Navegam ao meu lado...

Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry

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Cristo é a operação combinada — o encontro do finito com o infinito, tempo e eternidade se encontrando e se fundindo. Osho

TENHA UM TEMPO FELIZ!

"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...

EU ME SINTO GRATA E HONRADA...
...POR TODOS OS QUE AMOROSAMENTE SEGUEM ESTE BLOG!
"O ser integral conhece sem ir,
vê sem olhar e realiza sem fazer."

Lao Tzu

♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!

"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido

POIS É...

POIS É...

"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov

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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O vestido do baile

Ao bater o olho na tela tema de hoje...
Edgar Degas - Les Danseuses Bleues
-...
da Blogagem Coletiva, Minha Idéia é o Meu Pincel,
criada por Glorinha, do blog Café com bolo,
imediatamente me veio à memória o meu aniversário de onze anos.

Fui criada, como muitos já sabem, através dos costumes europeus por minha avó.
(Ela não escapa nunca dessas histórias!) rsss
Meu mundo imaginário cresceu abastecido por contos infantis alemães, ingleses e muita música clássica.

Um belo dia descobri Johann Strauss filho que foi um grande compositor austríaco da Era Romântica famoso por ter escrito mais de 500 valsas, polkas, marchas, e quadrilhas.

Minha avó contou inúmeras histórias que conhecia ligadas ao Strauss. Me apaixonei por este artista e por suas obras e fiz um pedido para minha mãe:
Queria ganhar de presente de aniversário um LP (
Long Play) das valsas de Strauss.
A vontade era tanta que eu cheguei a sonhar que dançava valsa com um príncipe
(devia ser príncipe, please ! rsss)
nos salões de baile do Palácio Real em em Viena....
o Palácio de Schönbrunn!
Lembro como se fosse hoje. A cena era tão real e isso eu confirmei muito mais tarde ao ver as primeiras imagens desse palácio.
Agora, o que tudo isso tem a ver com a tela de Degas?
O vestido da princesa, na capa do LP era igualzinho ao dessas bailarinas.
E eu estava com este vestido no baile!
Aqui está a capa do LP:

Até hoje ao escutar as valsas de Strauss eu me lembro desse baile, que aconteceu no meu sonho de forma muito viva. Conheço Viena, conheço o Palácio, e nunca fisicamente estive por lá!



Sobre as Valsas
As Valsas têm o poder de transmutar energias, purificar os ambientes, trazer alegria e harmonizar as pessoas atraindo a Chama Violeta.Os gnósticos ensinam que a Valsa é a música da Vitória, da Alegria, do Êxito e do Triunfo - tanto material quanto espiritual.A Valsa é um ritmo espiritual difundido por Saint Germain na Europa, no século 18.A escuta e a dança da Valsa têm o poder de harmonizar nossa Atmosfera Áurica pela atração da Chama Violeta.A Valsa é a Chama de Saint Germain, o ritmo da Transmutação.Ela cria uma espiral ascendente de Chama Violeta que abre uma passagem de Luz através das energias mal qualificadas... e prepara o caminho para a elevação da alma.
Desligue o som do blog, veja que espetáculo e sinta a música.




Um passeio por Viena e Innsbruck


ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
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terça-feira, 16 de novembro de 2010

Continuando a conversa de ontem...

Conforme prometi no post de ontem, aqui está...
O tema é o mesmo...politicamente correto!

RUBEM ALVES

"Crioulinha..."
As palavras são a carne do mundo; não podem ser substituídas por outras, ainda que mais verdadeiras.

UMA DAS MEMÓRIAS felizes que tenho de minha infância me leva de volta à escola. Eu estava no terceiro ano primário. Era a aula de leitura. Não, não era aula em que líamos para a professora ouvir e corrigir. Ao contrário, era a professora que lia para nos deliciar. Foi assim que aprendi a amar os livros. Não aprendi com a gramática.

Dizem que os jovens não gostam de ler. Mas como poderiam amar a leitura se não houvesse alguém que lesse para eles? Aprende-se o prazer da leitura da mesma forma como se aprende o prazer da música: ouvindo. A leitura da professora era música para nós.

A professora lia e nós nos sentíamos magicamente transportados para um mundo maravilhoso, cheio de entidades encantadas. O silêncio era total. E era uma tristeza quando a professora fechava o livro. "O Saci", "Viagem ao Céu", "Caçadas de Pedrinho", "Reinações de Narizinho". Esses eram os nomes de algumas das músicas que ela interpretava. E o nome do compositor era Monteiro Lobato.

Mas agora as autoridades especializadas em descobrir as ideologias escondidas no vão das palavras descobriram que, por detrás das palavras inocentes, havia palavras que não podiam ser ditas. Monteiro Lobato ensina racismo. E apresentam como prova as coisas que ele dizia da negra Tia Anastácia...A descoberta exigia providências. Era preciso proibir as palavras racistas. Monteiro Lobato não mais pode frequentar as escolas...Assustei-me. Senti-me ameaçado. Fiquei com medo de que me descobrissem racista também. Tantas palavras proibidas eu já disse.

É preciso explicar. Naqueles tempos, tempos ainda com cheiro da escravidão, havia um costume... As famílias negras pobres com muitos filhos, sem recursos para sustentá-los, ofereciam às famílias abastadas, brancas, para serem criados e para trabalhar. Assim era a vida. Foi assim na minha casa. Veio morar conosco uma meninota de uns dez anos, a Astolfina, apelidada de Tofa. Escrevi sobre ela no meu livro de memórias "O Velho que Acordou Menino". Cuidou de mim, dos meus irmãos, e morou conosco até se casar. Acontece que, ao contar sobre ela, eu usei uma palavra que fazia parte daquele mundo: "crioulinha". Era assim que se falava porque essa era a palavra que fazia parte daquele mundo. Imaginem que, obediente à "linguagem politicamente correta", eu, hoje, tivesse escrito no meu livro "uma jovem de ascendência afro"... Não. Esse não era o mundo em que a Astolfina viveu.

As palavras são a carne do mundo. Não podem ser substituídas por outras, ainda que mais verdadeiras, ainda que sinônimas. É preciso dizê-las como foram ditas para que o mundo que foi fique vivo novamente. A história se faz com palavras que faziam parte da vida. Aí, então, se pode explicar, como nota de rodapé: "Era assim. Não é mais...".

Estou com medo de que as ditas autoridades descubram que usei a palavra racista "crioulinha" para me referir àquilo que, hoje, seria "uma jovem de ascendência afro".

Estou, assim, tomando minhas providências. Para que não coloquem meu livro no "Índex" vou apagar a palavra "crioulinha" do texto e, sempre que precisar me referir à Tofa, direi que ela era uma governanta suíça e ruiva, uniformizada de branco e touca, para evitar que fios de cabelo caíssem na comida... Assim, meu livro purificado do racismo poderá frequentar as escolas...

É preciso falar mais?

O recado está dado.


ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
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POLITICAMENTE CORRETO

Hoje o dia amanheceu cinza e chuvoso aqui no Paraíso.
De uma certa forma isso nos leva à vontade de não fazer nada.
E nesse embalo de "chuvafininhaquenãoparanunca", sem aviso prévio,
me chega por email este texto que segue abaixo.
Dei muita risada e decidi compartilhar com vocês
mesmo tratando-se de uma mensagem forte.
Com tantas coisas mais importantes para resolver neste Brasil.........aiaiai!

POLITICAMENTE CORRETO É O CACETE!!
O CRAVO NÃO BRIGOU COM A ROSA

Chegamos ao limite da insanidade da onda do politicamente correto. Soube dia desses que as crianças, nas creches e escolas, não cantam mais O cravo brigou com a rosa. A explicação da professora do filho de um camarada foi comovente: a briga entre o cravo - o homem - e a rosa - a mulher - estimula a violência entre os casais. Na nova letra "o cravo encontrou a rosa/ debaixo de uma sacada/o cravo ficou feliz /e a rosa ficou encantada".

Que diabos é isso? O próximo passo é enquadrar o cravo na Lei Maria da Penha. Será que esses doidos sabem que O cravo brigou com a rosa faz parte de uma suíte de 16 peças que Villa Lobos criou a partir de temas recolhidos no folclore brasileiro? É Villa Lobos, cacete!
Outra música infantil que mudou de letra foi Samba Lelê. Na versão da minha infância o negócio era o seguinte: Samba Lelê tá doente/ Tá com a cabeça quebrada/ Samba Lelê precisava/ É de umas boas palmadas. A palmada na bunda está proibida. Incita a violência contra a menina Lelê. A tia do maternal agora ensina assim: Samba Lelê tá doente/ Com uma febre malvada/ Assim que a febre passar/ A Lelê vai estudar.

Se eu fosse a Lelê, com uma versão dessas, torcia pra febre não passar nunca. Os amigos sabem de quem é Samba Lelê? Villa Lobos de novo. Podiam até registrar a parceria. Ficaria assim: Samba Lelê, de Heitor Villa Lobos e Tia Nilda do Jardim Escola Criança Feliz.

Comunico também que não se pode mais atirar o pau no gato, já que a música desperta nas crianças o desejo de maltratar os bichinhos. Quem entra na roda dança, nos dias atuais, não pode mais ter sete namorados para se casar com um. Sete namorados é coisa de menina fácil. Ninguém mais é pobre ou rico de marré-de-si, para não despertar na garotada o sentido da desigualdade social entre os homens.

Dia desses alguém [não me lembro exatamente quem se saiu com essa e não procurei a referência no meu babalorixá virtual, Pai Google da Aruanda] foi espinafrado porque disse que ecologia era, nos anos setenta, coisa de viado. Qual é o problema da frase? Ecologia, de fato, era vista como coisa de viado. Eu imagino se meu avô, com a alma de cangaceiro que possuía, soubesse, em mil novecentos e setenta e poucos, que algum filho estava militando na causa da preservação do mico leão dourado, em defesa das bromélias ou coisa que o valha. Bicha louca, diria o velho.
Vivemos tempos de não me toques que eu magôo. Quer dizer que ninguém mais pode usar a expressão coisa de viado? Que me desculpem os paladinos da cartilha da correção, mas isso é uma tremenda babaquice. O politicamente correto é a sepultura do bom humor, da criatividade, da boa sacanagem. A expressão coisa de viado não é, nem a pau (sem duplo sentido), ofensa a bicha alguma.

Daqui a pouco só chamaremos o anão - o popular pintor de roda-pé ou leão de chácara de baile infantil - de deficiente vertical. O crioulo - vulgo picolé de asfalto ou bola sete (depende do peso) - só pode ser chamado de afrodescendente. O branquelo - o famoso branco azedo ou Omo total - é um cidadão caucasiano desprovido de pigmentação mais evidente. A mulher feia - aquela que nasceu pelo avesso, a soldado do quinto batalhão de artilharia pesada, também conhecida como o rascunho do mapa do inferno - é apenas a dona de um padrão divergente dos preceitos estéticos da contemporaneidade. O gordo - outrora conhecido como rolha de poço, chupeta do Vesúvio, Orca, baleia assassina e bujão - é o cidadão que está fora do peso ideal. O magricela não pode ser chamado de morto de fome, pau de virar tripa e Olívia Palito. O careca não é mais o aeroporto de mosquito, tobogã de piolho e pouca telha.

Nas aulas sobre o barroco mineiro, não poderei mais citar o Aleijadinho. Direi o seguinte: o escultor Antônio Francisco Lisboa tinha necessidades especiais... Não dá. O politicamente correto também gera a morte do apelido, essa tradição fabulosa do Brasil.

O recente Estatuto do Torcedor quer, com os olhos gordos na Copa e 2014, disciplinar as manifestações das torcidas de futebol. Ao invés de mandar o juiz pra putaqueopariu e o centroavante pereba tomar no olho do cu, cantaremos nas arquibancadas o allegro da Nona Sinfonia de Beethoven, entremeado pelo coro de Jesus, alegria dos homens, do velho Bach.

Falei em velho Bach e me lembrei de outra. A velhice não existe mais. O sujeito cheio de pelancas, doente, acabado, o famoso pé na cova, aquele que dobrou o Cabo da Boa Esperança, o cliente do seguro funeral, o popular tá mais pra lá do que pra cá, já tem motivos para sorrir na beira da sepultura. A velhice agora é simplesmente a "melhor idade".

Se Deus quiser morreremos, todos, gozando da mais perfeita saúde. Defuntos? Não. Seremos os inquilinos do condomínio Cidade do Pé Junto.
AUTOR: Luiz Antonio Simas

amanhã tem mais!!! rss


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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Homenageando meus amigos portugueses


Hoje eu recebi este PPS sobre Lisboa.
Ainda hei de pisar este chão!!!
Aproveito e dedico este post para
todos os meus amigos/as portugueses,
e para todos,
que assim como eu,
sonham em conhecer a "terrinha"


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sexta-feira, 12 de novembro de 2010

12/11 - o dia do Pantanal

Nesta sexta-feira (12), é comemorado no Brasil o dia do Pantanal.

O WWF-Brasil aproveita a data e lança um vídeo produzido pela instituição mostrando as riquezas ambientais desse patrimônio natural, impactos e alternativas para a região.

continua AQUI
DESLIGUE O SOM DO BLOG PARA ASSISTIR AO VÍDEO



IMAGENS TODAS DO GOOGLE IMAGENS

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quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Hoje a festa é no Cova do Urso



PARABÉNS ANTÓNIO ROSA POR MAIS ESTA CONQUISTA


Para dar um abraço no nosso querido ursinho e deixar seu comentário
basta clicar na imagem acima!

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Georgia O'Keefe - «The Waterfall»



Ao tomar conhecimento do tema para hoje,

Georgia O'Keefe - «The Waterfall»,

da Blogagem Coletiva criada por Glorinha,

do blog Café com Bolo,

eu visualizei um lírio.

O título da obra diz cachoeira...mas eu enxergava nitidamente um lírio.
Ao aplicar o zoom na imagem
eu vi duas mãos em prece dentro do lírio
e nada de cachoeira.
Hoje eu senti a cachoeira, senti a energia, senti o recado...

Agora eu convido você, que veio até aqui,
que interrompa a sua pressa e assista ao vídeo.
Nele está a mensagem que recebi da cachoeira na íntegra...

uma mensagem silenciosa,
para ouvir com o seu ser total!
***********








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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Selo "Dardos"


O Projeto Navegante do Infinito

que engloba os blogs

- Navegante do Infinito

- A Dinamica do Invisivel

- Ma Jivan Prabhuta


durante este final de semana passado,

recebeu quatro selos Dardos!!!


Primeiramente do blog Light, da amiga querida Manuela Freitas

para o Navegante do Infinito


Em seguida, do blog Cova do Urso, do querido António Rosa,

para A Dinamica do Invisivel

depois, do blog da querida Susana Vitorino,

para o Navegante do Infinito

E, finalmente, do blog AlfaEri, da querida Siala,

para A Dinamica do Invisivel.

Agradeço de coração a todos vocês!

"O Prêmio Dardos é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, e suas palavras."

As regras são estas:
- Exibir a imagem do selo no blog

- Exibir o link do blog que você recebeu a indicação-

Escolher 10, 15 ou 30 blogs para dar a indicação e avisá-los.

O Projeto Navegante do Infinito desde o início não cumpre regras...rsss

Portanto, deixo-o aqui para quem se sentir homenageado,

pois é essa mesmo a intenção, oferecer a todos os meus amigos e leitores!

ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA





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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Hoje é seu aniversário

Mãe que é mãe sempre lembra do filho assim.
E quando é o aniversário do filho querido, aí que tudo volta à nossa mente.
Todos os passos, todas as cenas.
Hoje é o seu aniversário Marcelo!
O que eu desejo para você?
Amor e alegrias.
Alegrias com a intensidade dessa do ano passado!

Marcelo...para você que eu amo demais!
Mãe


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