coração límpido. Podemos dizer que, verdadeiramente, estamos curados. Por isso, creio que o perdão é uma prática de cura.
No Pai-nosso se diz: Perdoai-nos do mesmo modo como perdoamos. Como se o dom da vida só pudesse circular em nós dependendo de nossa capacidade de perdão. Se não perdoamos ficamos prisioneiros, bloqueados em uma situação, em um rancor, e a vida não pode circular.
Perdoar não é fácil...

Quando eu era jovem padre e morava no interior da França, todos os domingos levava uma senhora paralítica à missa. Ela era portadora de esclerose em placas. Um dia contou-me do ódio que nutria pela mãe porque a tinha impedido de casar-se com o homem que amava, e, apesar disso, passara a vida inteira cuidando da mãe, ocupando-se dela. Apesar de exteriormente comportar-se como uma mulher respeitável e admirável, dizia-me que em seu interior só havia raiva. A dureza de seu coração impregnara seu corpo, transformando-o em corpo rígido e paralisado. Assim, as doenças psicossomáticas têm, às vezes, uma origem espiritual.
Disse a esta senhora: “Já que você é cristã pode perdoar sua mãe”. Tornou-se encolerizada e, com uma raiva muito densa e muito íntima, respondeu-me: “Não, não, jamais a perdoarei. Minha mãe impediu-me de viver, o que sinto por ela é um veneno que levarei ao túmulo”. Neste momento compreendi o meu erro e lhe disse: “Você tem razão. O que você viveu é imperdoável. Você não pode perdoar quem a impediu de viver. Mas pense, creia, o Cristo que existe em você pode perdoá-la”. Atualmente eu lhe diria: “O ego não pode perdoar: Não se deve tentar perdoar com o ego. Entretanto, talvez o self possa perdoar. Talvez haja dentro de nós uma dimensão maior que nós mesmos, que pode compreender e perdoar”. Passaram-se cinco longos minutos. Em dado momento vi uma lágrima correr pela face daquela senhora. Ela chorou, chorou muito. Levantou-se da cadeira de rodas e saiu andando de seu quarto. Há mais de quarenta anos não chorava, há mais de dez anos não andava. Esse é o milagre do perdão.
Muitas vezes, está acima de nossas forças perdoarmos a partir de nosso pequeno ego. Se disséssemos “eu te perdoo”, seríamos hipócritas, pois nosso corpo e nosso coração não conseguem perdoar. Porém, podemos abrir-nos a uma dimensão mais vasta que nós mesmos e então o perdão pode chegar.
O perdão não é humano, é um ato divino. Quando Jesus perdoa, seja a mulher adúltera, seja Míriam de Magdala, seja um “colaborador” como Zaqueu, os fariseus que o cercam se perguntam: “Quem é este homem que perdoa? Pois só Deus pode perdoar”.
Assim, é preciso lembrar que, cada vez que perdoamos depois de termos pedido justiça, acordamos para uma dimensão divina de nós mesmos. O perdão é um exercício de divinização onde o humano se torna divino. Continuando humano, temos que reclamar justiça e, quando for possível, dizer o que foi mau ou destrutivo para nós e pedir uma reparação. Também somos capazes de misericórdia e de perdão. Portanto, é preciso que mantenhamos juntas a justiça e a misericórdia. São dois olhos, às vezes, estrábicos. Podemos esquecer a justiça e nosso perdão ser superficial, podemos esquecer o perdão e partimos para uma justiça inquisitorial."

http://www.jeanyvesleloup.com/br/liste_texte.php

DO LIVRO:
O Corpo e Seus Símbolos
Jean Yves Leloup
editora Vozes
Imagens: primeira: Pablo Picasso
segunda:Google
MA JIVAN PRABHUTA

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