Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós.
Deixam um pouco de si. Levam um pouco de nós.
Antoine de Saint Exupéry
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"Diante da vastidão do tempo e da imensidão do universo, é um imenso prazer para mim dividir um planeta e uma época com você." (Carl Sagan)
♥ BOM DIA ALEGRIA... BOM DIA SOL....a única sensação que tenho é que estou com os pés na areia...o resto de mim anda por aí em uma velocidade estonteante... e isso me dá ALEGRIA!!!
"Fala-se tanto da necessidade de deixar um planeta melhor para os nossos filhos, e esquece-se da urgência de deixarmos filhos melhores para o nosso planeta." autor desconhecido
"...Só aqueles que compreenderam que devem procurar o infinito, o ilimitado, o que está além do tempo e do espaço, se sentem vivos, porque a vida verdadeira é a imensidão, a eternidade. Nunca vos refugieis naquilo que é acessível, limitado: abarcai o infinito e a vossa alegria também será infinita. Será a felicidade, a luz, a força, o dilatar de todo o vosso ser." Omraam Mikhaël Aïvanhov
sábado, 2 de novembro de 2013
A teoria dos fios de ouro
Humberto Maturana é um biólogo chileno
que fala e escreve muito sobre como somos resultado de nossas emoções e
relações: de nossos afetos. Ele tem uma teoria sobre como viver em
estado de graça e evitar a depressão ou aquela solidão de isolamento e
abandono.
Ele é um especialista em AFETOS e chamo essa sua teoria dos Fios de Ouro que explico resumidamente assim:
Cada vez que faço um vínculo de afeto,
por estar absolutamente verdadeira e presente, com flores, cores, lua,
céu, mar, animais, cristais, artes, pessoas, amigos, conversas, livros,
palavras, expressões, risos, choros, abraços, mãos dadas, olhares etc.,
cada vez que me emociono com estes momentos de troca, de relação, de
afeto;
Maturana afirma que se formou, em cada um destes contatos
verdadeiramente percebidos e vividos, um Fio de Ouro que me liga àquela flor, quadro, sorriso, lágrima, lua, filho ou amigo. Àquele AFETO.
Assim, toda vez que me acontecer algo
que possa me roubar energia, me jogar no chão, como numa solidão
depressiva ou ansiedade doentia, todos aqueles fios de ouro que construí
e, sigo construindo enquanto em meditação, em estado de 'presença', não
me deixarão cair ou caída por muito tempo.
E, quanto mais Fios de Ouro
vou construindo pela vida, quanto mais AFETOS me permito VIVER, mais
difícil será cair e me sentir só. Mais fácil e rapidamente me recupero
daquele desafio, sentindo-me BEM acompanhada e, sigo encontrando
situações VIVIDAS para me manter alerta e tecendo novos Fios de Ouro, novos AFETOS, fortalecendo minha malha de sustentação ao amor, ao estado de Graça.
E, quanto mais ligada à vida estou por estes Fios de Ouro, mais vontade tenho de rir, abraçar e elogiar! De formar e colecionar Fios de Ouro!
*
By Conceição Trucom
*
*
*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*
*
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domingo, 27 de outubro de 2013
Meio milhão de acessos
JÁ EM CLIMA DE GRATIDÃO!!!
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FALTAM UNS POUCOS CLICKS PARA...
MUITO OBRIGADO!!!
*
ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013
Um recado....
A
CRIANÇA QUE EU SOU VAI SE ESCONDER DE VOCÊ
... estarei no meio das
árvores, da chuva , do mato
... voando com os pássaros ,
dançando com as
brisas suaves,
me embrulhando nas ondas do mar
... MAS
... qualquer dia
eu volto
... se ficar com saudade,
sentirá meu beijo soprado das
nuvens...
FUI .....>>>
*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*
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domingo, 6 de outubro de 2013
Saber lidar com a impermanência

*ESTE POST ORIGINALMENTE FOI PUBLICADO EM MARÇO DE 2011
NO BLOG A DINAMICA DO INVISÍVEL
{meu blog antigo e fora do ar}*
...REPUBLICADO A PEDIDOS...
Maria pergunta:
NO BLOG A DINAMICA DO INVISÍVEL
{meu blog antigo e fora do ar}*
...REPUBLICADO A PEDIDOS...
Maria pergunta:
Olá!
Cheguei até seu blog muito por acaso, embora eu acredite que os acasos não existam, tudo estará previamente organizado.Minha história é muito longa, tentarei resumir.
Vivo em Portugal, sou casada e tenho dois filhos.
Vim para completar a faculdade, mas tal não aconteceu.
Apaixonei-me por quem hoje é meu marido, mas como meus avós não aceitavam e proibiam o namoro, nós fugimos. Já lá vão quase 18 anos e pelo caminho ficaram muitas culpas, saudades, enfim....
Meus pais vivem no Rio de Janeiro.
Tanta coisa aconteceu; nada do que eu pensei que seria um dia a minha vida realizou-se. Seria para mim impossível, pensar viver longe dos meus pais e a verdade é que hoje me vejo separada deles por um oceano inteiro.
Preciso buscar conforto no meu eu, estou necessitando de Paz espiritual,
mas não consigo manter o equilíbrio e resignar-me diante dos acontecimentos e isso me perturba.
Quase me sinto a vagar...
Choro com muita facilidade, de alegria, de tristeza e nos momentos mais impensados.
Como encontrar o equilíbrio, a Paz?
Bem haja,
Maria

Respondendo:
Maria fiz uma pequena análise com os seus dados e confirmei o que senti ao ler sua questão.
Sua lição de vida é saber lidar com a impermanência. Saber lidar com as mudanças repentinas.
Nossa vida é pautada por escolhas o tempo todo. Algumas são bem conscientes, outras nem tanto. O fato é que escolhemos o tempo todo... mesmo quando não queremos escolher nada, estamos escolhendo isso.
E essas escolhas podem estar servindo para um determinado momento e não necessariamente para todo o sempre. Com isso você confunde a vida que apenas atende aos seus comandos.
A situação chegou a um ponto onde a confusão está estabelecida dentro de você causando todo esse desconforto emocional.Todo esse caos estabelecido faz parte da sua lição de vida.
E o que você deve fazer então?
Aprender a viver o dia a dia em estado de graça, o que significa agradecer por tudo de bom que está vivendo. Sempre muitas coisas boas acontecem diariamente sem que prestemos a devida atenção.
Aprender a viver sem muitas expectativas sobre o futuro e sem apego ao passado. Pensando bem, a vida realmente só acontece em um instante sagrado. O minuto que passou já não existe mais e o minuto seguinte ainda não chegou!
Com relação ao passado, quando ficamos falando que deveríamos ter feito isso mais aquilo e não o fizemos... essa culpa nos consome e drena nossas energias.
O mesmo se dá com as metas imaginadas para o futuro que não chegam nunca.
Aprender a prestar atenção às escolhas que fazemos.O mesmo se dá com as metas imaginadas para o futuro que não chegam nunca.
Tudo isso é treino.
Você é altamente intuitiva e extremamente sensível. Portanto, percebe e sente que não está cumprindo com o seu dever de casa assumido antes dessa encarnação.
Além disso, estamos todos vivendo profundas transformações por conta da ascensão planetária. Nada deve permanecer como era antes e o futuro é um grande ponto de interrogação. Páginas e páginas na net são veiculadas diariamente sobre este tema.
Por exemplo AQUI.
Por exemplo AQUI.
O que mais eu posso lhe sugerir para ajudá-la de imediato?Fazer meditação para acalmar sua mente.
Por sinal, ainda hoje {03/03/2011} foi publicado no excelente blog do meu amigo
Marcelo Dalla, o Dalla Blog,
um exercício para recriar a realidade.
Procurar por um terapeuta floral.
Florais ajudam e muito nesses casos.
*
E, para finalizar Maria, querer de fato transformar o modo como vem sobrevivendo.
A vida não é boa nem má. Nós é que a qualificamos.
Lembre-se disso sempre.
*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*
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sábado, 28 de setembro de 2013
Quero saber do seu sentir....
Crie uma história pequena, nos comentários,
baseada no que sentiu ao ver esta imagem...
*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*
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sexta-feira, 13 de setembro de 2013
EM PAUSA....
*
“Era uma vez uma menina que pediu ao pai que fosse apanhar a lua para
ela.
O pai meteu-se num barco e remou para longe. Quando chegou à dobra
do horizonte pôs-se em bicos de sonhos para alcançar as alturas.
Segurou o astro com as duas mãos, com mil cuidados. O planeta era leve
como uma baloa.
Quando ele puxou para arrancar aquele fruto do céu se escutou um
rebentamundo.
A lua se cintilhaçou em mil estrelinhações. O mar se
encrispou, o barco se afundou, engolido num abismo. A praia se cobriu de
prata, flocos de luar cobriram o areal.
A menina se pôs a andar ao
contrário em todas as direcções, para lá e para além, recolhendo os
pedaços lunares. Olhou o horizonte e chamou:
— Pai!
Então, se abriu uma fenda funda, a ferida de nascença da própria
terra.
Dos lábios dessa cicatriz se derramava sangue.
A água sangrava? O
sangue se aguava?
E foi assim.
Essa foi uma vez.”
Com este conto incrível por Mia Couto,
deixo-vos entregues aos pensamentos e sentimentos...
*
Eu, Ma Jivan Prabhuta,
ESTAREI POR AÍ
...misturada ao vento, à terra, ao mar...
Mas, quando se lembrar de mim,
estarei AO SEU LADO.
Inté breve...
*ASTRID ANNABELLE / MA JIVAN PRABHUTA*
*
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terça-feira, 3 de setembro de 2013
MA JIVAN PRABHUTA...oito anos sendo uma sannyasi
*
Este post é para comemorar
meu oitavo aniversário como uma sannyasi.
*
*DIA 09/09/2005* ... * 09/09/2013*
Ma significa Mãe
Jivan significa Vida
Prabhuta significa fôrça
*Mãe que irradia a força da vida*
*
Aproveito o momento para deixar Osho
explicar o que significa sannyas....
*
UMA LEITURA LONGA E GOSTOSA
PARA SER FEITA COM
O CORAÇÃO ABERTO E A MENTE VAZIA...
*
Sannyas
Osho,
Quais são as qualidades de um sannyasin?
Quais são as qualidades de um sannyasin?
*
"É muito difícil definir um sannyasin,
e
mais difícil ainda se você for definir os meus
sannyasins.
O sannyas é basicamente uma rebelião contra todas as estruturas,
O sannyas é basicamente uma rebelião contra todas as estruturas,
daí a dificuldade de se definir.
Sannyas é viver a vida de uma maneira não
estruturada.
Sannyas é ter por caráter, ser sem
caráter.
Por "sem caráter" eu quero
dizer que você não depende mais do passado.
Caráter
significa passado, a maneira que você viveu no
passado, a maneira com a qual você ficou
habituado a viver, todos os seus hábitos,
condicionamentos, crenças e experiências. Isso
é o seu caráter.
Um sannyasin é alguém que não
vive mais no passado ou através do passado,
é
alguém que vive no momento, por isso ele é
imprevisível.
Um homem de caráter é previsível,
Um homem de caráter é previsível,
mas um sannyasin é imprevisível,
porque ele é liberdade.
*
*A primeira qualidade de um sannyasin é uma abertura à experiência. Normalmente as pessoas são fechadas, elas não são abertas à experiência. Antes que elas experienciem alguma coisa elas já têm prejulgamentos a respeito. Elas não querem experimentar, elas não querem explorar. Isso é pura estupidez. ........
Assim, a primeira qualidade de um sannyasin é uma abertura à experiência. Ele não decidirá antes de ter experienciado. Ele nunca decidirá antes de ter experienciado. Ele não terá qualquer sistema de crenças. Ele não dirá, 'isso tem que ser desse jeito porque Buda disse assim'. Ele não dirá, 'isso tem que ser assim porque está escrito nos Vedas'. Ele dirá, 'eu estou pronto para entrar nisso e ver se é assim ou não'. .....
Um sannyasin não carregará muitas crenças, na verdade, não carregará nenhuma. Ele carregará apenas as suas próprias experiências. E a beleza da experiência é que a experiência está sempre aberta, porque sempre é possível mais exploração. E a crença é sempre fechada, ela está completa. A crença está sempre acabada. A experiência nunca está acabada, ela permanece inacabada. Enquanto você estiver vivendo, como pode a sua experiência ter acabado? Sua experiência está crescendo, está mudando, está se movendo. Ela está continuamente se movendo do conhecido para o desconhecido e do desconhecido para o incognoscível. E lembre-se de que a experiência tem uma beleza porque ela é inacabada. Algumas das maiores canções são aquelas que estão inacabadas. Alguns dos maiores livros são aqueles que estão inacabados. Algumas das maiores músicas são aquelas que estão inacabadas. O inacabado tem uma beleza. ....
Nenhuma história pode ser bela se ela estiver completamente acabada. Ela estará completamente morta. A experiência sempre permanece aberta, o que significa inacabada. A crença está sempre completa e acabada. Assim, a primeira qualidade é uma abertura à experiência.
A mente é a reunião de todas as suas crenças juntas. Abertura significa não-mente. Abertura significa você colocar a sua mente de lado e estar pronto para olhar para a vida mais e mais vezes de uma maneira nova, não com os velhos olhos. A mente dá a você os velhos olhos, ela lhe dá novamente idéias: 'olhe através disso'. Mas então a coisa se torna colorida, mas você não olha para ela, você projeta uma idéia em cima da coisa. Então a verdade se torna uma tela na qual você continua projetando.
Olhe através da não-mente, através do nada - shunyata. Quando você olha através da não-mente, a sua percepção é eficiente, porque então você vê aquilo que é. E a verdade liberta. Tudo mais cria escravidão, somente a verdade liberta.
Naqueles momentos de não-mente, a verdade começa a filtrar em você como luz. Quanto mais você desfrutar dessa luz, dessa verdade, mais você se tornará capaz e corajoso para abandonar a sua mente. Mais cedo ou mais tarde, um dia chegará em que você olhará mas não terá qualquer mente. Você não estará olhando para alguma coisa, você estará simplesmente olhando. O seu olhar será puro. Em tal momento você terá se tornado avalokita, aquele que olha com olhos puros. Esse é um dos nomes de Buda: Avalokita. Ele olha sem quaisquer idéias, ele simplesmente olha. ........
*
*
A segunda qualidade é viver existencial. O
sannyasin não vive a partir das idéias de que
deve ser desse jeito, de que deve ser daquele
jeito, de que deve comportar-se dessa maneira, de
que não deve comportar-se daquela maneira. Ele não
vive a partir das idéias. Ele é responsivo à
existência. Ele responde com seu coração total,
qualquer que seja o caso. Seu ser está aqui e
agora. Espontaneidade, simplicidade e
naturalidade. Essas são as suas qualidades.
Ele não vive uma vida pré-fabricada. Ele não carrega mapas - como viver, como não viver. Ele permite a vida levá-lo para onde quer que seja. Um sannyasin não é um nadador, ele não tenta nadar contra a correnteza. Ele vai com o todo, ele flui com a correnteza. Ele flui tão totalmente com a correnteza que pouco a pouco ele não está mais separado da correnteza. Ele se torna a correnteza. É a isso que Buda chama srotapanna: aquele que entrou na correnteza. Esse é também o início do sannyas de Buda: aquele que entrou na correnteza, aquele que relaxa na existência. Ele não carrega avaliações, ele não faz julgamentos.
Viver existencial significa que cada momento tem que decidir por si. A vida é atômica. Você não decide de antemão, você não ensaia, você não prepara como viver. Cada momento chega e traz a situação. E você está ali para responder àquilo. Você responde. Geralmente as pessoas vivem uma maneira muito estranha de vida. Se você for dar uma entrevista, você se prepara, você pensa naquilo que lhe será perguntado e como você irá responder, como você irá se sentar e como você ficará de pé. Tudo se torna falso porque tudo foi ensaiado. E então o que acontece? Quando você vai assim ensaiado, você nunca está totalmente presente. Alguma coisa está sendo perguntada e você está pesquisando em sua memória, porque você está carregando uma resposta preparada, quer ela se ajuste ou não, quer ela funcione ou não. Você segue perdendo o ponto. Você não está totalmente ali, você está envolvido na memória. ....
Ele não vive uma vida pré-fabricada. Ele não carrega mapas - como viver, como não viver. Ele permite a vida levá-lo para onde quer que seja. Um sannyasin não é um nadador, ele não tenta nadar contra a correnteza. Ele vai com o todo, ele flui com a correnteza. Ele flui tão totalmente com a correnteza que pouco a pouco ele não está mais separado da correnteza. Ele se torna a correnteza. É a isso que Buda chama srotapanna: aquele que entrou na correnteza. Esse é também o início do sannyas de Buda: aquele que entrou na correnteza, aquele que relaxa na existência. Ele não carrega avaliações, ele não faz julgamentos.
Viver existencial significa que cada momento tem que decidir por si. A vida é atômica. Você não decide de antemão, você não ensaia, você não prepara como viver. Cada momento chega e traz a situação. E você está ali para responder àquilo. Você responde. Geralmente as pessoas vivem uma maneira muito estranha de vida. Se você for dar uma entrevista, você se prepara, você pensa naquilo que lhe será perguntado e como você irá responder, como você irá se sentar e como você ficará de pé. Tudo se torna falso porque tudo foi ensaiado. E então o que acontece? Quando você vai assim ensaiado, você nunca está totalmente presente. Alguma coisa está sendo perguntada e você está pesquisando em sua memória, porque você está carregando uma resposta preparada, quer ela se ajuste ou não, quer ela funcione ou não. Você segue perdendo o ponto. Você não está totalmente ali, você está envolvido na memória. ....
*
*
A terceira qualidade de um sannyasin é uma
confiança em seu próprio organismo. As pessoas
confiam nos outros. O sannyasin confia em seu próprio
organismo. Corpo, mente, alma, tudo está incluído.
Se ele sente que está amando, ele flui no amor.
Se ele não sentir que está amando, ele diz:
'sinto muito', mas ele nunca finge.
Um não-sannyasin segue fingindo. Sua vida é vivida através de máscaras. Ele chega em casa, abraça sua esposa, mas ele não quer abraçar a mulher. E ele diz 'eu te amo', e tais palavras soam tão falsas porque elas não estão vindo do coração. Elas estão vindo do Dale Carnegie. Ele esteve lendo o seu livro 'Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas' e esses tipos de tolices. Ele está cheio dessas tolices. Ele as carrega e as pratica. Toda a sua vida se torna uma vida falsa, uma paródia. E, naturalmente, ele nunca está satisfeito. Ele não pode estar porque a satisfação vem apenas com uma vida autêntica. Se você não está sentindo amor, você tem que dizer isso, não há necessidade de fingir. Se você está sentindo raiva, você tem que dizer isso. Você tem que ser verdadeiro para com seu organismo, você tem que confiar em seu organismo. E você ficará surpreso: quanto mais você confiar, mais a sabedoria de seu organismo se tornará muito clara para você.
O seu corpo tem sua própria sabedoria. Ele carrega a sabedoria de séculos em suas células. O seu corpo está faminto e você está jejuando, porque a sua religião lhe diz que neste dia você tem que jejuar. Mas seu corpo está faminto. Você não confia no seu organismo e sim numa escritura morta, porque em algum livro alguém escreveu que neste dia você tem que jejuar. Aí você faz jejum. Escute o seu corpo! Sim, existe dia em que seu corpo diz: 'faça jejum!'. Então faça. Mas não há qualquer necessidade de ouvir às escrituras. O homem que escreveu aquelas escrituras não as escreveu pensando em você..... Isso é como se você ficasse doente e fosse à casa de um médico falecido e lá encontrasse uma receita e começasse a segui-la. Aquela receita havia sido prescrita para uma outra pessoa, para uma outra doença, em uma outra situação.
Lembre-se de confiar em seu próprio organismo. Quando você sentir que o corpo está lhe dizendo 'não coma', pare imediatamente. Quando o corpo estiver dizendo 'coma', então não se preocupe se as escrituras estão dizendo para jejuar ou não. Se o seu corpo disser coma três vezes ao dia, está perfeitamente bom. Se ele disser para comer uma vez ao dia, também está perfeitamente bom. Comece a aprender a ouvir seu corpo, porque ele é o seu corpo. Você está nele; você tem que respeitá-lo e você tem que confiar nele. Ele é o seu templo. É um sacrilégio impor coisas ao seu corpo. .... E você não vai apenas aprender a confiar em seu corpo, você vai aprender, pouco a pouco, a confiar na existência também, porque o seu corpo é parte da existência. Então a sua confiança irá crescer e você irá confiar nas árvores e nas estrelas, na lua, no sol e nos oceanos. Você confiará nas pessoas. Mas o começo da confiança tem que ser a confiança em seu organismo; a confiança em seu coração. ...........
Um sannyasin é aquele que confia no seu próprio organismo, e essa confiança ajuda-o a relaxar em seu ser, ajuda-o a relaxar na totalidade da existência. Isso traz uma aceitação geral de si mesmo e dos outros. Isso dá uma qualidade de enraizamento e centramento. Surge então uma grande força e um grande poder, porque você está centrado em seu próprio corpo, em seu próprio ser. Você tem raízes no solo. Por outro lado você vê pessoas sem raízes, como árvores arrancadas do solo. Elas estão simplesmente morrendo. Elas não estão vivendo. É por isso que não existe muita alegria na vida. Você não vê a qualidade da gargalhada; está faltando celebração. E mesmo quando as pessoas celebram, isso também é falso. .........
Um não-sannyasin segue fingindo. Sua vida é vivida através de máscaras. Ele chega em casa, abraça sua esposa, mas ele não quer abraçar a mulher. E ele diz 'eu te amo', e tais palavras soam tão falsas porque elas não estão vindo do coração. Elas estão vindo do Dale Carnegie. Ele esteve lendo o seu livro 'Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas' e esses tipos de tolices. Ele está cheio dessas tolices. Ele as carrega e as pratica. Toda a sua vida se torna uma vida falsa, uma paródia. E, naturalmente, ele nunca está satisfeito. Ele não pode estar porque a satisfação vem apenas com uma vida autêntica. Se você não está sentindo amor, você tem que dizer isso, não há necessidade de fingir. Se você está sentindo raiva, você tem que dizer isso. Você tem que ser verdadeiro para com seu organismo, você tem que confiar em seu organismo. E você ficará surpreso: quanto mais você confiar, mais a sabedoria de seu organismo se tornará muito clara para você.
O seu corpo tem sua própria sabedoria. Ele carrega a sabedoria de séculos em suas células. O seu corpo está faminto e você está jejuando, porque a sua religião lhe diz que neste dia você tem que jejuar. Mas seu corpo está faminto. Você não confia no seu organismo e sim numa escritura morta, porque em algum livro alguém escreveu que neste dia você tem que jejuar. Aí você faz jejum. Escute o seu corpo! Sim, existe dia em que seu corpo diz: 'faça jejum!'. Então faça. Mas não há qualquer necessidade de ouvir às escrituras. O homem que escreveu aquelas escrituras não as escreveu pensando em você..... Isso é como se você ficasse doente e fosse à casa de um médico falecido e lá encontrasse uma receita e começasse a segui-la. Aquela receita havia sido prescrita para uma outra pessoa, para uma outra doença, em uma outra situação.
Lembre-se de confiar em seu próprio organismo. Quando você sentir que o corpo está lhe dizendo 'não coma', pare imediatamente. Quando o corpo estiver dizendo 'coma', então não se preocupe se as escrituras estão dizendo para jejuar ou não. Se o seu corpo disser coma três vezes ao dia, está perfeitamente bom. Se ele disser para comer uma vez ao dia, também está perfeitamente bom. Comece a aprender a ouvir seu corpo, porque ele é o seu corpo. Você está nele; você tem que respeitá-lo e você tem que confiar nele. Ele é o seu templo. É um sacrilégio impor coisas ao seu corpo. .... E você não vai apenas aprender a confiar em seu corpo, você vai aprender, pouco a pouco, a confiar na existência também, porque o seu corpo é parte da existência. Então a sua confiança irá crescer e você irá confiar nas árvores e nas estrelas, na lua, no sol e nos oceanos. Você confiará nas pessoas. Mas o começo da confiança tem que ser a confiança em seu organismo; a confiança em seu coração. ...........
Um sannyasin é aquele que confia no seu próprio organismo, e essa confiança ajuda-o a relaxar em seu ser, ajuda-o a relaxar na totalidade da existência. Isso traz uma aceitação geral de si mesmo e dos outros. Isso dá uma qualidade de enraizamento e centramento. Surge então uma grande força e um grande poder, porque você está centrado em seu próprio corpo, em seu próprio ser. Você tem raízes no solo. Por outro lado você vê pessoas sem raízes, como árvores arrancadas do solo. Elas estão simplesmente morrendo. Elas não estão vivendo. É por isso que não existe muita alegria na vida. Você não vê a qualidade da gargalhada; está faltando celebração. E mesmo quando as pessoas celebram, isso também é falso. .........
*
*
A quarta é um senso de liberdade.
O sannyasin não é apenas livre. Ele é liberdade. Ele sempre vive de uma maneira livre. Liberdade não quer dizer licenciosidade. Licenciosidade não é liberdade, é apenas uma reação contra a escravidão; daí você se move para o outro extremo. Liberdade não é o outro extremo, não é uma reação. Liberdade é um insight: 'Eu tenho que ser livre, se é que eu quero ser algo. Não há outra maneira de ser. Se eu for muito possuído pela igreja, pelo hinduismo, pelo cristianismo, pelo islamismo, então eu não conseguirei ser. Então eles irão criar limites ao redor de mim. Eles seguirão forçando a mim mesmo como um ser aleijado. Eu tenho que ser livre. Eu tenho que assumir esse risco de ser livre. Eu tenho que encarar esse perigo.'
A liberdade não é muito conveniente, ela não é muito confortável. Ela é arriscada. Um sannyasin assume tal risco. Isso não que dizer que ele vai sair brigando com todo mundo. Isso não significa que quando a lei disser mantenha-se à direita, ou à esquerda, ele fará o contrário. Não. Ele não se preocupa com questões triviais. Se a lei disser mantenha-se à esquerda, ele se manterá à esquerda, porque não é isso que é escravidão. Mas a respeito de coisas importantes e essenciais... ........
A respeito de coisas essenciais, o sannyasin sempre manterá a sua liberdade intacta. E porque ele respeita a liberdade, ele respeitará a liberdade dos outros também. Ele nunca irá interferir na liberdade dos outros, seja lá quem for. Se a sua esposa se apaixonar por um outro, você se sentirá ferido, você irá chorar de tristeza, mas esse é um problema seu. Você não irá interferir nela. Você não dirá: 'pare com isso, porque eu estou sofrendo!' Você dirá: 'Essa é a sua liberdade. Se eu estou sofrendo, isso é problema meu. Eu terei que lidar com isso, eu terei que encarar isso. Se eu sinto ciúme, eu terei que me livrar desse ciúme, mas você segue o seu caminho. Embora isso me tenha machucado, embora eu tenha querido que você não se fosse com um outro alguém, isso é um problema meu. Eu não posso me intrometer em sua liberdade.'
O amor respeita tanto que ele dá liberdade. E se o amor não estiver dando liberdade, ele não é amor, ele é alguma outra coisa.
Um sannyasin é tremendamente respeitoso quanto à sua própria liberdade, muito cuidadoso para com a sua própria liberdade, e da mesma maneira ele também é em relação à liberdade dos outros. Esse senso de liberdade lhe dá uma individualidade. Ele não é uma simples parte da massa. Ele tem um certo jeito único: a sua maneira de viver, o seu estilo, a sua atmosfera, a sua individualidade. Ele existe do seu próprio jeito, ele ama a sua própria música. Ele tem um senso de identidade: ele sabe quem ele é; ele segue aprofundando esse sentimento de quem ele é; e ele nunca faz concessões quanto a isso....
O sannyasin não é apenas livre. Ele é liberdade. Ele sempre vive de uma maneira livre. Liberdade não quer dizer licenciosidade. Licenciosidade não é liberdade, é apenas uma reação contra a escravidão; daí você se move para o outro extremo. Liberdade não é o outro extremo, não é uma reação. Liberdade é um insight: 'Eu tenho que ser livre, se é que eu quero ser algo. Não há outra maneira de ser. Se eu for muito possuído pela igreja, pelo hinduismo, pelo cristianismo, pelo islamismo, então eu não conseguirei ser. Então eles irão criar limites ao redor de mim. Eles seguirão forçando a mim mesmo como um ser aleijado. Eu tenho que ser livre. Eu tenho que assumir esse risco de ser livre. Eu tenho que encarar esse perigo.'
A liberdade não é muito conveniente, ela não é muito confortável. Ela é arriscada. Um sannyasin assume tal risco. Isso não que dizer que ele vai sair brigando com todo mundo. Isso não significa que quando a lei disser mantenha-se à direita, ou à esquerda, ele fará o contrário. Não. Ele não se preocupa com questões triviais. Se a lei disser mantenha-se à esquerda, ele se manterá à esquerda, porque não é isso que é escravidão. Mas a respeito de coisas importantes e essenciais... ........
A respeito de coisas essenciais, o sannyasin sempre manterá a sua liberdade intacta. E porque ele respeita a liberdade, ele respeitará a liberdade dos outros também. Ele nunca irá interferir na liberdade dos outros, seja lá quem for. Se a sua esposa se apaixonar por um outro, você se sentirá ferido, você irá chorar de tristeza, mas esse é um problema seu. Você não irá interferir nela. Você não dirá: 'pare com isso, porque eu estou sofrendo!' Você dirá: 'Essa é a sua liberdade. Se eu estou sofrendo, isso é problema meu. Eu terei que lidar com isso, eu terei que encarar isso. Se eu sinto ciúme, eu terei que me livrar desse ciúme, mas você segue o seu caminho. Embora isso me tenha machucado, embora eu tenha querido que você não se fosse com um outro alguém, isso é um problema meu. Eu não posso me intrometer em sua liberdade.'
O amor respeita tanto que ele dá liberdade. E se o amor não estiver dando liberdade, ele não é amor, ele é alguma outra coisa.
Um sannyasin é tremendamente respeitoso quanto à sua própria liberdade, muito cuidadoso para com a sua própria liberdade, e da mesma maneira ele também é em relação à liberdade dos outros. Esse senso de liberdade lhe dá uma individualidade. Ele não é uma simples parte da massa. Ele tem um certo jeito único: a sua maneira de viver, o seu estilo, a sua atmosfera, a sua individualidade. Ele existe do seu próprio jeito, ele ama a sua própria música. Ele tem um senso de identidade: ele sabe quem ele é; ele segue aprofundando esse sentimento de quem ele é; e ele nunca faz concessões quanto a isso....
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(.....) A quinta é criatividade. (........) Meu
conceito de sannyasin é que a sua energia será
criativa, é que ele trará um pouco mais de
beleza a este mundo, ele trará um pouco mais de
alegria a este mundo, ele encontrará novas
maneiras de dançar e cantar; ele trará belos
poemas e músicas. Ele criará alguma coisa, ele
será criativo. .....
Ele deve contribuir com alguma coisa. Permanecer não criativo é quase um pecado, porque você está existindo e não está contribuindo. Você come, você ocupa um espaço, e você não está contribuindo com coisa alguma. Os meus sannyasins têm que ser criadores. E quando você está em profunda criatividade, você está próximo de Deus. Isso é o que a prece realmente é. Isso é meditação. Deus é o criador e se você não é criador, você está longe de Deus. Deus conhece apenas uma linguagem, a linguagem da criatividade. É por isso que quando você compõe música, quando você está completamente perdido nela, alguma coisa de divino começa a se filtrar a partir de seu ser. Essa é a alegria da criatividade, esse é o êxtase - svaha!
Ele deve contribuir com alguma coisa. Permanecer não criativo é quase um pecado, porque você está existindo e não está contribuindo. Você come, você ocupa um espaço, e você não está contribuindo com coisa alguma. Os meus sannyasins têm que ser criadores. E quando você está em profunda criatividade, você está próximo de Deus. Isso é o que a prece realmente é. Isso é meditação. Deus é o criador e se você não é criador, você está longe de Deus. Deus conhece apenas uma linguagem, a linguagem da criatividade. É por isso que quando você compõe música, quando você está completamente perdido nela, alguma coisa de divino começa a se filtrar a partir de seu ser. Essa é a alegria da criatividade, esse é o êxtase - svaha!
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A sexta é um senso de humor, gargalhada,
brincadeira, sinceridade não séria. Os
antigos sannyasins não riam, eram mortos e
chatos. O novo sannyasin tem que trazer cada vez
mais risos para o seu ser. Ele tem que ser um
sannyasin risonho, e o seu riso pode criar situações
para que os outros também relaxem. O templo deve
ser cheio de alegria, risos e dança. Ele não
deve ser como uma igreja cristã. As igrejas
parecem cemitérios. E com a cruz ali parece ser
quase uma adoração à morte... um pouco mórbido.
Você não pode dar gargalhadas numa igreja. Uma
gargalhada daquelas que sacudem a barriga não
seria permitida. As pessoas pensariam que você
está louco ou algo parecido. Quando as pessoas
entram numa igreja, elas se tornam sérias,
duras... fecham a cara...
Para mim o riso é uma qualidade religiosa muito essencial. Um senso de humor tem que fazer parte do mundo interior de um sannyasin.
Para mim o riso é uma qualidade religiosa muito essencial. Um senso de humor tem que fazer parte do mundo interior de um sannyasin.
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A sétima é a qualidade meditativa, o estar só,
o pico da experiência mística que acontece
quando você está só, quando você está
absolutamente só dentro de si mesmo.
O sannyas torna você só, não isolado, mas só. Não solitário, mas ele dá a você uma solitude. Você pode ser feliz estando só, você não é mais dependente dos outros. Você pode sentar-se só em seu quarto e sentir-se completamente feliz. Não há qualquer necessidade de ir a um clube, não há qualquer necessidade de estar rodeado de amigos, não há qualquer necessidade de ir a um cinema. Você pode fechar os olhos e entrar na mais interna felicidade. Qualidade meditativa é isso.
O sannyas torna você só, não isolado, mas só. Não solitário, mas ele dá a você uma solitude. Você pode ser feliz estando só, você não é mais dependente dos outros. Você pode sentar-se só em seu quarto e sentir-se completamente feliz. Não há qualquer necessidade de ir a um clube, não há qualquer necessidade de estar rodeado de amigos, não há qualquer necessidade de ir a um cinema. Você pode fechar os olhos e entrar na mais interna felicidade. Qualidade meditativa é isso.
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E a oitava é o amor, a qualidade do
relacionar-se, o relacionamento. Lembre-se de que
você só pode se relacionar quando você tiver
aprendido como estar só, nunca antes disso.
Somente dois indivíduos podem se
relacionar.Somente duas liberdades podem se
aproximar e se abraçar. Somente dois nada podem
penetrar um no outro e se desmanchar um no outro.
Se você não é capaz de estar só, o seu
relacionamento é falso. Ele é apenas um artifício
para evitar que você esteja só, nada mais.
E isso é o que milhões de pessoas estão fazendo. O amor delas nada mais é do que a incapacidade de estar só. Assim, elas andam com alguém. ficam de mãos dadas, elas fingem que amam, mas no fundo o único problema é que elas não conseguem estar sós. Por isso, elas precisam de alguém com quem andar, elas precisam de alguém para se agarrar, elas precisam de alguém para se apoiar. E o outro também está usando-as da mesma maneira, porque o outro também não consegue estar só, é incapaz. ...
Assim, duas pessoas que você diz que estão amando, estão de certa forma odiando a si mesmas. E por causa desse ódio, elas estão tentando escapar. O outro ajuda-a a escapar, assim elas se tornam dependentes do outro, elas se tornam viciadas no outro. Você não consegue viver sem a sua esposa, você não consegue viver sem o seu marido, porque vocês estão viciados. Mas um sannyasin é aquele .......... É por isso que eu digo que a sétima qualidade é estar só e a oitava é amor-relacionamento.
E existem duas possibilidades: você pode ser feliz estando só e você também pode ser feliz estando junto. Esses são dois tipos de êxtase possíveis para a humanidade. Você pode entrar em samadhi quando está só e você pode entrar em samadhi quando está junto com alguém em profundo amor. E há dois tipos de pessoas: os extrovertidos que acharão mais fácil atingir seu pico através dos outros; e os introvertidos acharão mais fácil alcançar seu pico maior enquanto estão sós. ,,,,,,,,,,,, O caminho de Buda é o caminho do introvertido; ele fala apenas a respeito da meditação. O caminho de Cristo é extrovertido; ele fala a respeito do amor.
O meu sanyasin tem que ser uma síntese de ambos. Uma ênfase haverá: alguém estará mais enfaticamente afinado consigo mesmo do que com os outros; e alguém será exatamente o oposto, mais afinado com um outro alguém. Mas não há qualquer necessidade de se estar enganchado a um só tipo de de experiência. Ambas as experiências podem permanecer disponíveis.
E isso é o que milhões de pessoas estão fazendo. O amor delas nada mais é do que a incapacidade de estar só. Assim, elas andam com alguém. ficam de mãos dadas, elas fingem que amam, mas no fundo o único problema é que elas não conseguem estar sós. Por isso, elas precisam de alguém com quem andar, elas precisam de alguém para se agarrar, elas precisam de alguém para se apoiar. E o outro também está usando-as da mesma maneira, porque o outro também não consegue estar só, é incapaz. ...
Assim, duas pessoas que você diz que estão amando, estão de certa forma odiando a si mesmas. E por causa desse ódio, elas estão tentando escapar. O outro ajuda-a a escapar, assim elas se tornam dependentes do outro, elas se tornam viciadas no outro. Você não consegue viver sem a sua esposa, você não consegue viver sem o seu marido, porque vocês estão viciados. Mas um sannyasin é aquele .......... É por isso que eu digo que a sétima qualidade é estar só e a oitava é amor-relacionamento.
E existem duas possibilidades: você pode ser feliz estando só e você também pode ser feliz estando junto. Esses são dois tipos de êxtase possíveis para a humanidade. Você pode entrar em samadhi quando está só e você pode entrar em samadhi quando está junto com alguém em profundo amor. E há dois tipos de pessoas: os extrovertidos que acharão mais fácil atingir seu pico através dos outros; e os introvertidos acharão mais fácil alcançar seu pico maior enquanto estão sós. ,,,,,,,,,,,, O caminho de Buda é o caminho do introvertido; ele fala apenas a respeito da meditação. O caminho de Cristo é extrovertido; ele fala a respeito do amor.
O meu sanyasin tem que ser uma síntese de ambos. Uma ênfase haverá: alguém estará mais enfaticamente afinado consigo mesmo do que com os outros; e alguém será exatamente o oposto, mais afinado com um outro alguém. Mas não há qualquer necessidade de se estar enganchado a um só tipo de de experiência. Ambas as experiências podem permanecer disponíveis.
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E a nona é a transcendência, o Tao, não ego, não mente, ninguém, nada, afinado com o todo. (........)
Transcendência é a última e a mais elevada qualidade de um sannyasin.
Mas essas são apenas indicações, não são definições. Considere-as de uma maneira muito fluida. Não comece a considerar que eu disse isso de uma maneira muito rígida. .... muito fluida, uma vaga maneira de ver, uma visão no crepúsculo, não como quando há um sol aberto no céu. Aí as coisas são muito definidas. No crepúsculo, quando o Sol está se pondo e a noite ainda não desceu, exatamente no meio, no intervalo. Considere o que eu disse dessa maneira. Permaneça líquido, fluindo. Nunca crie qualquer rigidez ao seu redor. Nunca se torne definível.
*
OSHO - The Heart Sutra - tradução: Sw.Bodhi Champak
Copyright
© 2006 OSHO INTERNATIONAL FOUNDATION, Suiça.
Todos os direitos reservados.
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TODAS AS PHOTOS SÃO DE MINHA AUTORIA
*ASTRID ANNABELLE /MA JIVAN PRABHUTA*
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Reprodução permitida desde que mantida a integridade das informações e citada a autoria.
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